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Macarrão engorda mesmo? Saiba o que dizem os especialistas

Por Larissa
12/01/2026
Em Bem-estar
Macarrão engorda mesmo? Saiba o que dizem os especialistas

Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

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Quando se fala em macarrão, a primeira preocupação costuma ser o medo de engordar. No entanto, especialistas em nutrição apontam que o efeito do prato no peso corporal depende mais do contexto da refeição e do estilo de vida do que do alimento isolado. Fatores como quantidade servida, tipo de molho, presença de proteínas, legumes e a prática de atividade física interferem diretamente na relação entre a macarronada, o ganho de gordura e a saúde em geral. Então, ao olhar para a refeição como um todo, a macarronada pode se tornar uma opção equilibrada, e não um vilão automático da balança.

Como o macarrão influencia o ganho de peso?

O macarrão é um alimento rico em carboidratos, nutrientes que o organismo transforma em glicose para gerar energia. Entretanto, quando a porção é muito grande ou acompanhada de molhos gordurosos e frituras, a refeição tende a elevar rapidamente a glicemia, estimulando maior liberação de insulina. Em excesso e de forma repetida, esse cenário favorece o acúmulo de gordura, principalmente abdominal, o que está associado a maior risco cardiometabólico e a alterações como resistência à insulina e aumento de triglicerídeos.

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Por outro lado, o consumo moderado de macarronada, combinado com proteínas magras, vegetais e fontes de gordura de melhor qualidade, tende a provocar resposta glicêmica mais estável. Então, nesse contexto, o prato passa a ser apenas mais uma fonte de energia dentro do total diário, e não um fator isolado de aumento de peso. Em suma, a forma de preparo, o ponto de cozimento (al dente costuma gerar menor índice glicêmico) e a combinação com fibras fazem diferença prática no organismo.

Como funciona o processo de ganho e perda de peso?

O peso corporal se altera gradualmente, como resultado de hábitos repetidos ao longo do tempo. Quando a ingestão calórica supera o gasto energético de forma contínua, o organismo armazena esse excedente na forma de gordura. Em linhas gerais, estima-se que um acúmulo aproximado de 7.000 calorias não utilizadas possa representar cerca de 1 kg de gordura a mais, embora esse valor varie conforme características individuais, hormônios, microbiota intestinal e composição de massa magra. Portanto, um único prato dificilmente determina o ganho de peso; o padrão repetido, sim.

Na direção oposta, a perda de peso ocorre quando há déficit energético mantido. Isso significa consumir menos calorias do que o corpo precisa, combinando ajustes na alimentação com o aumento do gasto por meio de atividade física e movimento diário. Em suma, não se trata de um evento imediato, mas de um processo construído por escolhas recorrentes, como reduzir porções, priorizar alimentos in natura ou minimamente processados e limitar o consumo de ultraprocessados, bebidas alcoólicas e açucaradas. Então, encaixar o macarrão em um plano estratégico, com quantidades pensadas e boa distribuição de nutrientes, contribui para a perda de peso saudável sem necessidade de cortar completamente esse alimento.

Quais tipos de massa podem fazer parte de uma alimentação saudável?

Existem diferentes tipos de macarrão disponíveis no mercado, e cada um apresenta características próprias. Algumas opções mais tradicionais são produzidas apenas com farinha de trigo e água, enquanto outras levam ovos na composição. Também há massas secas, frescas, integrais, feitas com trigo durum e versões elaboradas com farinhas alternativas, como grão-de-bico, lentilha ou arroz, utilizadas com frequência por pessoas com restrições específicas. Em suma, a variedade permite que cada pessoa escolha a massa que melhor se adapta às suas necessidades e preferências, sem abrir mão do prazer de comer.

Do ponto de vista calórico, as massas integrais costumam ter valor energético semelhante ao das massas comuns. Entretanto, a principal vantagem é a maior quantidade de fibras e micronutrientes preservados, fator que contribui para maior saciedade e melhor funcionamento intestinal. Já as versões instantâneas, em geral, são ricas em gordura, sódio e aditivos, o que as torna menos interessantes para o consumo frequente, especialmente em planos alimentares voltados à prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. Portanto, ao escolher a massa, vale considerar não só as calorias, mas a qualidade nutricional e o quanto ela se encaixa em um padrão alimentar mais natural.

  • Massas secas tradicionais: longa durabilidade e ampla variedade de formatos. Então, são práticas para o dia a dia e permitem preparos rápidos com diferentes tipos de molhos.
  • Massas frescas: textura mais macia, porém com menor prazo de validade. Em suma, combinam bem com molhos leves e são interessantes para refeições especiais.
  • Massas integrais: maior teor de fibras, auxiliando na saciedade. Portanto, podem contribuir para melhor controle glicêmico e para a manutenção do peso quando inseridas em uma dieta equilibrada.
  • Massas instantâneas: praticidade, mas elevado teor de gordura e sódio. Então, o consumo deve ser eventual, e não rotina, principalmente para quem busca saúde metabólica.
  • Massas com farinhas especiais: alternativas para diversificar o consumo de carboidratos. Entretanto, mesmo essas versões pedem atenção às porções e aos acompanhamentos para que continuem alinhadas a uma alimentação saudável.

Como montar uma macarronada mais saudável no dia a dia?

  1. Reduzir a porção de macarrão: priorizar quantidades moderadas, evitando repetições automáticas. Portanto, servir o macarrão em pratos menores ou já pré-porcionado pode auxiliar no controle calórico.
  2. Incluir proteínas magras: frango em cubos, carne em tiras, ovos, queijos magros ou leguminosas ajudam na saciedade. Então, a refeição fica mais completa, com melhor equilíbrio entre carboidratos e proteínas.
  3. Aumentar a presença de vegetais: tomates, brócolis, berinjela, abobrinha e folhas verdes agregam fibras e micronutrientes. Em suma, quanto mais colorido o prato, maior tende a ser a qualidade nutricional.
  4. Escolher molhos mais simples: preparações à base de tomate, alho, ervas e azeite tendem a ser menos calóricas do que molhos muito cremosos. Portanto, substituir creme de leite em excesso por versões com tomate e azeite ajuda a reduzir calorias e gorduras saturadas.
  5. Controlar a frequência: alternar o consumo de massa com outras fontes de carboidrato, como arroz, batata, mandioca e grãos integrais. Então, a dieta fica mais variada, o que favorece a ingestão de diferentes nutrientes e melhora o equilíbrio geral da alimentação.

FAQ – Perguntas adicionais sobre macarronada e saúde

1. Posso comer macarronada à noite sem engordar?
Em suma, o horário da refeição importa menos do que o total de calorias e a composição do prato ao longo do dia. Entretanto, à noite, a tendência é ter menor gasto energético, então vale consumir porções moderadas, dar preferência a molhos leves, incluir vegetais e evitar sobremesas muito calóricas em seguida.

2. Macarrão sem glúten é mais saudável do que o tradicional?
Não necessariamente. Portanto, o macarrão sem glúten é indicado principalmente para pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. Então, para quem tolera bem o glúten, o fator mais importante continua sendo a qualidade dos ingredientes, a quantidade de fibras e o equilíbrio da refeição como um todo.

3. É melhor comer macarrão antes ou depois do treino?
Depende do objetivo. Em suma, antes do treino, uma porção moderada de macarrão, combinada com proteína leve e pouca gordura, pode fornecer energia. Depois do treino, o macarrão pode ajudar a repor o glicogênio muscular, principalmente se vier acompanhado de boa fonte de proteína para recuperação.

4. Crianças podem comer macarronada com frequência?
Sim, desde que o prato seja organizado de forma equilibrada. Portanto, é importante incluir legumes, uma fonte de proteína e evitar molhos muito gordurosos ou excesso de queijo. Então, usar massas integrais e variar os formatos pode ajudar a aumentar o interesse das crianças e melhorar o valor nutricional.

5. Macarrão engorda mais do que arroz?
Em termos calóricos, as porções equivalentes de macarrão e arroz costumam ser parecidas. Em suma, o que faz mais diferença é a quantidade servida, os acompanhamentos e a frequência de consumo. Portanto, tanto macarrão quanto arroz podem entrar em uma dieta equilibrada, desde que as porções e o contexto da refeição sejam bem planejados.

Tags: bem-estardietaemagrecimentomacarrão
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