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Dezembro chegou: 5 dicas práticas para driblar a ansiedade de fim de ano

Por Lara
07/12/2025
Em Bem-estar
Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi

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O fim de ano costuma ser associado a festas, reencontros e comemorações, mas também é um momento em que muitas pessoas percebem um aumento da tensão emocional. Entre fechar pendências, lidar com compromissos sociais e fazer o balanço das metas de 2025, a ansiedade de fim de ano ganha espaço. A mistura de expectativas, comparações e cobranças internas cria um ambiente propício para noites mal dormidas, preocupação excessiva e sensação de esgotamento.

Além disso, essa época costuma trazer à tona lembranças, saudades e questões financeiras que ficaram em segundo plano ao longo do ano. Para algumas pessoas, dezembro marca o fim de ciclos importantes; para outras, reforça a ideia de que “o tempo está passando rápido demais”. Em meio a tantos estímulos, aprender a reconhecer os sinais do estresse e encontrar estratégias para lidar com a ansiedade se torna um ponto central para atravessar o período de forma mais equilibrada.

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O que é ansiedade de fim de ano e por que ela aparece?

A chamada ansiedade de fim de ano não é um diagnóstico específico, mas um conjunto de reações emocionais intensificadas por esse período. Envolve preocupações com o futuro, autorreflexão sobre o que foi vivido e medo de não ter dado conta de tudo que foi planejado. Metas não cumpridas, mudanças inesperadas e comparações constantes com a vida de outras pessoas são fatores que costumam alimentar esse quadro.

Outro elemento relevante é a sobrecarga típica de dezembro: festas, fechamento de projetos, eventos corporativos, compras e viagens. Quando a rotina se torna mais corrida, o corpo e a mente entram em alerta, o que pode se traduzir em taquicardia, tensão muscular, irritabilidade e dificuldade de concentração. O contexto social também pesa: quem está distante da família, enfrentou perdas recentes ou passa por dificuldades financeiras pode experimentar sentimentos de solidão, culpa ou preocupação mais intensa.

Como identificar os sinais desse problema?

Reconhecer precocemente os sinais da ansiedade de fim de ano é uma forma de evitar que o quadro se intensifique. Algumas manifestações costumam ser frequentes nessa fase, tanto no corpo quanto no comportamento. Nem todas indicam um transtorno, mas funcionam como um alerta de que algo precisa ser ajustado na rotina ou na forma de encarar esse período.

  • Dificuldade para dormir ou sono agitado, com muitos despertares;
  • Sensação constante de preocupação, mesmo sem um motivo específico imediato;
  • Tensão muscular, dor de cabeça ou sensação de aperto no peito;
  • Queda na produtividade, procrastinação e dificuldade para concluir tarefas;
  • Alterações no apetite, comendo em excesso ou perdendo a fome;
  • Vontade de evitar encontros, conversas e decisões relacionadas ao próximo ano.

Quando esses sinais aparecem de forma persistente e começam a interferir nas atividades do dia a dia, torna-se importante observar com mais atenção. Em alguns casos, buscar acompanhamento profissional pode ajudar a compreender melhor a origem dessas reações e a desenvolver estratégias adequadas para lidar com elas.

Como lidar com a ansiedade de fim de ano na prática?

Controlar a ansiedade de fim de ano não significa ignorar sentimentos ou forçar um clima festivo. A ideia é encontrar formas mais realistas e saudáveis de atravessar esse período, preservando energia emocional e física. Pequenos ajustes de rotina e de pensamento podem fazer diferença no modo como as pressões típicas de dezembro são percebidas.

  1. Rever metas com mais flexibilidade
    Em vez de encarar objetivos não cumpridos como fracasso, é possível analisá-los como informação. Entender o que foi possível, o que mudou no caminho e o que pode ser replanejado para 2026 reduz a autocobrança e ajuda a ajustar expectativas.
  2. Organizar prioridades
    Listar tarefas e compromissos do período e definir o que é essencial contribui para diminuir a sensação de caos. Ao enxergar o que realmente precisa ser feito, torna-se mais fácil dizer não a demandas que não cabem no momento.
  3. Estabelecer limites sociais e financeiros
    Participar de todas as festas, comprar presentes para muitas pessoas ou tentar agradar todos os lados pode ampliar o estresse. Definir um orçamento e escolher poucos eventos realmente importantes é uma forma de proteção emocional e econômica.
  4. Cuidar do básico: sono, alimentação e movimento
    Rotinas muito irregulares tendem a intensificar sintomas de ansiedade. Manter horários mínimos de sono, fazer refeições regulares e incluir algum tipo de atividade física leve, como caminhada, ajudam a regular o organismo.
  5. Reservar momentos de pausa
    Inserir pequenos intervalos no dia para respirar profundamente, ler, ouvir música ou praticar meditação pode reduzir a sensação de aceleração. O objetivo é criar microespaços de descanso, mesmo em dias cheios.

Quando buscar ajuda e como se preparar para o próximo ano?

Em alguns casos, a ansiedade de fim de ano pode se somar a outros desafios emocionais que já estavam presentes ao longo de 2025. Quando o mal-estar se torna constante, surgem crises de pânico, sensação de falta de ar ou pensamentos muito negativos sobre o futuro, a orientação de um profissional de saúde mental torna-se especialmente relevante.

Na preparação para o ano seguinte, muitas pessoas encontram utilidade em estratégias simples, como registrar por escrito o que funcionou bem, o que foi mais difícil e o que merece ser ajustado. Em vez de criar uma lista extensa de resoluções, alguns preferem definir poucos objetivos específicos e viáveis, observando prazos e recursos disponíveis. Essa abordagem tende a diminuir a sensação de urgência e favorece um planejamento mais concreto.

Ao longo desse processo, práticas como cultivar gratidão em relação a pequenas conquistas, manter contato com pessoas de confiança e limitar o tempo nas redes sociais podem contribuir para um olhar mais equilibrado sobre o próprio caminho. Dessa forma, o fim de ano deixa de ser apenas uma contagem regressiva carregada de tensão e passa a ser um momento de reorganização interna, abrindo espaço para que o próximo ciclo seja iniciado com mais clareza e menos pressão.

FAQ sobre ansiedade de fim de ano

1. A ansiedade de fim de ano é “normal” ou sempre indica um problema?
Sentir algum nível de ansiedade nesse período é comum, pois há muitas mudanças de rotina, expectativas e comparações envolvidas. Entretanto, quando a ansiedade passa a prejudicar o sono de forma intensa, o desempenho no trabalho, os relacionamentos ou a capacidade de aproveitar momentos de descanso, é um sinal de alerta. Portanto, vale observar a frequência e a intensidade dos sintomas e, então, considerar o apoio profissional se o incômodo for contínuo.

2. Qual a diferença entre preocupação comum e um quadro de ansiedade mais sério?
Preocupações pontuais costumam ter objeto definido e tendem a passar quando a situação é resolvida. Em suma, na ansiedade mais séria, a preocupação é mais difusa, exagerada em relação ao problema real e acompanhada de sintomas físicos, como falta de ar, aperto no peito e tensão muscular. Entretanto, apenas um profissional pode realizar um diagnóstico formal. Portanto, se você sente que “está sempre em alerta” e não consegue relaxar mesmo em momentos tranquilos, então é recomendável buscar orientação especializada.

3. A ansiedade de fim de ano pode piorar outros transtornos emocionais já existentes?
Em suma, sim. Quem já vive com depressão, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico ou luto recente pode perceber um aumento dos sintomas em dezembro. Isso acontece porque o período intensifica memórias, pressões sociais e mudanças na rotina. Entretanto, isso não significa um retrocesso definitivo no tratamento. Portanto, conversar com o psicólogo ou psiquiatra sobre esse momento específico pode ajudar a ajustar estratégias e, então, atravessar a fase com mais segurança.

4. O uso de redes sociais influencia a ansiedade de fim de ano?
O uso excessivo de redes sociais pode ampliar comparações e a sensação de que a vida dos outros é “melhor” ou “mais organizada”. Fotos de viagens, festas e conquistas podem reforçar a ideia de que você está ficando para trás. Entretanto, o problema não é a rede em si, mas a forma e o tempo de uso. Portanto, limitar o tempo online, filtrar conteúdos que geram gatilhos e, então, focar em conexões mais reais e significativas costuma reduzir esse impacto.

5. Estratégias de respiração e meditação realmente ajudam na ansiedade de fim de ano?
Técnicas de respiração, relaxamento muscular e meditação de atenção plena (mindfulness) têm evidências científicas de que contribuem para reduzir a ativação do sistema nervoso e a sensação de aceleração. Entretanto, elas não substituem tratamento psicológico ou psiquiátrico quando necessário. Portanto, podem ser vistas como ferramentas complementares, especialmente quando praticadas de forma regular, e, então, se tornam aliadas importantes para atravessar o período de fim de ano com mais equilíbrio.

6. Como conversar com amigos e familiares sobre a minha ansiedade sem estragar o clima de festa?
É possível falar sobre seus limites e sentimentos com honestidade e respeito, sem dramatizar nem minimizar o que você sente. Você pode dizer, por exemplo, que está em uma fase mais sensível e que talvez participe de forma mais tranquila das comemorações. Entretanto, você não é obrigado a se justificar em detalhes se não se sentir à vontade. Portanto, escolher pessoas de confiança e momentos adequados para essa conversa ajuda a criar compreensão mútua e, então, evita mal-entendidos.

7. Crianças e adolescentes também podem sentir ansiedade de fim de ano?
Em suma, sim. Mudança de rotina escolar, avaliações finais, expectativa por presentes, viagens ou separação temporária de colegas podem gerar ansiedade em crianças e adolescentes. Eles podem demonstrar isso por meio de irritação, choro, alteração no sono ou no apetite. Entretanto, nem sempre conseguem nomear o que estão sentindo. Portanto, é importante que adultos observem o comportamento, ofereçam espaço de escuta e, então, busquem orientação profissional se os sinais forem intensos ou persistentes.

8. O consumo de álcool e outras substâncias interfere na ansiedade de fim de ano?
Muitas pessoas recorrem ao álcool para “relaxar” nas festas, mas o efeito pode ser o oposto a médio prazo. O álcool altera o sono, mexe com o humor e pode intensificar sintomas de ansiedade e depressão nos dias seguintes. Outras substâncias recreativas também podem desencadear crises de pânico ou aumentar a instabilidade emocional. Entretanto, esse impacto varia de pessoa para pessoa. Portanto, é importante ter cautela, conhecer seus limites e, então, avaliar se o uso está sendo uma forma de fuga diante das emoções.

9. O que fazer quando a ansiedade de fim de ano desperta sentimentos de culpa por não estar “feliz o suficiente”?
É comum sentir culpa ao perceber que você não está tão animado quanto as pessoas ao redor parecem estar. Entretanto, emoções não seguem calendário e não precisam se encaixar em um padrão festivo. Validar o que você sente, em vez de se julgar, é um passo importante. Portanto, permitir-se viver o período de um jeito mais simples, com menos obrigações e mais autenticidade, pode aliviar a culpa e, então, abrir espaço para pequenos momentos de bem-estar, mesmo em meio ao desconforto.

Tags: ansiedadeansiedade de fim de anobem-estarcomo evitarDicas
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