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Correio Braziliense

Bolsonaro participa de ato de consagração do Brasil ao Coração de Maria

Segundo fé católica, realizar o ato é uma forma de atender pedido feito por Nossa Senhora durante aparição em Fátima


postado em 21/05/2019 07:50 / atualizado em 21/05/2019 16:35

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
O presidente Jair Bolsonaro participou, nesta terça-feira (21/5), no Palácio do Planalto, do ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria, nesta terça-feira (21/5). O evento ocorreu no Palácio do Planalto, às 14h. 

 

A cerimônia foi idealizada pelo deputado Eros Biondini (PROS-MG), com participação da Congregação Mariana e outros grupos católicos. Na assinatura, estava presente lideranças da Igreja, como o bispo da Admistração Apostólica São João Maria Vianney, Dom Fernando Rifam. 

 

Segundo a fé católica, Nossa Senhora apareceu em Fátima, em Portugal, em 1917, e pediu que os países fizessem esse gesto como uma forma de afastar "as guerras e o comunismo". A devoção foi difundida anos depois, pelo papa Pio XII, que consagrou todo o mundo e a Rússia ao Imaculado Coração de Maria, em 1942, durante a II Guerra Mundial.

Apoio na internet

Na internet, apoiadores do presidente recorrem à fé para demonstrar apoio ao governo. A tag #OrePeloBrasil ficou entre as mais comentadas do Twitter na segunda-feira (20/5). Entre as orações, alguns aproveitaram para se manifestar contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. Diversas postagens também reforçaram a manifestação de apoio ao presidente que está sendo organizada em 26 de maio.

Entre as pautas defendidas, estão o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, a reforma da Previdência, a CPI da Lava Toga e a votação nominal da MP 780, que vai reestruturar os ministérios. A ala mais radical fala ainda no fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

 


Protestos do dia 26

Na esteira do movimento de oração pelo Brasil, está a convocação para os atos a favor do governo, no dia 26, uma forma de resposta às manifestações contra o governo na última quarta-feira (15/5), que levou milhares de estudantes e professores às ruas contra o contingenciamento de gastos na Educação e a reforma da Previdência. 

*Estagiária sob supervisão de Humberto Rezende

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