Pandemia

Covid-19: Brasil confirma 2.914 mortes e se aproxima de 390 mil óbitos

Segundo projeções feitas por especialistas, o país deve ultrapassar a marca de 400 mil óbitos pela covid-19 ainda em abril

Maria Eduarda Cardim
postado em 23/04/2021 21:17 / atualizado em 23/04/2021 21:36

Enquanto a vacinação contra a covid-19 não ganha ritmo, o Brasil continua a ver as notificações da doença incrementarem o balanço nacional feito pelo Ministério da Saúde. Nesta sexta (23), o país confirmou mais 2.914 óbitos em decorrência da doença e 69.105 casos positivos. Com isso, o Brasil soma 14.237.078 diagnósticos positivos e 386.416 vidas perdidas desde o início da pandemia. 

Dessa forma, o país se aproxima da triste marca de 390 mil mortes e segundo projeções feitas pelo Portal Covid-19 Brasil, iniciativa formada por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade de São Paulo (USP), o Brasil deve ultrapassar a marca de 400 mil óbitos pela covid-19 ainda em abril. A marca deve ser atingida na próxima quarta-feira (28). 

Apesar de ainda registrar notificações consideradas altas, a média móvel de casos e mortes calculada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), apresenta queda. Segundo o Conass, o Brasil registra em média, por dia, 57.803 casos da infecção e 2.524 mortes. 

Com isso, a expectativa é que o país encerre mais uma semana epidemiológica com acumulados inferiores ao da semana anterior. Até o momento, a semana epidemiológica 16 contabiliza 336.987 casos de covid-19 e 14.738 mortes e para chegar ao mesmo patamar da semana 15 seria necessário confirmar, neste sábado (24) mais 5,6 mil mortes e 118 mil casos, números bem acima da média móvel.

Dessa forma, o país deve seguir uma tendência de queda observada já desde a semana 15, que também apresentou diminuição das notificações em comparação com a 14. 

Mesmo assim, especialistas apontam que avaliações já indicam, por exemplo, que em sete estados brasileiros há indícios de que as quedas não estão mais acontecendo e que as atualizações podem estagnar em valores muito superiores aos picos da primeira onda, em 2020.

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