Pandemia

Governo anuncia infectologista como secretária de combate à covid-19

Luana Araújo é infectologista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e também epidemiologista formada pela Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, que é fonte de referência no enfrentamento da pandemia

Maria Eduarda Cardim
postado em 12/05/2021 16:15 / atualizado em 12/05/2021 16:15
 (crédito: Tony Winston/Ministério da Saúde)
(crédito: Tony Winston/Ministério da Saúde)

Após mais de um ano do surgimento da pandemia, o Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (12/5), a responsável pelo comando da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, prometida pelo ministro Marcelo Queiroga desde o início de sua gestão. A nova secretaria ficará sob o comando da infectologista Luana Araújo.

O anúncio foi feito por Queiroga durante a cerimônia de lançamento da campanha de conscientização sobre medidas preventivas. “O objetivo era centralizar em uma única pasta as ações de enfrentamento à pandemia, desde as questões relativas aos dados epidemiológicos até nos comunicar melhor com a sociedade brasileira”, disse o ministro, ao apresentar ao público a nova secretária do Ministério da Saúde.

Luana Araújo é formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e também epidemiologista formada pela Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, fonte de referência no enfrentamento à covid-19.

“Minha experiência hoje é trabalhar com preparo e resposta de sistemas de saúde ao redor do mundo com relação a pandemia. O objetivo dessa secretaria é coordenar a resposta nacional à covid-19 em um diálogo permanente com todos os atores que fazem parte do processo”, disse a secretária ao se apresentar.

A infectologista prometeu um trabalho pautado em “evidências científicas”. “Essa é minha vocação natural e fico feliz que ela se alinhe aos objetivos traçados para essa secretaria. Trabalho duro pautado na tecnicidade, nas evidências científicas, buscando sempre soluções eficientes e adaptadas a nossas vulnerabilidades socioeconômicas”, ressaltou.

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