Identificar sinais de Câncer de Pele é crucial para um diagnóstico precoce e intervenção adequada. Os primeiros indícios podem ser observados através de características visíveis de lesões, manchas ou pintas na pele. Analisando aspectos como variação de cor, formato irregular e crescimento ao longo do tempo, torna-se possível identificar potenciais anomalias. Contudo, a avaliação definitiva deve ser feita por um dermatologista, que pode recorrer a uma biópsia para confirmar a natureza maligna da lesão, direcionando o paciente para o tratamento mais apropriado.
Como o exame ABCDE auxilia na identificação?
O método ABCDE é uma das ferramentas principais para detectar sinais sugestivos de Câncer de Pele. Esse exame consiste na análise cuidadosa de certas características das manchas ou pintas. A observação meticulosa de assimetria, bordas, cor, diâmetro e evolução da lesão fornece uma orientação valiosa sobre a necessidade de investigação médica mais aprofundada.
Quais são os sinais clássicos de alerta?
Existem diversos sinais que podem indicar a presença de Câncer de Pele. No caso do câncer não melanoma, lesões como feridas ou nódulos na pele que não cicatrizam são comuns. Esses nódulos podem ser de cor branca, avermelhada ou rosa, muitas vezes causando coceira. Por outro lado, o melanoma tende a se manifestar como uma pinta escura ou um sinal com bordas irregulares, que pode coçar ou descamar. Este tipo de câncer é conhecido por sua gravidade e potencial de disseminação rápida.

Qual a importância do acompanhamento médico?
Consultas regulares ao dermatologista são essenciais sempre que ocorrerem alterações significativas em sinais, manchas ou pintas. Tais alterações podem ou não ser câncer, sendo que em alguns casos, o médico opta por monitorar a evolução da lesão ao longo do tempo. Se houver suspeita de malignidade, a excisão cirúrgica ou outros tratamentos específicos, como radioterapia ou quimioterapia, podem ser recomendados para eliminar o risco.
Como prevenir o Câncer de Pele?
Prevenir o Câncer de Pele requer medidas eficazes contra os efeitos nocivos dos raios ultravioleta. Entre as estratégias de prevenção está o uso regular de protetor solar com fator mínimo de 30, o qual deve ser reaplicado a cada duas horas ou após contato com a água. Além disso, evitar a exposição solar entre as 11h e 16h, utilizar roupas com proteção solar e evitar o bronzeamento artificial são práticas fundamentais para proteger a pele. O monitoramento mensal de alterações na pele e consultas anuais com o dermatologista completam o arsenal de prevenção contra essa doença.
A detecção precoce e a adoção de hábitos preventivos são aliadas valiosas na luta contra o câncer de pele. A observação cuidadosa das mudanças na pele e a consulta médica regular proporcionam melhores chances de tratamento eficaz, reduzindo os riscos associados a esta condição dermatológica séria.
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Dra. Anna Luísa Barbosa Fernandes
CRM-GO 33.271










