Intervenções do GDF têm forte impacto na comunidade

Investimentos em sete anos mudaram a cara urbana, com efeitos relevantes no bem-estar social.

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postado em 05/05/2026 06:00
   -  (crédito: Matheus Borges/Agência Brasília)
- (crédito: Matheus Borges/Agência Brasília)

Transformações de forte impacto na paisagem urbana, com resultados positivos para a qualidade de vida da população. Desde 2019, quem vê a capital federal reconhece e aprova os efeitos de inúmeras obras públicas, das mais visíveis na área de infraestrutura, a intervenções com frutos diretos no bem-estar social, como os restaurantes comunitários a R$ 1,00 o almoço.

Não é à toa que o Governo do Distrito Federal (GDF) contabiliza cerca de 7,3 mil atuações concretas, em obras e serviços dirigidos à solução de demandas históricas e inovações. Foram feitos pesados investimentos em áreas como assistência social, educação, mobilidade, saúde e segurança.

Além de construções sólidas, o GDF apresenta como vitrine alguns projetos sociais, como a ampliação do número de restaurantes comunitários. São 18 unidades – somando novas e a reabertura dos que estavam fechados - servindo almoço a um real (R$ 1,00). Em 2018, a refeição custava R$ 3,00. Agora, o café da manhã e o jantar passaram a ser servidos por apenas R$ 0,50, cada. Ou seja, bastam R$ 2,00 por dia.De forma que mais de 1,4 milhão de refeições são servidas todos os meses.

(foto: Divulgação/Sedes-DF)

Outra ação pouco conhecida nessa área é o Cartão Prato Cheio, que destina R$ 280, porum ciclo de 18 parcelas, a famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Um tipo de socorro financeiro criado na época da pandemia, mas incorporado nos investimentos sociais do GDF dos últimos cinco anos. Já atende a cerca de 130 mil famílias vulneráveis (renda mensal próxima a meio salário mínimo), para a compra de alimentos em rede autorizada.

Pelas ações de combate à insegurança alimentar, o GDF ganhou o selo Herbert de Souza, o Betinho, por dois anos consecutivos. Destaque ainda para o Cartão Gás, auxílio a moradores menos favorecidos para a compra do insumo. Nos últimos sete anos, foram entregues cerca de 14 mil imóveis, garantindo moradia a milhares de famílias, em diferentes áreas, sendo exemplo o Itapoã Parque – maior projeto habitacional em curso no Brasil, premiado nacionalmente. 

Educação e Cidadania 

A construção de 13 novas escolas, 27 creches e a implantação da primeira universidade pública do Distrito Federal são listados como ações de fortalecimento ao acesso à educação. Além de programas sociais para ajuda à aquisição de material escolar e uniforme escolar.Desde 2021, a reestruturação da Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury(UnDF) criou a primeira universidade pública distrital, ampliando as ações de inclusão ao ensino superior gratuito na região.

O GDF destaca ainda no social e cidadania, o RenovaDF. Programa oferta capacitação profissional e bolsa de auxílio financeiro para quem procura o primeiro emprego. Mais de 30 mil jovens já passaram pelo programa, que tem ainda um braço na recuperação de equipamentos públicos.

(foto: Divulgação/Sedet-DF)

Sem falar na Cultura, agraciada pela recuperação de espaço histórico: o Teatro Nacional Claudio Santoro. Além da concessão de mais de R$ 16 milhões em recursos fiscais a agentes culturais brasilienses. Já na saúde, o GDF aponta que sete novas UPAs passam a reforçar o atendimento. Enquanto a área de segurança é fortalecida com o funcionamento de delegacias 24 horas, entre outras ações relevantes. 

Cidade com mobilidade 

Todas as 35 Regiões Administrativas foram contempladas com ações do GDF nos últimos sete anos. Ações que vão além do efeito imediato. De obras para melhoria da mobilidade urbana a investimentos de sustentação a direitos fundamentais à água, por exemplo.

Segundo o GDF, na infraestrutura foram priorizadas melhorias para o escoamento dos transportes, com novas vias, viadutos, drenagens, pavimentação e urbanização de áreas alagadiças. O Distrito Federal e seu entorno foi beneficiado com investimentos fortes e a competência do governo para dirimir questões, que carreavam transtornos antigos para a população.

(foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília)

Onze novos viadutos foram entregues, resultantes de política focada pelo GDF de vigilância na recuperação e prevenção estrutural de obras antigas do complexo viário. Para evitar repetir desabamento semelhante ao que ocorreu em viaduto no Eixão Sul em 2018 – reconstruído pelo governo atual. De 2019 a 2025, foram cerca de R$ 89 milhões em investimentos na área, incluindo obras no Eixão, reformas no Plano Piloto, construção da Ponte Honestino Guimarães e estruturas monitoradas em outras regiões administrativas. 

Túnel Rei Pelé, um Orgulho. 

Um dos orgulhos do GDF é o Túnel Rei Pelé, a maior obra viária da atual gestão. Levou algum tempo, mas ficou pronto e foi entregue à população em 2023, com importante contribuição no desafogo do trânsito da região de Taguatinga. É composto por uma passagem subterrânea e duas pistas vicinais, além de um boulevard para o transporte público.

(foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília)

Com o título de Complexo Viário Joaquim Roriz, um conjunto de obras na Saída Norte passou a garantir maior fluição ao tráfego e escoamento das chuvas. Onde o Corredor Eixo Oeste liga o Sol Nascente/Pôr do Sol ao Plano Piloto. 

Dentre as intervenções destacadas pelo GDF, para aumento da segurança e eficiência urbana, o programa Drenar DF favoreceu a Asa Norte. A fim de duplicar a capacidade de escoamento de águas pluviais - aquelas que formavam rios embaixo das tesourinhas. Além de reduzir alagamentos que atingiam o Lago Paranoá. Uma das resultantes positivas ao meio ambiente foi a criação do Parque Internacional da Paz (L4 em frente ao Iate Clube e a embaixadas), com investimento de R$ 2,2 milhões.

E para atacar um problema crônico para os moradores de Vicente Pires, foram investidos R$ 420 milhões em redes de drenagem, pavimentação de vias, calçadas, sinalização, iluminação pública e construção de lagoas de retenção. Com benefícios, ainda, para a Colônia Agrícola Samambaia, que teve R$ 60 milhões destinados à instalação de 10 km de galerias pluviais e infraestrutura urbana. A comunidade do Riacho Fundo II ganhou com a construção de novas calçadas na QN 11, focando acessibilidade e segurança a pedestres.

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