Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Curiosidades

Astrônomos encontram um mundo de lava onde metade da superfície permanece em um oceano de magma

Por Daniely Cardoso
25/07/2026
Em Curiosidades
A detecção desse mundo distante exige o uso de equipamentos infravermelhos posicionados fora da órbita da Terra.

A detecção desse mundo distante exige o uso de equipamentos infravermelhos posicionados fora da órbita da Terra.

Tentar imaginar como seria viver em um mundo com temperaturas capazes de derreter rochas da noite para o dia assusta qualquer pessoa. Astrônomos identificaram um corpo celeste extremo onde metade da superfície virou um oceano fervente. As análises sobre esse exoplaneta de lava revelam dados inacreditáveis sobre o clima e a passagem do tempo no espaço.

Como funciona o clima em um exoplaneta de lava

Os telescópios espaciais captaram índices térmicos que chegam aos impressionantes 1257°C no ambiente daquele corpo celeste. Todo esse calor insuportável acontece porque o planeta orbita colado na sua estrela principal sem qualquer distância de segurança. Essa proximidade absurda transforma a paisagem em um verdadeiro forno sideral mantido a temperaturas extremas diárias.

O detalhe é que metade de toda a estrutura desse exoplaneta de lava permanece permanentemente derretida por causa do impacto do sol local. O material rochoso do solo virou um mar de magma brilhante que cobre cerca de 50% de todo o território. Cientistas acreditam que a outra metade do planeta enfrenta uma escuridão eterna e congelante pela falta de rotação comum.

O detalhe é que metade de toda a estrutura desse exoplaneta de lava permanece permanentemente derretida por causa do impacto do sol local

Leia também: Arqueólogos revelam o truque usado há 200 mil anos para dormir sem insetos nas cavernas

Por que o tempo voa nesse exoplaneta de lava

A velocidade com que esse mundo completa uma volta inteira ao redor do seu astro vai contra tudo o que conhecemos na Terra. O ciclo anual desse exoplaneta de lava dura míseros 4,2 dias terrestres na contagem oficial dos pesquisadores. Na prática, a proximidade com a gravidade da estrela puxa a rocha com uma força violenta no vácuo.

Essa velocidade insana faz com que as estações do ano simplesmente não existam da forma como estamos acostumados a ver no nosso cotidiano. O planeta gira de forma sincronizada, mantendo sempre o mesmo lado voltado para o calor escaldante do astro. Essa rotina de movimento constante cria um contraste térmico bizarro entre os dois lados da esfera.

Leia Também

Cratera dos Portões do Inferno perde intensidade após mais de 50 anos queimando sem parar no Turcomenistão

Cratera dos Portões do Inferno perde intensidade após mais de 50 anos queimando sem parar no Turcomenistão

05/08/2026
A árvore mais velha do mundo sobreviveu a impérios, guerras e secas por mais de cinco mil anos

A árvore mais velha do mundo sobreviveu a impérios, guerras e secas por mais de cinco mil anos

05/08/2026
Em 1945, ele percebeu algo errado no bolso durante um teste e criou um aparelho que revolucionou a cozinha

Em 1945, ele percebeu algo errado no bolso durante um teste e criou um aparelho que revolucionou a cozinha

05/08/2026
Dinossauro do tamanho de um gato surpreende cientistas e revela como pequenos répteis ajudaram a dominar a Terra primitiva

Dinossauro do tamanho de um gato surpreende cientistas e revela como pequenos répteis ajudaram a dominar a Terra primitiva

05/08/2026

O que a ciência aprendeu com a superfície derretida

A presença de rochas derretidas e gases pesados na atmosfera mostra como corpos celestes evoluem sob forças gravitacionais destruidoras. Os dados indicam que a parte iluminada evapora minerais pesados que formam nuvens de rocha líquida no ar. Quando essas cinzas esfriam um pouco nas bordas do planeta, ocorrem chuvas de pedras ferventes sobre a crosta.

Além disso, a ausência de uma atmosfera protetora parecida com a nossa deixa a superfície vulnerável aos ventos solares diretos. Essas tempestades magnéticas varrem os gases acumulados e impedem que o calor se espalhe de forma uniforme pela esfera. Confira os detalhes marcantes dessa estrutura no universo sideral:

  • Presença de um oceano de magma ativo cobrindo metade de toda a superfície.
  • Registros de temperaturas que ultrapassam 1257°C no lado claro do planeta.
  • Ciclo de translação completo feito em apenas 4,2 dias de duração.
  • Variação térmica absurda entre a face iluminada e o lado escuro.

Se você gosta de curiosidades, separamos esse vídeo do canal Science and Tech falando mais sobre esse planeta:

Quais tecnologias conseguem mapear esse exoplaneta de lava

A detecção desse mundo distante exige o uso de equipamentos infravermelhos posicionados fora da órbita da Terra. Os pesquisadores usam telescópios de alta precisão para medir a quantidade de luz bloqueada quando a rocha passa pela estrela. Essa variação luminosa permite calcular a massa e a temperatura exata do terreno com muita exatidão.

O detalhe é que os dados captados ajudam a entender a formação de novos planetas rochosos em sistemas distantes da nossa galáxia. Observar de perto como um ambiente se comporta perto do seu sol traz respostas valiosas sobre a física de mundos extremos. Os astrônomos utilizam diferentes técnicas de análise para rastrear o objeto no espaço:

01
Medição de ondas de calor infravermelhas emitidas pelas rochas derretidas.
02
Cálculo da velocidade de órbita rápida através do brilho do astro.
03
Análise dos gases presentes na atmosfera durante o trânsito espacial.

Como acompanhar as novas descobertas do espaço hoje

Ler matérias sobre astronomia e física espacial amplia seu repertório de conhecimento sobre a vastidão do nosso universo. Acompanhar a rotina de observatórios internacionais traz fatos reais e curiosos para aplicar em conversas do cotidiano.

Busque relatórios atualizados de agências espaciais e portais de divulgação científica sérios para não cair em boatos. Adote o hábito de se informar sempre sobre o cosmos para acompanhar a evolução da ciência moderna de forma prática.

Tags: ciênciaespaçoExoplanetalava
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados