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Como saber se você tem deficiência de vitamina D

Por Lara
11/01/2026
Em Saúde
Créditos: depositphotos.com / gwolters

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A deficiência de vitamina D tem ganhado destaque na área da saúde por afetar diferentes idades e perfis de pessoas. Esse nutriente atua em processos essenciais do organismo, como o metabolismo ósseo e o funcionamento do sistema imunológico. Quando seus níveis ficam abaixo do ideal, o corpo pode apresentar sinais que, muitas vezes, passam despercebidos na rotina.

Embora seja conhecida como a “vitamina do sol”, a vitamina D depende de vários fatores além da exposição solar. Estilo de vida, trabalho em ambientes fechados, alimentação, uso frequente de protetor solar e algumas condições de saúde influenciam na produção e na absorção dessa vitamina. Por isso, compreender como a carência se manifesta é importante para reconhecer precocemente possíveis alterações.

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O que é deficiência de vitamina D e por que ela ocorre?

A deficiência de vitamina D acontece quando a quantidade dessa vitamina no sangue está abaixo do nível considerado adequado para manter o bom funcionamento do organismo. Essa condição está frequentemente relacionada à baixa exposição ao sol, já que os raios UVB são fundamentais para a síntese da vitamina na pele. Pessoas que passam a maior parte do tempo em locais fechados, utilizam roupas que cobrem grande parte do corpo ou usam protetor solar de forma intensa tendem a apresentar maior risco.

Além dos fatores ambientais, alguns grupos têm maior probabilidade de desenvolver deficiência de vitamina D, como idosos, pessoas com pele mais escura, indivíduos com obesidade e pacientes com doenças que comprometem a absorção de gorduras no intestino. O uso contínuo de certos medicamentos também pode interferir no metabolismo dessa vitamina. Em muitos casos, a deficiência não causa sintomas evidentes e só é identificada por meio de exame de sangue específico.

Quais são os principais sintomas da deficiência de vitamina D?

Os sintomas da deficiência de vitamina D podem variar em intensidade e nem sempre são claros. Em boa parte dos casos, a pessoa se sente relativamente bem, o que reforça a necessidade de avaliação laboratorial. Quando os sinais aparecem, costumam incluir cansaço persistente, sensação de fraqueza e redução do desempenho nas atividades diárias, mesmo sem grande esforço físico.

O desconforto em músculos e ossos também é um alerta. A carência prolongada pode gerar dores musculares, diminuição de força, maior ocorrência de câimbras e dores ósseas difusas. Com o tempo, há maior perda de massa óssea e elevação do risco de fraturas, especialmente em idosos. Em situações mais graves, podem surgir quadros como osteoporose, osteomalácia em adultos e raquitismo em crianças, todos associados ao prejuízo da mineralização óssea.

Também podem ocorrer maior suscetibilidade a infecções respiratórias e alterações de humor, como desânimo, baixa energia e sintomas depressivos. Esses sinais, porém, não são exclusivos da falta de vitamina D, por isso é fundamental buscar avaliação profissional antes de atribuí-los apenas a essa deficiência.

Como identificar a carência de vitamina D com segurança?

A confirmação da deficiência de vitamina D não deve se basear apenas na observação de sintomas. O método recomendado é o exame de sangue que mede a concentração de 25-hidroxivitamina D, forma utilizada para avaliar os estoques da vitamina no organismo. O resultado é interpretado por um profissional de saúde, que considera idade, histórico clínico, uso de medicamentos e presença de fatores de risco.

Algumas situações merecem atenção especial na investigação:

  • Pouca exposição à luz solar ao longo da semana.
  • Pele escura, que reduz a eficiência da síntese cutânea de vitamina D.
  • Idade avançada, com menor capacidade de produção de vitamina D na pele.
  • Obesidade, que pode alterar a distribuição da vitamina no organismo.
  • Doenças intestinais que comprometem a absorção de nutrientes.
  • Uso crônico de determinados medicamentos, como anticonvulsivantes e corticoides.

Com base nessa avaliação, o profissional define se há necessidade de monitoramento periódico, ajustes no estilo de vida ou início de suplementação.

Como aumentar a vitamina D: sol, alimentação e suplementação

Em pessoas saudáveis e sem deficiência importante, geralmente é possível manter níveis adequados de vitamina D combinando exposição solar moderada e alimentação equilibrada. A recomendação geral é buscar alguns minutos diários de sol em horários mais seguros, como no início da manhã ou no fim da tarde, com partes do corpo descobertas, respeitando o tipo de pele e as orientações dermatológicas.

Na alimentação, as principais fontes naturais de vitamina D são alimentos de origem animal com maior teor de gordura. Entre eles, destacam-se:

  • Peixes gordurosos de água fria, como salmão, sardinha e atum.
  • Óleo de fígado de peixe.
  • Gema de ovo.
  • Leite integral e derivados, além de alimentos enriquecidos com vitamina D.

Quando a deficiência já está confirmada, apenas sol e alimentação podem não ser suficientes para normalizar os níveis. Nesses casos, costuma ser indicada a suplementação de vitamina D em comprimidos, cápsulas ou gotas, com dose e duração definidas por médico ou nutricionista. O uso sem orientação não é indicado, pois o excesso de vitamina D também pode causar problemas à saúde.

É possível prevenir a deficiência de vitamina D?

A prevenção da carência de vitamina D envolve um conjunto de medidas simples, que podem ser adaptadas à rotina de cada pessoa. Alguns pontos importantes na prática incluem:

  1. Ajustar a exposição ao sol: reservar alguns minutos do dia para estar ao ar livre, seguindo sempre as recomendações de proteção da pele.
  2. Cuidar da alimentação: incluir com frequência peixes, ovos, laticínios e produtos fortificados, conforme as necessidades individuais.
  3. Acompanhar exames: grupos de risco, como idosos e pessoas com doenças crônicas, costumam se beneficiar do monitoramento regular dos níveis de vitamina D.
  4. Seguir orientação profissional: qualquer suplementação deve ser baseada em avaliação clínica e laboratorial.

Com informação adequada, atenção aos sinais do corpo e acompanhamento especializado, torna-se mais fácil identificar e manejar a deficiência de vitamina D, reduzindo impactos sobre ossos, músculos e sistema imunológico ao longo da vida.

FAQ – Perguntas frequentes sobre vitamina D

1. Qual a diferença entre vitamina D2 e D3?
Em suma, ambas são formas de vitamina D, porém a D2 (ergocalciferol) é geralmente de origem vegetal e a D3 (colecalciferol) costuma ser de origem animal e é a forma produzida pela pele após exposição ao sol. A D3 tende a ser mais eficaz para elevar e manter os níveis sanguíneos, portanto é a forma mais utilizada em suplementos. Entretanto, a escolha ideal deve ser discutida com o profissional de saúde.

2. Vitamina D ajuda na imunidade?
A vitamina D participa da modulação do sistema imunológico, influenciando a resposta a infecções e processos inflamatórios. Portanto, níveis adequados podem contribuir para uma melhor resposta imune. Entretanto, ela não substitui outras medidas essenciais, como vacinação, alimentação equilibrada e sono adequado, então deve ser vista como parte de um conjunto de cuidados.

3. Pessoas com pele escura precisam de mais tempo de sol para produzir vitamina D?
Sim: a maior quantidade de melanina reduz a capacidade da pele de produzir vitamina D a partir da luz solar. Portanto, muitas pessoas com pele escura podem necessitar de exposição um pouco mais prolongada para obter o mesmo efeito que alguém de pele clara. Entretanto, esse tempo deve sempre respeitar as orientações de proteção solar, então a avaliação individual com um profissional é fundamental.

4. É possível ter excesso de vitamina D? Quais os riscos?
O excesso geralmente ocorre por uso inadequado de suplementos, não pela exposição ao sol ou alimentação. Níveis muito altos podem causar hipercalcemia, levando a náuseas, vômitos, fraqueza, confusão mental e, em casos graves, danos aos rins. Portanto, a suplementação deve ser sempre orientada e acompanhada por exames. Entretanto, quando usada corretamente, a vitamina D é segura, então o risco de toxicidade é baixo sob supervisão profissional.

5. Grávidas e lactantes precisam de cuidados especiais com a vitamina D?
Gestação e amamentação são fases em que as necessidades nutricionais estão aumentadas, incluindo a vitamina D, importante para mãe e bebê. Portanto, é comum que o médico avalie os níveis e, se necessário, indique suplementação específica. Entretanto, doses muito altas sem orientação podem ser prejudiciais, então qualquer ajuste deve ser feito com acompanhamento pré-natal.

6. Crianças e bebês devem suplementar vitamina D automaticamente?
Em suma, muitos protocolos recomendam suplementação de vitamina D para bebês, especialmente os que são amamentados exclusivamente ao seio, pois o leite materno tem quantidades limitadas dessa vitamina. Portanto, pediatras costumam prescrever doses preventivas. Entretanto, as necessidades variam conforme idade, dieta e exposição solar, então é essencial seguir a recomendação individual do pediatra, não medicando por conta própria.

7. Quem faz cirurgia bariátrica tem mais risco de deficiência de vitamina D?
Sim, pois alguns tipos de cirurgia bariátrica alteram a absorção de gorduras e de vitaminas lipossolúveis, como a vitamina D. Portanto, esses pacientes geralmente precisam de monitoramento laboratorial frequente e suplementação específica ao longo da vida. Entretanto, com acompanhamento adequado da equipe multiprofissional, é possível manter níveis adequados, então o risco pode ser bem controlado.

8. A vitamina D interfere na saúde mental?
Estudos têm associado baixos níveis de vitamina D a maior risco de sintomas depressivos e alterações de humor. Portanto, manter a vitamina D adequada pode fazer parte da estratégia global de cuidado em saúde mental. Entretanto, ela não substitui tratamento psicológico ou psiquiátrico quando necessário, então deve ser entendida como coadjuvante, e não como único recurso terapêutico.

9. Quem tem doenças autoimunes deve ter atenção especial à vitamina D?
Pessoas com doenças autoimunes, como lúpus, artrite reumatoide e esclerose múltipla, frequentemente apresentam alterações de vitamina D. Portanto, muitos especialistas recomendam monitorar e corrigir a deficiência nesses casos, pois a vitamina pode influenciar a modulação da resposta imune. Entretanto, ela não cura doenças autoimunes, então integra um plano de tratamento mais amplo, definido pelo médico.

10. Exercícios ao ar livre ajudam a melhorar os níveis de vitamina D?
Sim: praticar atividade física ao ar livre aumenta a exposição ao sol, favorecendo a síntese cutânea de vitamina D. Portanto, caminhar, correr ou fazer esportes em horários adequados pode contribuir tanto para o condicionamento físico quanto para a saúde óssea e imunológica. Entretanto, é preciso equilibrar tempo de exposição e proteção da pele, então a orientação de um profissional de saúde ou dermatologista é recomendada.

Tags: deficiência de vitamina dsaúdevitamina D
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