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Adoçante natural: fruta asiática se destaca por antioxidantes

Por Lucas
15/01/2026
Em Saúde
Adoçante natural: fruta asiática se destaca por antioxidantes

Créditos: depositphotos.com / commonthings

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A fruta do monge, conhecida cientificamente como Siraitia grosvenorii e popularmente chamada de Luo Han Guo, vem ganhando espaço em pesquisas de nutrição e saúde. Tradicionalmente usada no sul da China, essa fruta se destaca pelo sabor adocicado intenso, mesmo com pouquíssimas calorias. Nos últimos anos, o interesse deixou de se limitar ao adoçante natural e passou a abranger a fruta inteira, incluindo casca e polpa, avaliando seu potencial como fonte de compostos bioativos. Em suma, pesquisadores olham para a fruta do monge como um alimento que pode ir além do simples ato de adoçar.

O ponto central está na combinação de substâncias presentes na fruta, que vai além da doçura. Estudos recentes têm analisado diferentes variedades do fruto do monge para entender como sua composição química pode influenciar funções do organismo. Portanto, o objetivo não é apenas substituir o açúcar, mas investigar se o consumo da fruta em si — e não só de seu extrato — pode contribuir para estratégias de alimentação saudável e desenvolvimento de novos produtos alimentícios. Entretanto, os cientistas ainda caminham na fase de compreensão detalhada de cada componente bioativo.

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O que torna a fruta do monge um adoçante natural tão particular?

A principal característica que chama atenção na fruta do monge é a presença de compostos conhecidos como mogrosídeos, responsáveis pelo sabor extremamente doce. Esses componentes oferecem dulçor sem fornecer praticamente calorias, o que leva ao uso amplo do extrato em bebidas, sobremesas e produtos industrializados com redução de açúcar. Então, isso faz da fruta do monge uma alternativa considerada interessante em dietas que buscam reduzir a ingestão calórica proveniente de açúcares tradicionais, especialmente para pessoas com sobrepeso, resistência à insulina ou que apenas desejam controlar melhor o consumo de açúcar.

Além dos mogrosídeos, análises químicas mostram a presença de grupos importantes, como terpenoides, flavonoides e uma série de aminoácidos. Esses elementos não são responsáveis apenas pelo sabor, mas formam um conjunto de substâncias com potencial efeito biológico. Em linguagem simples, trata-se de compostos produzidos pela planta que não servem apenas para o crescimento, podendo interagir com processos metabólicos humanos após o consumo. Portanto, a fruta do monge se enquadra na categoria de alimentos que podem fornecer compostos funcionais, assim como ocorre com frutas vermelhas, chá verde e cacau, por exemplo.

Benefícios da fruta do monge para a saúde: o que a ciência já identificou?

Entre as possíveis contribuições da fruta do monge para a saúde, a ação antioxidante aparece com destaque. Muitos dos compostos identificados, especialmente alguns terpenoides e flavonoides, estão associados à capacidade de neutralizar radicais livres. Esses radicais são moléculas instáveis ligadas ao estresse oxidativo, processo relacionado ao envelhecimento celular e a diferentes condições inflamatórias. Em suma, ao reduzir o excesso de radicais livres, a dieta como um todo pode favorecer a proteção de células e tecidos.

Outro ponto observado é a presença de flavonoides, grupo de substâncias frequentemente ligado a mecanismos anti-inflamatórios. Somam-se a eles os aminoácidos, que participam de funções estruturais, como a formação de proteínas e a manutenção de tecidos. Portanto, por reunir esses elementos, a fruta do monge começa a se consolidar como mais do que um simples adoçante natural, passando a ser considerada uma potencial matéria-prima para alimentos funcionais e suplementos. Entretanto, a maior parte das evidências ainda vem de estudos com células e animais, então a transposição direta para seres humanos exige cautela.

  • Ação antioxidante: ajuda a proteger células contra danos oxidativos, contribuindo potencialmente para menor impacto do estresse oxidativo ao longo do tempo.
  • Flavonoides: associados a processos ligados à inflamação, podendo integrar estratégias alimentares voltadas à modulação de processos inflamatórios crônicos.
  • Aminoácidos: participam da construção de proteínas e reparo de tecidos, então podem complementar a qualidade nutricional do padrão alimentar.
  • Compostos bioativos: podem interagir com vias metabólicas do organismo, incluindo mecanismos relacionados ao metabolismo energético e à resposta imunológica.

Apesar desse conjunto de fatores, pesquisadores ressaltam que os resultados atuais se baseiam, em grande parte, em estudos laboratoriais e análises químicas. Ainda não há consenso sobre doses, frequência de consumo ou forma ideal de ingestão para aproveitar todo esse potencial em humanos. Portanto, nutricionistas recomendam inserir a fruta do monge no contexto de uma alimentação variada e equilibrada, e não como elemento isolado ou solução milagrosa.

Como a fruta do monge pode ser usada no dia a dia?

No consumo cotidiano, a fruta do monge aparece principalmente como adoçante em pó ou líquido, obtido a partir do extrato concentrado. Em muitos casos, o produto é combinado com outros ingredientes para facilitar o uso culinário, como eritritol ou outros polióis, o que torna o dulçor mais equilibrado em receitas. No entanto, a fruta inteira também pode ser utilizada em preparações tradicionais, como chás, infusões e receitas que aproveitam casca e polpa desidratadas. Então, quem busca reduzir açúcar pode experimentar substituições graduais em bebidas, cafés, chás e algumas sobremesas.

  1. Uso do extrato como adoçante em bebidas quentes e frias, como cafés, chás, sucos e vitaminas, respeitando sempre o gosto individual.
  2. Inclusão em receitas com redução de açúcar, como sobremesas, iogurtes, mingaus e preparações proteicas, ajustando a quantidade pelo alto poder adoçante.
  3. Emprego da fruta seca em infusões, associada a outras plantas, como gengibre e hortelã, o que pode resultar em bebidas aromáticas e naturalmente adocicadas.
  4. Desenvolvimento de alimentos funcionais com foco em compostos antioxidantes, como barras, bebidas prontas, snacks e suplementos em pó.

É importante destacar que diferentes variedades da fruta do monge apresentam perfis químicos distintos. Algumas têm maior concentração de certos terpenoides ou flavonoides do que outras, o que pode alterar tanto o sabor quanto o potencial efeito biológico. Portanto, a escolha da variedade e as técnicas de cultivo e processamento tendem a influenciar diretamente as características do produto final que chega ao consumidor. Em suma, desde o plantio até a etapa industrial, cada etapa pode modificar a intensidade do dulçor, a presença de compostos bioativos e até a aceitação sensorial.

A fruta do monge previne doenças?

Até o momento, não há evidências suficientes para afirmar que a fruta do monge previne ou trata doenças específicas. Os estudos destacam o potencial de seus compostos, mas indicam a necessidade de ensaios clínicos em humanos para verificar efeitos reais no organismo, bem como quantidades seguras e eficazes de consumo. Portanto, a recomendação mais comum é considerar o fruto e seu extrato como parte de uma estratégia alimentar mais ampla, e não como solução isolada para problemas de saúde. Entretanto, para pessoas que precisam controlar o açúcar, como indivíduos com diabetes, a substituição parcial de açúcar por adoçantes de baixa caloria, incluindo a fruta do monge, pode integrar o plano alimentar elaborado por um profissional.

Com origem marcada pela medicina tradicional chinesa, a fruta do monge passou a ser analisada com mais atenção pela ciência contemporânea, especialmente a partir do interesse global por adoçantes de baixa caloria. A tendência para os próximos anos é o aprofundamento das pesquisas, buscando entender melhor como seus compostos interagem com o corpo humano e de que forma podem contribuir para o desenvolvimento de novos produtos na área de nutrição e saúde. Então, em suma, quem se interessa por alimentação saudável pode acompanhar essas descobertas e, com orientação profissional, testar o uso da fruta do monge no dia a dia.

FAQ sobre a fruta do monge

1. A fruta do monge pode substituir o açúcar em qualquer receita?
Não em todas. Em suma, o extrato adoça muito, mas não fornece volume, textura ou caramelização como o açúcar. Portanto, em bolos, pães e doces que dependem da estrutura do açúcar, é comum combinar a fruta do monge com outros ingredientes (farinhas, fibras, polióis) ou substituir apenas parte do açúcar.

2. Pessoas com diabetes podem consumir fruta do monge?
De modo geral, sim, porque o extrato não oferece praticamente calorias nem carboidratos absorvíveis. Entretanto, cada caso exige avaliação individual. Então, quem tem diabetes deve consultar nutricionista ou médico para ajustar a quantidade, observar a resposta glicêmica e verificar outros ingredientes presentes no produto industrializado.

3. A fruta do monge causa efeitos colaterais?
Os estudos disponíveis indicam boa tolerância em quantidades usuais. Entretanto, algumas pessoas podem sentir desconforto gastrointestinal se consomem produtos combinados com polióis (como eritritol), que em excesso causam gases ou distensão abdominal. Portanto, vale iniciar com pequenas quantidades e observar a resposta do organismo.

4. Crianças podem consumir adoçante de fruta do monge?
Podem, desde que o uso ocorra com moderação e dentro de um plano alimentar equilibrado. Em suma, a prioridade para crianças deve focar alimentos in natura e minimamente processados. Então, o adoçante de fruta do monge serve mais como estratégia pontual para reduzir açúcar em preparações específicas, sempre com orientação de pediatra ou nutricionista.

5. A fruta do monge engorda?
O extrato praticamente não fornece calorias, portanto tende a não contribuir para ganho de peso de forma direta. Entretanto, o contexto importa: bebidas e receitas adoçadas com fruta do monge ainda podem conter gorduras, farinhas e outros ingredientes calóricos. Então, o controle do peso depende principalmente do conjunto da dieta e do equilíbrio energético diário.

Tags: adoçante naturalantioxidantefruta asiaticasaude
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