Sem IA, sua empresa está perdendo vantagem no mercado; entenda por quê

Com 88% dos negócios operando com IA, o que distingue líderes é a capacidade de gerar resultado financeiro a partir da tecnologia

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postado em 13/03/2026 00:00
A inteligência artificial já impacta margem, produtividade e estratégia, mas transformar tecnologia em vantagem competitiva depende de decisão e governança -  (crédito: eventyFour)
A inteligência artificial já impacta margem, produtividade e estratégia, mas transformar tecnologia em vantagem competitiva depende de decisão e governança - (crédito: eventyFour)

*Este conteúdo é um Informe Publicitário.

A inteligência artificial deixou de ser pauta de inovação para ocupar espaço definitivo na agenda estratégica das lideranças. Para executivos, conselhos administrativos e empresários, a questão já não é se a IA deve ser adotada, mas como transformá-la em vantagem competitiva concreta.

Relatórios recentes da McKinsey & Company indicam que 55% das empresas globais utilizavam IA em pelo menos uma função de negócio em 2023. O avanço foi acelerado: 72% em 2024 e 88% em 2025, impulsionado principalmente pela inteligência artificial generativa. No início de 2024, 65% das organizações já adotavam GenAI.

O que esses números revelam é que a IA deixou de ser diferencial de pioneirismo e tornou-se padrão competitivo. Quando quase nove em cada dez empresas utilizam algum tipo de inteligência artificial, a discussão deixa de ser inovação e passa a ser maturidade estratégica.

Da tecnologia ao lucro

O dado mais significativo talvez esteja na relação entre IA e rentabilidade. Segundo a McKinsey, empresas classificadas como “high performers” atribuem mais de 20% de seu EBIT (lucro antes de juros e impostos) ao uso estruturado de inteligência artificial. As áreas que mais concentram geração de valor são marketing e vendas, desenvolvimento de produtos e supply chain. Isso altera o enquadramento do tema. IA não é apenas eficiência operacional, ela impacta receita, margem e posicionamento estratégico.

E quando conectada a metas financeiras claras e integradas ao modelo de negócio, a tecnologia deixa de ser experimento e passa a influenciar decisões estruturais. É nesse ponto que se constrói vantagem competitiva sustentável.

Um vetor de crescimento econômico

O impacto também é macroeconômico. Estudo da PwC estima que a inteligência artificial pode adicionar até US$ 15,7 trilhões à economia global até 2030, o equivalente a um aumento potencial de 14% no PIB mundial. Desse montante, US$ 6,6 trilhões devem vir de ganhos de produtividade, enquanto US$ 9,1 trilhões decorrem de novos padrões de consumo e personalização. 

A leitura estratégica é clara, estamos diante de um motor de crescimento comparável às grandes transformações produtivas da história recente, mas capturar esse valor depende de execução disciplinada.

O risco invisível: falhar na execução

Se a adoção cresce rapidamente, a conversão em resultado ainda enfrenta barreiras. A Gartner aponta que até 50% dos projetos de IA generativa foram abandonados após a fase piloto. Historicamente, até 85% das iniciativas de IA falham em entregar os resultados esperados. 

A consultoria estima ainda que, até 2027, 60% das organizações não conseguirão capturar o valor esperado de seus investimentos por falhas de governança, e 40% dos projetos de agentes de IA poderão ser cancelados pelo mesmo motivo.

O diagnóstico é consistente: o problema raramente está na tecnologia. Está na falta de alinhamento estratégico, na ausência de métricas financeiras claras, na baixa qualidade dos dados e na desconexão entre inovação e liderança executiva. Ou seja, muitas empresas iniciam pilotos, poucas conseguem escalar.

IA como decisão de liderança

Inteligência artificial não pode ser tratada como iniciativa isolada do departamento de TI. Ela exige envolvimento direto da alta gestão, definição de prioridades estratégicas e governança robusta.

Sem arquitetura de dados estruturada, metas financeiras objetivas e acompanhamento executivo, a probabilidade de dispersão aumenta. Projetos se multiplicam, mas o impacto financeiro permanece limitado.

A vantagem competitiva nasce quando a IA é integrada ao núcleo decisório da organização.

IA não é projeto isolado de TI, é agenda de liderança, com impacto direto em resultado e competitividade
IA não é projeto isolado de TI, é agenda de liderança, com impacto direto em resultado e competitividade (foto: Galeanu Mihai de Getty Images)

Como transformar IA em vantagem real

É nesse contexto que a Think ganha relevância estratégica. Com atuação especializada em alinhar tecnologia à estratégia corporativa, a empresa trabalha na estruturação da governança de IA, na organização da base de dados e na definição de indicadores que conectem inteligência artificial à geração de valor.

Mais do que implementar soluções tecnológicas, a Think atua na etapa crítica identificada pelo Gartner, a transição do piloto para a escala.

A abordagem inclui:

  • diagnóstico de maturidade digital e de dados;

  • estruturação de modelo de governança para IA;

  • priorização de casos de uso com impacto financeiro mensurável;

  • integração da tecnologia ao planejamento estratégico.

Ao posicionar a IA como agenda de liderança, e não apenas como projeto tecnológico, a Think contribui para reduzir o risco de iniciativas fragmentadas e ampliar a captura de resultados.

Em um cenário em que empresas líderes já associam parcela significativa de seu lucro ao uso estruturado de inteligência artificial, o diferencial não está na ferramenta escolhida, mas na capacidade de transformar tecnologia em decisão estratégica.

Entender para competir

O momento atual não é de hesitação, mas de clareza. A inteligência artificial já está incorporada às operações de grande parte das empresas. A diferença competitiva, agora, reside na profundidade da integração e na disciplina de execução.

Executivos que compreendem a IA como instrumento de vantagem estrutural, e não apenas de modernização, tendem a ampliar eficiência, inovação e capacidade analítica. Os que a tratam como experimento isolado correm o risco de ver investimentos dispersos e retorno limitado.

Para organizações que desejam estruturar essa jornada com foco em resultado, governança e escalabilidade, é possível conhecer mais sobre a abordagem da Think em: thinkbr.com.br

No ambiente empresarial atual, inteligência artificial não é apenas tecnologia, é critério de posicionamento competitivo.

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