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Mulher tem AVC em reunião após confundir dor de cabeça com cansaço

Por Lucas
30/01/2026
Em Saúde
Mulher tem AVC em reunião após confundir dor de cabeça com cansaço

Créditos: depositphotos.com / blueringmedia

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O acidente vascular cerebral, mais conhecido como AVC, costuma ser associado a pessoas idosas, mas casos em adultos jovens têm chamado cada vez mais atenção de profissionais de saúde. Situações em que a pessoa enfrenta uma rotina intensa, dores de cabeça persistentes e cansaço prolongado acabam, em muitos momentos, sendo atribuídas apenas ao estresse. Entretanto, em alguns quadros, esses sinais podem indicar um problema neurológico grave que exige investigação imediata e, portanto, não devem ser ignorados ou minimizados no dia a dia.

A narrativa de sobreviventes de AVC antes dos 40 anos mostra um padrão comum: sintomas iniciais discretos, como cefaleias fortes, fadiga e alterações na fala ou nos movimentos, muitas vezes ignorados ou subestimados. Em geral, esses indivíduos mantêm o trabalho, cuidam da família e seguem a rotina, sem imaginar que o cérebro já está sob risco. Então, a demora para procurar ajuda especializada tende a aumentar a probabilidade de sequelas duradouras e, em suma, reduz as chances de uma recuperação completa.

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AVC em adultos jovens: por que a atenção precisa ser redobrada?

O AVC em jovens ainda é visto por parte da população como algo raro, mas estudos recentes indicam crescimento na incidência em pessoas com menos de 45 anos. Nesse grupo, a combinação de fatores como hipertensão arterial não controlada, enxaquecas intensas, uso de contraceptivos hormonais, tabagismo, colesterol alto e estresse crônico pode criar um cenário propício para um evento vascular cerebral. Além disso, portanto, hábitos como consumo excessivo de álcool, noites mal dormidas e uso de drogas ilícitas também podem contribuir para esse risco. Em muitos casos, a pessoa desconhece que já convive com pressão alta ou outro fator silencioso.

Outra característica que preocupa é a tendência de minimizar sinais de alerta. Dores de cabeça descritas como “as piores da vida”, tonturas súbitas, dificuldade para articular palavras ou mover um lado do corpo podem ser interpretadas como simples exaustão. Então, quando esses sintomas aparecem durante o trabalho ou em casa, é comum que a prioridade seja “aguentar mais um pouco”, o que retarda o contato com o serviço de emergência e compromete o tempo de resposta. Em suma, cada minuto de atraso pode significar mais áreas do cérebro sofrendo, e, portanto, maior risco de sequelas.

Quais são os principais sintomas de AVC que exigem socorro imediato?

Reconhecer precocemente os sintomas de AVC é fundamental para reduzir o risco de sequelas graves. De forma geral, o quadro costuma se instalar de maneira súbita, alterando movimentos, fala, visão ou equilíbrio. Então, alguns sinais são considerados críticos e precisam de atendimento emergencial, mesmo que desapareçam em poucos minutos, pois podem indicar um ataque isquêmico transitório, conhecido como “mini-AVC”, que serve como alerta importante.

  • Fraqueza em um lado do corpo, especialmente em braço e perna;
  • Rosto “torto” ou queda de um lado da face ao sorrir;
  • Fala enrolada, dificuldade para encontrar palavras ou compreensão lenta;
  • Tontura intensa, acompanhada de instabilidade ao caminhar;
  • Perda parcial ou embaçamento repentino da visão em um ou ambos os olhos;
  • Dor de cabeça muito forte, diferente do habitual, surgindo de repente.

Alguns serviços de saúde usam estratégias de memorização simples para facilitar a identificação do AVC, como observar face, força e fala. Portanto, diante de qualquer alteração, a orientação é acionar o socorro de emergência sem tentar dirigir ou esperar melhora espontânea. Em suma, o tempo é considerado um dos principais determinantes de recuperação, e, então, quanto mais rápido o atendimento, maiores as chances de preservar funções cerebrais importantes.

Como o controle da pressão alta ajuda a prevenir o acidente vascular cerebral?

A hipertensão arterial é um dos fatores de risco mais importantes para o AVC, tanto o isquêmico (causado por entupimento de vasos) quanto o hemorrágico (causado por ruptura de artérias no cérebro). Ela pode provocar lesões nas paredes dos vasos sanguíneos e favorecer a formação de aneurismas ou coágulos. Entretanto, o problema é que, na maioria dos casos, a pressão alta não causa sintomas claros, o que leva muitas pessoas a conviverem com o quadro sem saber, e, portanto, sem receber o tratamento adequado.

Por isso, profissionais de saúde recomendam que adultos façam medições regulares da pressão, especialmente quem tem histórico familiar de doenças cardiovasculares, sobrepeso, sedentarismo ou consumo frequente de alimentos ricos em sal. Portanto, quando identificada, a hipertensão costuma ser controlada com uma combinação de medicamentos, ajuste alimentar, prática de atividade física orientada e redução do tabagismo e do álcool. Em suma, pequenas mudanças diárias, como caminhar regularmente, cozinhar com menos sal e evitar bebidas açucaradas, já geram impacto expressivo na prevenção de AVC e outras doenças cardiovasculares.

  • Medir a pressão com frequência, em unidades de saúde ou aparelhos confiáveis;
  • Seguir corretamente a prescrição de remédios, sem interromper por conta própria;
  • Reduzir o consumo de sal, frituras e ultraprocessados;
  • Priorizar frutas, legumes, grãos integrais e água ao longo do dia;
  • Evitar o cigarro e buscar apoio para parar de fumar, se necessário.

Quais fatores de risco aumentam a chance de um AVC?

Além da pressão alta, outros elementos contribuem para aumentar a probabilidade de um acidente vascular cerebral. Em suma, alguns são modificáveis, ou seja, podem ser trabalhados com mudanças de hábitos; outros, como idade e genética, não podem ser alterados, mas ajudam na identificação de quem precisa de acompanhamento mais próximo. Portanto, conhecer esses fatores permite planejar estratégias mais eficazes de prevenção.

  1. Tabagismo: o cigarro danifica vasos sanguíneos, favorece aterosclerose e aumenta a chance de trombos;
  2. Obesidade e sedentarismo: excesso de peso está ligado a diabetes, colesterol alto e hipertensão, que se somam como riscos;
  3. Diabetes: níveis elevados de glicose prejudicam artérias e veias, elevando o risco de AVC e infarto;
  4. Colesterol alto: placas de gordura podem obstruir vasos cerebrais;
  5. Idade avançada: embora não seja exclusivo de idosos, o risco aumenta com o envelhecimento;
  6. Histórico familiar: parentes de primeiro grau com AVC ou doenças cardiovasculares precoces merecem atenção redobrada.

Em algumas situações específicas, como gestação e pós-parto, o risco de AVC pode se elevar devido a alterações hormonais, variações da pressão arterial e mudanças na coagulação do sangue. Então, por isso, o acompanhamento pré-natal e o monitoramento da pressão ao longo da gravidez são considerados medidas essenciais de segurança para gestantes. Em suma, mulheres com enxaqueca com aura, uso de anticoncepcional hormonal e tabagismo precisam de avaliação ainda mais cuidadosa, pois a combinação desses fatores aumenta de forma relevante o risco de eventos vasculares.

Reabilitação pós-AVC e impacto na vida cotidiana

Quando o AVC acontece, mesmo com atendimento rápido, é comum que a pessoa enfrente algum grau de limitação temporária ou permanente. A reabilitação costuma incluir fisioterapia para recuperar força e coordenação, fonoaudiologia para trabalhar fala e deglutição, além de terapia ocupacional para retomar atividades do dia a dia. Portanto, esse processo pode ser longo e exigir apoio contínuo de família, cuidadores e equipes de saúde. Em suma, quanto mais precoce o início da reabilitação, melhores tendem a ser os resultados.

Além das sequelas físicas, o impacto emocional também merece destaque. Medo de um novo episódio, insegurança diante de qualquer dor de cabeça e mudanças no papel social – como afastamento do trabalho ou necessidade de ajuda para tarefas simples – são aspectos frequentemente relatados. Então, o suporte psicológico e programas de acompanhamento pós-AVC ajudam a reorganizar a rotina e a reconstruir a autonomia possível para cada caso, reforçando a importância de prevenção, diagnóstico precoce e cuidado em todas as fases da doença. Portanto, incluir a família no processo, esclarecer dúvidas e estabelecer metas realistas de recuperação contribui para uma adaptação mais saudável e para melhor qualidade de vida após o evento.

FAQ – Perguntas frequentes sobre AVC em jovens

1. Jovens também precisam fazer check-up cardiovascular com frequência?
Sim. Em suma, adultos a partir dos 20–25 anos já se beneficiam de avaliações periódicas de pressão arterial, colesterol, glicemia e hábitos de vida, especialmente se houver histórico familiar de AVC, infarto ou hipertensão.

2. Enxaqueca aumenta o risco de AVC?
Alguns tipos de enxaqueca, principalmente a enxaqueca com aura, se associam a risco maior de AVC, sobretudo em mulheres que fumam ou usam anticoncepcionais hormonais. Portanto, nesses casos, o acompanhamento neurológico e ginecológico é fundamental para avaliar a melhor estratégia de prevenção.

3. O uso de telas e longas jornadas de trabalho pode causar AVC?
O uso de telas por si só não causa AVC. Entretanto, jornadas prolongadas, sono insuficiente, sedentarismo, alimentação rápida e rica em ultraprocessados e o estresse crônico podem favorecer hipertensão, obesidade e outros fatores de risco que, então, aumentam a chance de AVC.

4. Quem já teve um “mini-AVC” sempre terá um AVC maior?
Não necessariamente. Em suma, o ataque isquêmico transitório funciona como um alerta. Portanto, se a pessoa ajusta tratamento, corrige fatores de risco e segue orientação médica, o risco de um novo evento reduz de forma importante.

5. Após um AVC, é possível voltar a praticar atividades físicas?
Na maioria dos casos, sim. Entretanto, o retorno precisa acontecer de forma gradual, com liberação do médico e acompanhamento de profissionais de reabilitação. Então, atividades como caminhada, hidroginástica e exercícios de fortalecimento leve costumam ser introduzidas de acordo com a evolução de cada paciente.

Tags: avccansaçoDor de cabeçareuniãosaúdesinaissintomas
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