Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início saúde

Formas de reprodução para casais LGBTQIA+

Por guilherme_saude
15/09/2025
Em saúde
Reprodução Assistida - Créditos: depositphotos.com / nito103

Reprodução Assistida - Créditos: depositphotos.com / nito103

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

O crescimento significativo das famílias homoafetivas no Brasil é um fenômeno refletido nos dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, os lares formados por casais do mesmo gênero quase sextuplicaram em 12 anos, passando de 59.957 para 391.080. Com esse aumento, o desejo de constituir família e ter filhos também se tornou mais evidente entre esses casais, fazendo com que a busca por Reprodução Assistida se tornasse uma alternativa viável e procurada.

A Reprodução Assistida para casais homoafetivos é uma prática legal no Brasil desde 2015, conforme uma resolução do Conselho Federal de Medicina. No entanto, esse processo ainda é cercado por dúvidas e mitos. Para os casais masculinos, o método envolve etapas adicionais, como a doação de óvulos e a procura por uma barriga solidária – um procedimento que exige que a mulher envolvida seja parente até o quarto grau de um dos parceiros ou receba autorização específica do conselho médico. Essas regras visam garantir a segurança e o anonimato dos doadores e receptores.

Reprodução assistida: Como funciona para casais do sexo masculino?

Os casais homoafetivos masculinos enfrentam um processo mais complexo na busca por Reprodução Assistida. Após escolher o doador do sêmen, é necessário conseguir a doação de um óvulo por meio de um banco especializado, que assegura o anonimato da doadora. Uma parceria essencial nesse caminho é a de uma “barriga solidária”, onde uma mulher se dispõe a gestar o embrião, o que muitas vezes demanda apoio legal, considerando o vínculo que pode se estabelecer pela gravidez.

Leia Também

Nem 6.000, nem 10.000: qual é o número de passos que a ciência realmente recomenda

Nem 6.000, nem 10.000: qual é o número de passos que a ciência realmente recomenda

25/06/2026
4 exercícios funcionais apontados por especialistas para ter braços mais fortes

4 exercícios funcionais apontados por especialistas para ter braços mais fortes

25/06/2026
O ranking das proteínas: quais escolher e o que evitar segundo nutricionista

O ranking das proteínas: quais escolher e o que evitar segundo nutricionista

25/06/2026
Essa é a melhor bebida para hidratar o corpo

Essa é a melhor bebida para hidratar o corpo

24/06/2026
Reprodução Assistida – Créditos: depositphotos.com / vampy1

Quais são as opções para casais homoafetivos femininos?

Para casais homoafetivos do sexo feminino, o procedimento tende a ser mais direto. Eles podem optar pela fertilização in vitro, que inclui a doação de sêmen de forma anônima. Essa opção permite que uma das parceiras ceda o óvulo e a outra carrega a gestação. Além disso, há também a inseminação intrauterina, um método que introduz o espermatozoide diretamente na cavidade uterina durante o período ovulatório, facilitando a fecundação natural.

Por que considerar suporte jurídico na Reprodução Assistida?

Embora a decisão sobre o caminho reprodutivo recaia sobre o casal, o suporte jurídico é recomendado, especialmente para casais masculinos que utilizam barriga solidária. As leis brasileiras ainda apresentam lacunas quanto à parentalidade nesses casos, deixando brechas que podem permitir a reinvindicação de guarda pelo cede uterina. Assim, ter respaldo jurídico sólido pode ajudar a clarificar e firmar os direitos parentais, garantindo segurança legal para todos os envolvidos.

Esses avanços na Reprodução Assistida não só ampliam as possibilidades de formação familiar para casais homoafetivos, mas também consolidam um passo importante na direção da igualdade e reconhecimento legal de diversas configurações familiares. A complexidade do processo e suas nuances legais ressaltam a importância de abordagens cuidadosas e informadas, tanto no âmbito médico quanto jurídico.

Entre em contato: Foto da Dra. Anna Luísa Dra. Anna Luísa Barbosa Fernandes CRM-GO 33.271 Instagram @dra.annaluisabf
Tags: Famílias HomoafetivasLGBTQIAReprodução AssistidaSaúde
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

A regra “inegociável” de Stanford: 5 ações cotidianas que promovem longevidade e bem-estar

A regra “inegociável” de Stanford: 5 ações cotidianas que promovem longevidade e bem-estar

26/06/2026
O fenômeno da cereja dupla: o que causa e por que afeta a produção

O fenômeno da cereja dupla: o que causa e por que afeta a produção

26/06/2026
Frase do dia de Madre Teresa: “Nem todos nós podemos fazer grandes coisas, mas podemos fazer pequenas coisas com muito amor”, e por que ela ainda toca tanta gente 

Frase do dia de Madre Teresa: “Nem todos nós podemos fazer grandes coisas, mas podemos fazer pequenas coisas com muito amor”, e por que ela ainda toca tanta gente 

26/06/2026
Frase do dia de Maya Angelou: “Tente ser um arco-íris na nuvem de alguém”. O que essa mensagem ensina sobre cuidado com o outro

Frase do dia de Maya Angelou: “Tente ser um arco-íris na nuvem de alguém”. O que essa mensagem ensina sobre cuidado com o outro

26/06/2026
Nem caminhada nem alongamento; o exercício de equilíbrio que mais ajuda adultos acima dos 50 a ganhar firmeza ao andar

Nem caminhada nem alongamento; o exercício de equilíbrio que mais ajuda adultos acima dos 50 a ganhar firmeza ao andar

26/06/2026
Estudos apontam que se sentir apagado dentro da própria família pode ter menos a ver com falta de afeto e mais com papéis antigos que nunca foram revistos

Estudos apontam que se sentir apagado dentro da própria família pode ter menos a ver com falta de afeto e mais com papéis antigos que nunca foram revistos

26/06/2026
  • Sample Page
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados