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Sinais de deficiência de vitamina D que você deve conhecer

Por Larissa Carvalho
21/01/2026
Em Curiosidades
Sinais de deficiência de vitamina D que você deve conhecer

Falta de vitamina D pode levar a fraqueza óssea e muscular

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A deficiência de vitamina D é um tema que vem ganhando espaço em consultas médicas e exames de rotina. Apesar de ser um nutriente amplamente conhecido pelo papel na saúde dos ossos, a falta dessa vitamina pode se manifestar de formas discretas e, em muitos casos, passar despercebida. Em 2026, com um estilo de vida cada vez mais indoor, uso frequente de protetor solar e aumento de doenças crônicas, a atenção aos níveis de vitamina D tornou-se parte central da saúde preventiva.

Deficiência de vitamina D e seus sintomas mais comuns

A expressão deficiência de vitamina D costuma ser associada apenas à fragilidade dos ossos, mas os sintomas podem ser mais amplos e sutis. Em adultos, um dos sinais relatados é o desconforto ósseo difuso, sem um ponto exato de dor, além de fraqueza muscular, como dificuldade para levantar da cadeira, subir escadas ou carregar objetos leves.

Outro sintoma relevante é a fadiga constante, mesmo após noites de sono consideradas adequadas, com cansaço prolongado ao longo do dia e menor disposição. Estudos observam associação entre baixos níveis de vitamina D e alterações de humor, como apatia e irritabilidade, embora esses sinais possam ter diversas outras causas e devam ser avaliados em conjunto.

Para aprofundarmos no tema, trouxemos o vídeo do perfil @viclacerda.ms:

@viclacerda.ms

4 sintomas graves de falta de vitamina D e como repor rápido💊 Envia para todas as suas amigas✅

♬ som original – Viclacerda.ms

Deficiência de vitamina D em crianças e impacto no crescimento

Em crianças, a falta de vitamina D pode comprometer o crescimento adequado e o desenvolvimento ósseo, especialmente em fases de estirão. Podem surgir dores ósseas, atraso em marcos do desenvolvimento motor e, em quadros mais graves, alterações na forma de ossos e articulações, como joelhos arqueados.

Nessa faixa etária, o acompanhamento pediátrico é essencial para identificar precocemente qualquer alteração e avaliar a necessidade de suplementação. Em bebês e crianças que recebem pouca exposição solar ou têm dieta restrita, a avaliação de vitamina D é ainda mais importante para prevenir o raquitismo.

Principais causas da deficiência de vitamina D

A queda dos níveis de vitamina D pode ocorrer por diferentes motivos, muitas vezes combinados. Um fator frequente é a baixa exposição ao sol, já que a pele produz vitamina D quando entra em contato com a radiação ultravioleta; pessoas que passam o dia em ambientes fechados ou usam roupas muito cobertas tendem a sintetizar menos vitamina D.

A alimentação também exerce papel importante, pois poucos alimentos são fontes significativas desse nutriente. Dietas com baixa presença de peixes gordurosos, ovos, laticínios fortificados, cogumelos e bebidas enriquecidas podem contribuir para a deficiência, especialmente em quem segue alimentação vegetariana estrita ou vegana sem planejamento adequado.

Doenças, medicamentos e fatores de risco para baixa vitamina D

Algumas condições de saúde interferem diretamente na absorção ou na ativação da vitamina D, aumentando o risco de deficiência. Doenças intestinais que prejudicam a absorção de gorduras, histórico de cirurgia bariátrica, alterações no fígado ou nos rins e certos medicamentos reduzem a quantidade de vitamina D disponível na forma ativa.

Em idosos, a capacidade da pele de produzir vitamina D ao sol diminui, o que torna essa faixa etária um grupo de maior risco, assim como pessoas com pele mais escura ou obesidade. Nesses casos, a avaliação médica individualizada é importante para definir a melhor estratégia de prevenção e reposição.

Como identificar a deficiência de vitamina D

O diagnóstico de deficiência de vitamina D é feito por meio de um exame de sangue que mede os níveis de 25-hidroxivitamina D. Em geral, esse teste é solicitado para pessoas com fatores de risco, sintomas compatíveis ou condições em que a vitamina D tem papel relevante, como osteoporose, fraturas recorrentes e algumas doenças crônicas.

A interpretação do resultado deve ser feita pelo profissional de saúde, que considera o quadro geral de cada paciente. Faixas de referência podem variar entre diretrizes, por isso é fundamental avaliar sintomas, histórico clínico e outros exames, evitando tanto a deficiência quanto o excesso de suplementação.

Sinais de deficiência de vitamina D que você deve conhecer
Supere a fadiga e fortaleça ossos com vitamina D! Descubra como evitar deficiências silenciosas e viva com mais energia e vitalidade diariamente.

Tratamento e suplementação de vitamina D

O tratamento costuma envolver uma combinação de ajustes na alimentação, eventual uso de suplementos e orientação sobre exposição solar segura. A dose em cápsulas, comprimidos ou gotas varia conforme idade, nível sérico, peso, uso de medicamentos e objetivo terapêutico, podendo ser diária, semanal ou em esquemas temporários.

A automedicação não é recomendada, pois o excesso de vitamina D pode causar alterações renais, aumento de cálcio no sangue e sintomas como náuseas e confusão mental. O médico também avalia outros nutrientes, como cálcio, magnésio e proteínas, além de revisar medicamentos que possam interferir na metabolização da vitamina.

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Principais orientações médicas para reposição de vitamina D

Ao indicar a reposição, profissionais de saúde costumam combinar mudanças de estilo de vida com o uso criterioso de suplementos. Essa abordagem busca corrigir a deficiência sem ultrapassar níveis seguros e, ao mesmo tempo, melhorar a saúde óssea e muscular de forma global.

  • Reforçar o consumo de alimentos ricos ou fortificados com vitamina D, sempre que possível.
  • Avaliar a necessidade de suplementação diária ou semanal, em dose definida pelo profissional.
  • Observar outros nutrientes envolvidos na saúde óssea, como cálcio, proteínas e magnésio.
  • Rever medicamentos em uso que possam interferir na absorção ou na metabolização da vitamina.

Alimentos que ajudam a manter a vitamina D em dia

Embora poucas opções alimentares sejam naturalmente ricas em vitamina D, algumas escolhas contribuem para o equilíbrio dos níveis no organismo. Entre as principais fontes, destacam-se alimentos que podem ser incluídos de forma regular nas refeições, de acordo com a rotina e preferências de cada pessoa.

  • Peixes gordurosos, como salmão, sardinha, cavala e arenque.
  • Ovos, especialmente a gema.
  • Laticínios e bebidas vegetais fortificadas com vitamina D.
  • Cereais matinais enriquecidos com o nutriente.
  • Cogumelos expostos à luz ultravioleta.

Hábitos de exposição solar e cuidados com a pele

Além da alimentação, a exposição solar moderada continua sendo uma fonte importante de síntese de vitamina D. A recomendação atual busca equilibrar a necessidade de produzir o nutriente com os cuidados em relação aos riscos da radiação ultravioleta, como envelhecimento precoce da pele e câncer de pele.

O tempo de exposição e o uso de protetor solar devem ser personalizados, considerando tom de pele, horário e histórico pessoal. De forma prática, manter a vitamina D em níveis adequados envolve a combinação de hábitos saudáveis, acompanhamento médico e atenção a sinais como cansaço, dor óssea e fraqueza muscular, especialmente em quem tem fatores de risco.

Tags: AlimentaçãoAlimentoscorpo humanoCuriosidadessaudeVitamina D
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