Em meados de 2025, Cecilia Capolupo, uma argentina residente no interior da Inglaterra, experimentou mudanças sutis em seu corpo durante suas férias. Ela notou um aumento no inchaço abdominal e alterações nos hábitos digestivos, que inicialmente foram atribuídas ao período de recesso. No entanto, esses sintomas, que poderiam ser facilmente negligenciados, eram indicadores de um caso mais sério que viria a ser diagnosticado como Câncer de Intestino.
Apesar dos sintomas persistentes de cólicas estomacais e mal-estar, Cecilia realizou uma colonoscopia por recomendação médica. O exame revelou uma condição avançada de câncer colorretal, surpreendendo-a com a descoberta, dado que ela não apresentava os sinais tradicionais da doença, nem possuía histórico familiar ou idade que indicaria risco elevado.
Quais são os principais sintomas do Câncer de Intestino?
O Câncer de Intestino, também conhecido como câncer colorretal, manifesta-se frequentemente por sinais como alterações nos hábitos intestinais, presença de sangue nas fezes, dor abdominal persistente, perda de peso inexplicável, fraqueza e anemia. Contudo, cabe destacar que, como no caso de Cecilia, alguns pacientes podem não apresentar esses sintomas clássicos, o que reforça a importância de exames regulares, mesmo na ausência de sinais evidentes.

Como é realizado o diagnóstico do Câncer de Intestino?
O diagnóstico do Câncer de Intestino geralmente envolve uma combinação de exames clínicos e laboratoriais. A colonoscopia é uma ferramenta essencial para detectar alterações no cólon e reto, permitindo a identificação precoce de lesões que podem evoluir para tumores malignos. Em alguns casos, exames adicionais, como biópsias ou testes de imagem, são necessários para avaliar a extensão do tumor, especialmente se houver suspeita de metástase para órgãos como fígado e pulmões.
Quais são os fatores de risco associados ao Câncer de Intestino?
Vários fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento de Câncer de Intestino. Entre eles, a idade superior a 50 anos, histórico familiar de doenças intestinais, e condições inflamatórias crônicas como retocolite ulcerativa e doença de Crohn. Outros fatores incluem dieta pobre em fibras, consumo elevado de carnes processadas e sedentarismo. Estudos também sugerem que o consumo moderado de café pode reduzir o risco da doença.
Como é o tratamento para o Câncer de Intestino?
O tratamento do Câncer de Intestino depende do estágio do tumor e sua localização. Abordagens comuns incluem cirurgia para remoção da parte afetada do intestino, seguida de quimioterapia e/ou radioterapia para diminuir as chances de recorrência. Em casos avançados, onde há disseminação da doença para outros órgãos, o tratamento pode envolver terapias sistêmicas, direcionadas a impedir o avanço do câncer.
Além do tratamento médico, manter um estilo de vida saudável é crucial. Uma dieta balanceada, rica em frutas, vegetais e fibras, associada à prática regular de exercícios, desempenha um papel vital na prevenção do Câncer de Intestino e na promoção do bem-estar geral.
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Dra. Anna Luísa Barbosa Fernandes
CRM-GO 33.271









