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Correio Braziliense

Bolsonaro retorna sob monitoramento médico e sem compromissos, diz Barros

Dessa maneira, não há qualquer confirmação de deliberação sobre a reforma da Previdência ainda nesta quarta. Bolsonaro recebeu alta após 17 dias internado


postado em 13/02/2019 13:15

Porta-voz da Presidência anuncia alta médica de Bolsonaro (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil )
Porta-voz da Presidência anuncia alta médica de Bolsonaro (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil )

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) continuará sob observação de equipe médica no retorno a Brasília. A previsão é que, na chegada ao Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, ele permaneça em repouso sem uma agenda de compromissos na tarde desta quarta-feira (13/2). Dessa maneira, não há qualquer confirmação de deliberação sobre a reforma da Previdência ainda hoje.

A volta de Bolsonaro à capital federal é imprescindível para sacramentar a definição da reforma que será encaminhada ao Congresso. Para bater o martelo, o presidente ainda se reunirá com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Entretanto, não há na agenda do chefe da equipe econômica um encontro marcado com o chefe do Executivo federal. 

O objetivo de Guedes é apresentar o texto na próxima semana, quando ela deve ser enviada ao Parlamento. Um encontro dele com o presidente pode acontecer, segundo assessores, até sexta-feira (15/2). Nesta quarta, no entanto, Bolsonaro deve descansar, disse o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros. “Ainda passará por um período de descanso. Mas, ao longo deste período, terá a capacidade de auto-avaliar-se. E, a partir desta auto-avaliação, ver se é possível debruçar-se de pronto nessa questão.”

No Alvorada, Bolsonaro continuará sob o monitoramento da equipe médica. Como presidente, ele possui à disposição um grupo de médicos, enfermeiros e fisioterapeutas que o acompanham independentemente do quadro clínico. “Então, sim, ele continuará sob acompanhamento. Mesmo que não tivesse feito a cirurgia continuaria tendo o acompanhamento. É parte da segurança da autoridade de um acompanhamento do chefe do Executivo”, explicou Barros. 

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