Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Curiosidades

Arqueólogos na França desenterraram um jarro cheio de moedas romanas com mais de 1.800 anos.

Por Bruno Vaz
05/07/2026
Em Curiosidades
Arqueólogos na França desenterraram um jarro cheio de moedas romanas com mais de 1.800 anos.

O solo da comuna abrigava antigas pedreiras de calcário, muros estruturados e fornos domésticos.

Guardar economias embaixo da terra era uma prática comum em tempos de crise na Europa antiga. Uma escavação recente na comuna de Senon revelou que o hábito gerou um acervo monumental de moedas romanas antigas. O achado desafia o que os historiadores sabiam sobre a economia local no século III.

Como ocorreu o achado arqueológico em Senon?

A descoberta aconteceu durante a expansão de uma residência privada na região norte francesa. Os pesquisadores do INRAP foram acionados para realizar uma vistoria preventiva no terreno de 1.500 metros quadrados. Ninguém esperava encontrar estruturas preservadas do período gaulês e vestígios que alcançam o século IV d.C.

O solo da comuna abrigava antigas pedreiras de calcário, muros estruturados e fornos domésticos. Os pequenos objetos sinalizam que a população local era formada por artesãos de excelente poder aquisitivo. No meio dessas ruínas residenciais, os arqueólogos avistaram três grandes vasos de cerâmica enterrados na vertical.

Leia também: A suposta cidade perdida na Amazônia que pode provar que existiam grandes civilizações no Brasil

O que revelam as ânforas com moedas romanas antigas?

Os recipientes de cerâmica continham um tesouro volumoso que soma quase 90 quilos de metal. Os numismatas constataram que os itens foram cunhados entre os anos 280 e 310 d.C. O conjunto reúne milhares de peças com a efígie de líderes que desafiaram o poder central de Roma.

A análise inicial aponta detalhes fascinantes sobre a origem política desse dinheiro guardado:

Leia Também

fortaleza descoberta por satélite

Ao examinar imagens de satélite, um arqueólogo descobre uma fortaleza de 120.000 m² que pode ser uma capital esquecida.

25/10/2026
casa pré-histórica

Uma caverna na Cantábria permaneceu selada por 16.800 anos: em seu interior, encontraram uma casa da Idade da Pedra com 4.600 objetos.

24/10/2026
Há mais de 2 mil anos, um povo transformou montanhas de arenito em uma cidade rica usando um sistema de água engenhoso

Há mais de 2 mil anos, um povo transformou montanhas de arenito em uma cidade rica usando um sistema de água engenhoso

22/10/2026
Na última carta confiável, de 29 de maio de 1925, Fawcett avisou que o grupo ficaria sem contato até o ano seguinte

Em 1925, um explorador britânico sumiu em Mato Grosso com o filho atrás de uma cidade perdida, e 101 anos depois o mistério continua

22/10/2026
  • Moedas com o rosto do imperador Victorino.
  • Peças emitidas durante o governo de Tétrico I.
  • Lotes ligados ao efêmero Império Gálico.

O exame minucioso mostra que a primeira vasilha concentrava cerca de 24 mil peças de bronze. O segundo vaso estava com o topo danificado, mas guardava outras 19 mil moedas romanas antigas em seu interior. O terceiro recipiente intriga os pesquisadores por conter apenas três unidades metálicas.

Arqueólogos na França desenterraram um jarro cheio de moedas romanas com mais de 1.800 anos.
Os recipientes de cerâmica continham um tesouro volumoso que soma quase 90 quilos de metal.

Por que os arqueólogos descartam a teoria de um tesouro escondido?

A hipótese de uma fuga apressada foi descartada devido ao posicionamento planejado dos vasos no solo. As estruturas receberam pedras de nivelamento para garantir que as bocas ficassem alinhadas com o piso da casa. Isso indica que os moradores acessavam o dinheiro diariamente para transações comerciais normais.

Os técnicos defendem que o local funcionava como uma espécie de caixa eletrônico familiar ou cooperativo. Os depósitos e retiradas ocorriam em intervalos regulares, refletindo uma gestão financeira avançada para a época. O acúmulo gradual reforça que a circulação de moedas romanas antigas era forte na Gália.

Qual o motivo para o abandono desse dinheiro na Antiguidade?

O grande enigma para a ciência é entender a razão para tamanha fortuna ter ficado esquecida na Lorena. Uma base militar romana operava a apenas 150 metros do perímetro residencial escavado pelos arqueólogos. Os fundos poderiam ser destinados ao pagamento do soldo dos soldados da região.

O registro geológico indica que um violento incêndio atingiu a vizinhança no início do século IV d.C. As moradias foram reconstruídas sobre as paredes queimadas, mas o vilarejo durou apenas mais cinco décadas. Um segundo desastre com fogo sepultou o local em definitivo, protegendo as moedas romanas antigas por séculos.

Tags: arqueologiaFrançahistória romana
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados