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Botinho 2026: CBMERJ oferece colônia de férias gratuita

Por Larissa
05/01/2026
Em Brasil
Botinho 2026: CBMERJ oferece colônia de férias gratuita

Créditos: depositphotos.com / agnormark.gmail.com

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O projeto Botinho 2026 abriu inscrições no último domingo (4) e oferece mais de 5 mil vagas para crianças e adolescentes . O programa é uma colônia de férias gratuita voltada à educação para segurança no mar e uso responsável das praias do estado do Rio de Janeiro. Idealizado em parceria entre o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e o Sesc-RJ, o programa oferece atividades durante o mês de janeiro, em período de alta frequência nas orlas. A iniciativa busca preencher o tempo livre das férias escolares com conteúdo educativo, esportivo e de convivência.

As vagas são destinadas a participantes de 7 a 17 anos, distribuídos por diversas praias fluminenses. As turmas se reunirão pela manhã entre os dias 21 e 30 de janeiro, entre 8h e 11h, em dias consecutivos. Além da gratuidade, outro ponto central do projeto é a abrangência territorial, alcançando diferentes regiões litorâneas do estado e aproximando comunidades do trabalho de prevenção desenvolvido pelos bombeiros.

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O que é o projeto Botinho 2026 e qual sua proposta?

O projeto Botinho 2026 é um programa socioeducativo de férias com foco em prevenção de afogamentos, cidadania e convivência segura com o ambiente marinho. A colônia de férias combina atividades físicas na areia, aprendizado sobre o comportamento do mar e orientações sobre situações de risco comuns nas praias.

Instrutores, guarda-vidas e profissionais de educação física costumam compor as equipes responsáveis pelos grupos. Durante o período de atividades, os participantes têm contato direto com noções práticas sobre como agir em correntes de retorno, como identificar áreas mais seguras para banho e qual a importância de seguir a sinalização e as orientações dos bombeiros nas praias.

Projeto Botinho 2026: como funcionam inscrições e turmas?

A inscrição para o projeto Botinho 2026 é feita de forma individual, em plataforma on-line indicada pela organização. Nessa etapa, o responsável legal realiza o cadastro, informa dados pessoais da criança ou do adolescente e seleciona a praia de preferência, entre as áreas participantes do programa. Como as vagas são limitadas, a recomendação usual é que o preenchimento seja feito o quanto antes, respeitando o período oficial de inscrições.

Após o envio do formulário digital, a confirmação costuma ser encaminhada por e-mail em prazo informado no próprio sistema. A mensagem traz instruções para a entrega presencial de documentos, como atestado médico, termo de autorização e eventuais formulários complementares. Somente após essa conferência de documentos a vaga é efetivada.

As crianças e adolescentes são divididos em três faixas etárias, o que facilita a adaptação do conteúdo:

  • Golfinho: de 7 a 10 anos;
  • Moby Dick: de 11 a 14 anos;
  • Tubarão: de 15 a 17 anos.

Quais atividades fazem parte da colônia de férias Botinho 2026?

Ao longo dos dias de colônia de férias, o Botinho 2026 combina exercícios físicos, conteúdos educativos e dinâmicas de grupo. Entre as ações mais comuns estão alongamentos, corridas leves na areia, brincadeiras cooperativas e circuitos simples voltados à resistência e coordenação motora. O objetivo não é o desempenho esportivo, mas sim estimular hábitos saudáveis, disciplina e respeito aos limites do corpo.

Em paralelo às práticas corporais, o foco principal recai sobre a educação para segurança aquática. Os instrutores explicam, por exemplo, como identificar mudanças na coloração da água, força das ondas e presença de valas na arrebentação. Também são abordados sinais de perigo, como bandeiras de alerta, atitudes arriscadas próximas às pedras e comportamentos inadequados em dias de mar agitado. Essas orientações ajudam a formar banhistas mais atentos, capazes de reconhecer situações que merecem cuidado.

Outro eixo importante do Botinho 2026 é a educação ambiental, que trabalha temas como descarte correto de lixo, impacto do plástico no oceano, preservação de restingas e respeito à fauna marinha. Muitas turmas realizam atividades como mutirões simbólicos de limpeza na faixa de areia e conversas sobre como pequenas atitudes individuais podem reduzir danos ao ecossistema costeiro. Assim, a colônia amplia o olhar dos participantes para além do lazer e incentiva o uso responsável das praias.

FAQ – Perguntas frequentes sobre o Botinho 2026

1. O projeto Botinho 2026 exige que a criança saiba nadar?
Não. A participação não exige que a criança ou o adolescente já saiba nadar. Entretanto, os responsáveis devem informar, no ato da inscrição, o nível de habilidade na água, para que os instrutores ajustem as atividades e redobrem a atenção quando necessário.

2. Os pais ou responsáveis podem acompanhar as atividades na praia?
Podem, desde que respeitem as orientações da equipe e não interfiram na dinâmica do grupo. Em suma, a presença próxima é bem-vinda para dar segurança à família, mas o ideal é que os participantes desenvolvam autonomia e sigam diretamente as instruções dos bombeiros e monitores.

3. O que a criança deve levar diariamente para o Botinho 2026?
Em geral, recomenda-se levar garrafa de água, protetor solar, boné ou viseira, lanche leve e toalha. Portanto, o ideal é que cada participante use roupas confortáveis para atividades físicas e, quando houver, o uniforme fornecido pelo projeto.

4. Em caso de chuva ou mar muito agitado, as atividades são mantidas?
As equipes avaliam diariamente as condições climáticas e do mar. Então, quando há risco para os participantes, as atividades podem ser adaptadas ou suspensas, priorizando sempre a segurança. Algumas unidades optam por conteúdos teóricos ou dinâmicas fora da água nesse tipo de situação.

5. Existe lista de espera se as vagas já tiverem acabado?
Em muitos pontos de praia, a coordenação organiza lista de espera para preencher vagas que desistências liberem. Portanto, mesmo que as vagas iniciais tenham sido preenchidas, vale registrar o interesse e acompanhar os comunicados oficiais da organização.

Tags: bombeirosBrasilcbmerjeducação
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