Politica

Políticos se manifestam após divulgação de vídeo da reunião ministerial

Gravação divulgada, nesta sexta-feira (22/5), causou icomo dos no meio político

Depois da divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril pelo Supremo Tribunal Federal (STF), políticos recorreram às redes sociais para se manifestar sobre o conteúdo da gravação.

Assista aos vídeos 
 

 

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que foi chamado de "bosta" pelo presidente na reunião, afirmou que as falas mostravam um "descaso com a democracia". "O Brasil está atônito com o nível da reunião ministerial. Palavrões, ofensas e ataques à governadores, prefeitos, parlamentares e ministros do Supremo, demonstram descaso com a democracia, desprezo pela Nação e agressões à institucionalidade da Presidência da República". disse. 

 


O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse que o vídeo revela diversos crimes e não só a interferência na Polícia Fderal. "Na forma e no conteúdo, a tal reunião ministerial revela um repertório inacreditável de crimes, quebras de decoro e infrações administrativas. Além de uma imensa desmoralização e perda de legitimidade desse tipo de gente no comando da nossa Nação", afirmou. 



O senador Randolfe Rodrigues (Rede) criticou o fato de a reunião, que era para tratar sobre a  pandemia do novo coronavírus, não teve um plano de ação para enfrenta-la. "Como acontece uma reunião dessas no meio de uma pandemia e ninguém fala sobre um plano de ação para enfrentá-la? O Brasil está sem presidente, e não vai aguentar o pós-pandemia. Bolsonaro tem que ser afastados pelos seus crimes e para o bem da nação", afirmou. 



O presidente nacional do PSol, Juliano Medeiros, também ressaltou este mesmo ponto. "No vídeo da reunião ministerial em que Bolsonaro anuncia que irá intervir na PF para proteger seus amigos e familiares, o mais impressionante é que não há uma palavra sobre vida, leitos, combate à pandemia. NADA", disse. 



Saiba Mais

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) destacou um trecho da reunião em que é apontado como prova da tentativa de interferência na Polícia Federal por parte do presidente. "“Se não puder trocar a segurança no Rio de Janeiro, troca o chefe dele ou o ministro” disse Bolsonaro em defesa dos filhos". 



O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, saiu em defesa do presidente e disse que Bolsonaro o enche de orgulho. "BOLSONARO É UM PATRIOTA. Tenho orgulho do meu presidente. Estarei a seu lado, se preciso for, para defender seu mandato, sua integridade e seus ideais, que são os meus. PRESIDENTE O SENHOR NOS ENCHE DE ORGULHO. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos", disse. 



A vice-líder do governo na Câmara, deputada Caroline De Toni, também defendeu Bolsonaro. ""Eu quero todo mundo armado, porque povo armado jamais será escravizado." JB"O que esses caras querem é a nossa hemorróida: é a nossa liberdade." JB Obrigada por defender a nossa liberdade, Presidente 
@jairbolsonaro", disse. 



O deputado estadual de São Paulo Douglas Garcia considerou que este é o estado natural de Bolsonaro. "A oposição achou que derrubaria @jairbolsonaro mostrando-o em seu estado natural, sendo que foi justamente assim que ele foi eleito", disse. 


 
O pastor Silas Malafaia também se colocou do lado do presidente. "CHUPA ESSA MANGA IMPRENSA BANDIDA ! Grupo Globo , folha , estadão e veja , falaram mentira , enganaram o povo , a reunião ministerial não tem nada de interferência na PF. A REUNIÃO MOSTRA UM PRESIDENTE SINCERO , FRANCO  A FAVOR DA LIBERDADE E DEMOCRACIA. FORTALECERAM BOLSONARO!", disse.  


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