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Por que algumas pessoas pensam em outra pessoa durante o sexo?

Por Lara
13/01/2026
Em Curiosidades
Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

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Pensar em outra pessoa durante o sexo ainda é um assunto cercado de reserva em muitas conversas sobre intimidade. Entre amigos, no consultório ou nas redes sociais, o tema costuma despertar dúvidas sobre lealdade, desejo e significado emocional. Apesar disso, relatos de fantasias com terceiros aparecem com frequência em pesquisas sobre comportamento sexual, indicando que se trata de algo comum no cotidiano afetivo de diferentes faixas etárias e orientações sexuais.

Nesse cenário, a fantasia sexual surge como um elemento central para entender o que acontece na mente durante o ato. Enquanto o corpo está envolvido na relação, o cérebro continua ativo, produzindo imagens, lembranças e cenas imaginárias. Para parte das pessoas, esse movimento mental ajuda a manter a excitação, a lidar com distrações e até a diminuir a ansiedade de desempenho, sem necessariamente indicar insatisfação com o relacionamento.

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O que significa fantasiar com outra pessoa durante o sexo?

Fantasiar com outra pessoa durante o sexo é, em termos simples, imaginar um terceiro enquanto se mantém a relação com o parceiro atual. A fantasia sexual pode envolver figuras anônimas, personagens fictícios, celebridades ou alguém do convívio social. A sexologia entende esse fenômeno como parte do funcionamento natural do desejo, relacionado à busca por novidade, curiosidade erótica e estímulos que mantêm o interesse sexual ativo.

Pesquisas recentes em sexualidade humana indicam que a maioria das pessoas já teve algum tipo de fantasia erótica envolvendo outros cenários ou personagens, sem intenção concreta de transformar essas imagens em ações. A palavra-chave “pensar em outra pessoa durante o sexo” aparece cada vez mais em buscas online justamente porque muitas pessoas tentam entender se esse comportamento seria um sinal de problema na relação. Estudos publicados até 2023 apontam que, na maior parte dos casos, esse tipo de pensamento não está ligado a infidelidade, mas a um modo específico de o cérebro organizar o prazer.

Pensar em outra pessoa durante o sexo é sinônimo de traição?

Do ponto de vista clínico, pensar em outra pessoa durante o sexo não é automaticamente considerado traição. A diferença costuma estar entre o que permanece no campo da imaginação e o que se transforma em ação concreta, rompendo acordos estabelecidos pelo casal. Em muitos relacionamentos, a fantasia sexual é vista como um espaço privado, semelhante a um sonho: algo que ocorre na mente, sem impacto direto na realidade, desde que não gere sofrimento ou desrespeito.

Profissionais da área destacam que esse tipo de imaginação não significa, por si só, falta de atração física ou emocional pelo parceiro. Em alguns casos, a fantasia funciona como um recurso para afastar preocupações cotidianas, reduzir a autocobrança e permitir que a pessoa se concentre nas sensações corporais. Em outros, pode revelar curiosidades eróticas que nunca foram verbalizadas, mas que permanecem apenas como roteiro interno, sem intenção prática.

  • Não indica automaticamente desamor: pode coexistir com vínculos afetivos sólidos.
  • Nem sempre revela desejo real de agir: muitas cenas mentais são irreais ou improváveis.
  • Pode ser passageiro: ocorre em um momento específico e não se repete com frequência.

Como as fantasias sexuais podem influenciar a relação?

O impacto de pensar em outra pessoa durante o sexo varia conforme a dinâmica de cada casal. Em alguns relacionamentos, o assunto nunca é comentado e permanece como parte da intimidade individual. Em outros, a fantasia é compartilhada de maneira cuidadosa, dentro de um contexto de confiança. Nesses casos, quando há respeito e consentimento, a imaginação pode inspirar novas formas de proximidade, roteiros eróticos e diálogos mais abertos sobre desejo.

Ao mesmo tempo, certas pessoas relatam desconforto ao descobrir que o parceiro fantasia com terceiros. Nesse tipo de situação, especialistas sugerem observar alguns pontos antes de interpretar o comportamento como sinal de crise. Entre eles, a frequência das fantasias, o grau de sofrimento envolvido e a presença de outros fatores, como conflitos, ressentimentos ou falta de comunicação. Quando o tema gera angústia intensa, a busca por orientação profissional em sexologia ou terapia de casal pode ajudar a organizar melhor as emoções envolvidas.

  1. Identificar sentimentos: perceber se há ciúme, medo de abandono ou insegurança com o próprio corpo.
  2. Avaliar acordos do casal: verificar se o tema já foi conversado e quais limites foram combinados.
  3. Definir se vale compartilhar: em alguns casos, manter a fantasia como espaço privado é mais adequado; em outros, o diálogo pode fortalecer a confiança.

Quando pensar em outra pessoa durante o sexo pode ser um sinal de alerta?

Apesar de a fantasia sexual ser considerada parte saudável da vida erótica, há situações em que o conteúdo ou a intensidade desses pensamentos pode apontar para sofrimento. Isso acontece, por exemplo, quando a pessoa depende exclusivamente da fantasia com terceiros para sentir excitação, não consegue se conectar ao parceiro em nenhum momento ou passa a evitar o contato íntimo por culpa, medo ou vergonha.

Também merece atenção quando a pessoa percebe que a fantasia sexual está ligada a comportamentos compulsivos, que interferem na rotina, no trabalho ou em outras áreas da vida. Em 2025, cresce a oferta de atendimentos especializados em saúde mental e sexualidade, tanto presenciais quanto online, o que facilita o acesso a apoio profissional. Nessas consultas, é possível explorar, com sigilo, como as fantasias surgem, que papel ocupam na relação e quais estratégias podem tornar a vida sexual mais confortável para todos os envolvidos.

No fim, pensar em outra pessoa durante o sexo continua sendo um tema que provoca questões importantes sobre intimidade, confiança e limites individuais. Ao encarar o assunto com informação, sem alarmismo e com respeito às diferenças, torna-se mais fácil compreender a fantasia sexual como um aspecto complexo, mas frequente, da experiência humana com o desejo.

FAQ sobre relações sexuais e intimidade

1. É normal ter desejo sexual diferente do parceiro?
Sim, variações de desejo entre parceiros são comuns. Cada pessoa tem um ritmo, momentos de maior ou menor interesse e influências hormonais, emocionais e de estresse do dia a dia. Entretanto, quando a diferença de desejo passa a gerar brigas constantes, frustração ou sensação de rejeição, pode ser útil conversar abertamente sobre isso e, se necessário, buscar orientação profissional. Portanto, mais importante do que “igualar” o desejo é construir acordos que respeitem limites e necessidades de ambos. Então, diálogo e empatia costumam ser o primeiro passo.

2. Como falar sobre preferências sexuais sem magoar o parceiro?
A forma de comunicar costuma ser tão importante quanto o conteúdo. Vale priorizar um tom acolhedor, evitando críticas diretas ao desempenho ou comparações com outras pessoas. Entretanto, esconder desejos por medo de conflito pode gerar afastamento emocional ao longo do tempo. Portanto, pode ajudar começar a conversa em um momento neutro, fora do sexo, usando frases em primeira pessoa, como “eu gosto”, “eu sinto”, “eu tenho curiosidade”. Então, a ideia é construir um espaço de troca, e não de cobrança.

3. O que fazer quando a relação sexual se torna “mecânica” ou repetitiva?
A sensação de rotina excessiva no sexo é relatada com frequência em relacionamentos duradouros. Isso não significa necessariamente falta de amor ou atração, mas pode sinalizar que o casal se acomodou em um único roteiro. Entretanto, pequenos ajustes podem fazer diferença: variar o ambiente, explorar carícias sem foco imediato na penetração, experimentar novas posições consensuais ou incluir mais tempo de preliminares. Portanto, o objetivo é resgatar curiosidade e presença no encontro. Então, conversar sobre o que cada um sente falta é um bom começo.

4. A falta de vontade de transar sempre indica problema na relação?
Nem sempre. O desejo sexual é influenciado por sono, estresse, uso de medicamentos, questões hormonais, saúde mental e até estilo de vida. Entretanto, se a falta de vontade é persistente e causa sofrimento, pode ser um sinal de que algo merece atenção, seja na esfera individual, seja na dinâmica do casal. Portanto, observar há quanto tempo isso ocorre e em quais contextos ajuda a entender as causas. Então, em alguns casos, uma avaliação com ginecologista, urologista ou terapeuta sexual é recomendada.

5. Como saber se um limite pessoal na sexualidade é saudável ou muito rígido?
Limites são fundamentais para que a sexualidade se mantenha segura e respeitosa. Um limite saudável protege a integridade física e emocional, sem impor culpa ou vergonha ao simples fato de sentir desejo. Entretanto, quando o limite vem acompanhado de medo extremo, culpa intensa ou sensação de que “qualquer desejo é errado”, pode estar ligado a crenças rígidas ou experiências negativas. Portanto, diferenciar o que realmente causa desconforto do que foi aprendido como tabu é um processo importante. Então, conversar com um profissional pode ajudar a reorganizar essas fronteiras de forma mais confortável.

6. A pornografia pode afetar a vida sexual do casal?
O impacto da pornografia depende muito de como ela é usada e de como cada pessoa se sente em relação a isso. Algumas pessoas utilizam conteúdos eróticos como estímulo individual, sem prejuízo para a relação. Entretanto, o uso excessivo pode criar expectativas irreais sobre corpo, desempenho e frequência sexual, interferindo na intimidade real. Portanto, quando um dos parceiros se sente comparado, pressionado ou substituído, o tema merece ser discutido com cuidado. Então, estabelecer limites e combinados claros, ou mesmo buscar ajuda profissional, pode ser necessário em alguns casos.

7. O que é uma relação sexual consensual e por que isso é tão enfatizado?
Consenso significa que todas as pessoas envolvidas concordam livremente com o que está acontecendo, sem pressão, ameaça ou manipulação. Em suma, o consentimento deve ser claro, contínuo e pode ser retirado a qualquer momento. Entretanto, ainda existem mitos de que estar em um relacionamento fixo já garantiria autorização automática para qualquer prática, o que não é verdade. Portanto, perguntar, ouvir e respeitar o “não” ou o “não quero assim” é essencial para uma vida sexual ética e segura. Então, o diálogo sobre limites, conforto e segurança é parte importante da intimidade.

8. Como lidar com inseguranças em relação ao próprio corpo na hora do sexo?
Inseguranças corporais são muito comuns e podem interferir no prazer. Comparações com padrões estéticos irreais, experiências de crítica ou vergonha e mudanças físicas ao longo da vida influenciam a forma como a pessoa se percebe. Entretanto, focar apenas em defeitos imaginados tende a afastar a atenção das sensações e da conexão com o parceiro. Portanto, estratégias como buscar autoconhecimento, praticar o autocuidado, limitar comparações e conversar com o parceiro sobre apoio e acolhimento podem ajudar. Então, se a insatisfação com o corpo for intensa, psicoterapia pode ser um recurso importante.

9. Diferenças de libido podem ser trabalhadas sem terminar o relacionamento?
Em muitos casos, sim. É comum que uma pessoa queira sexo com mais frequência do que a outra, e isso não significa automaticamente incompatibilidade total. Entretanto, ignorar o tema ou usar sexo como moeda de troca ou punição tende a aumentar a distância e o ressentimento. Portanto, construir alternativas — como encontrar momentos de intimidade que não envolvam necessariamente relação completa, combinando formas diferentes de contato físico — pode ser um caminho. Então, terapia de casal ou sexoterapia também podem auxiliar quando o diálogo está travado.

10. Como saber a hora de buscar ajuda profissional para questões sexuais?
Um sinal importante é o grau de sofrimento envolvido. Quando dificuldades na vida sexual passam a afetar autoestima, gerar conflitos recorrentes, evitar intimidade ou trazer culpa intensa, vale considerar apoio especializado. Entretanto, muitas pessoas adiam essa busca por vergonha ou por achar que “é assim mesmo” e não há o que fazer. Portanto, lembrar que sexualidade faz parte da saúde global ajuda a encarar o tema com mais naturalidade. Então, profissionais como médicos, psicólogos e sexólogos podem oferecer orientações baseadas em evidências, sempre com sigilo e respeito.

Tags: Curiosidadesfantasias sexuaispsicólogosrelações sexuaissexologia
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