Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Curiosidades

Em outro sistema estelar, um mundo semelhante ao de Plutão sobreviveu até o amargo fim

Por Larissa Carvalho
25/09/2025
Em Curiosidades
Em outro sistema estelar, um mundo semelhante ao de Plutão sobreviveu até o amargo fim

Plutão. Créditos: depositphotos.com / sabinoparente

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

A NASA, usando o Telescópio Espacial Hubble, detectou pela primeira vez matéria de um corpo semelhante a Plutão espiralando em direção a uma estrela anã branca a 260 anos-luz da Terra. Este fenômeno oferece uma nova perspectiva sobre a evolução de sistemas planetários.

  • Observação inédita de uma colisão semelhante a Plutão.
  • Descoberta reforça entendimento sobre sistemas solares distantes.
  • Possibilidade de entender o futuro do nosso próprio sistema solar.

O que é uma anã branca?

Uma anã branca, como a chamada WD 1647375, é o que resta após uma estrela de tamanho médio esgotar seu combustível. Este resquício estelar fica significativamente menos massivo, afetando a gravidade e estabilidade do sistema ao seu redor. Estudos recentes sugerem que anãs brancas também podem demonstrar campos magnéticos poderosos, capazes de interferir ainda mais nas órbitas dos corpos ao redor.

Como a descoberta foi feita?

Cientistas utilizaram o Hubble para observar a composição dos detritos que caem na estrela anã. Este “crime cósmico” fornece pistas sobre a natureza dos exoplanetas e objetos que orbitavam a estrela. O uso de espectroscopia foi fundamental para determinar a composição química dos detritos, revelando a presença marcante de água gelada.

Leia Também

O nome feminino curto e de pronúncia forte dos anos 80 que voltou a ser tendência absoluta nas maternidades

O nome feminino curto e de pronúncia forte dos anos 80 que voltou a ser tendência absoluta nas maternidades

19/04/2026
O que acontece com o corpo humano em gravidade zero

O que acontece com o corpo humano em gravidade zero

18/04/2026
O rei que governou por apenas 20 minutos e protagonizou um dos episódios mais curiosos da história

O rei que governou por apenas 20 minutos e protagonizou um dos episódios mais curiosos da história

18/04/2026
O que acontece no seu corpo quando você segura o xixi por muito tempo

O que acontece no seu corpo quando você segura o xixi por muito tempo

18/04/2026

Corpos celestes icy podem sobreviver?

A descoberta sugere que corpos gelados, como os nas extremidades de nosso sistema solar, podem sobreviver mesmo após a morte de sua estrela. Isso traz um novo entendimento sobre a persistência de materiais voláteis e compostos essenciais para a formação planetária, mesmo em ambientes extremos e pós-estelares.

“Medir a composição de um exo-Plutão é crucial para entender a evolução desses corpos,” destacou Boris Gänsicke, pesquisador envolvido no projeto Hubble.

Em outro sistema estelar, um mundo semelhante ao de Plutão sobreviveu até o amargo fim
Plutão. Créditos: depositphotos.com / vjanez

Por que ocorreu a colisão?

Como estrelas do tamanho do Sol se tornam gigantes vermelhas antes de se transformarem em anãs brancas, suas forças gravitacionais mudam, causando órbitas instáveis que podem levar a eventos como esta colisão. Observações sugerem que esse tipo de migração caótica pode ser mais comum em sistemas multiplanetários, aumentando o risco de colisões com a estrela remanescente.

Impactos nos conhecimentos sobre água no espaço

A descoberta mostra que gelo d’água compõe cerca de 64% dos fragmentos, contribuindo para teorias sobre como a água pode ser transportada entre mundos. Novos dados indicam ainda que minerais hidratados também estavam presentes nos detritos, reforçando a ideia de que a água pode se manter estável por bilhões de anos em ambientes planetários externos.

Isso se conecta com a hipótese de que os oceanos da Terra, em parte, se formaram a partir do impacto de cometas e asteroides.

Pensamentos finais sobre a descoberta

  • Estudos como este potenciam nossa compreensão sobre a formação de planetas e atmosferas.
  • Cometas e asteroides podem ser portadores essenciais de água no universo.
  • O modelo observado pode sugerir um destino similar para nosso próprio sistema solar no futuro distante.
Tags: AstronomiaciênciaCuriosidadesnasaplanetas
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

A psicologia sugere que adultos que evitam festas lotadas não são antissociais, mas aprenderam a priorizar a paz e a regulação do sistema nervoso

A psicologia sugere que adultos que evitam festas lotadas não são antissociais, mas aprenderam a priorizar a paz e a regulação do sistema nervoso

19/04/2026
O composto natural que reduz triglicerídeos e melhora a saúde do fígado

O composto natural que reduz triglicerídeos e melhora a saúde do fígado

19/04/2026
A leguminosa pouco consumida que tem mais ferro que o feijão e pode ajudar a combater o cansaço

A leguminosa pouco consumida que tem mais ferro que o feijão e pode ajudar a combater o cansaço

19/04/2026
Nomes de meninas inspirados em plantas delicadas

Nomes de meninas inspirados em plantas delicadas que transbordam criatividade

19/04/2026
A suposta cidade perdida na Amazônia que pode provar que existiam grandes civilizações no Brasil

A suposta cidade perdida na Amazônia que pode provar que existiam grandes civilizações no Brasil

19/04/2026
Pessoas que não conseguem manter contato visual prolongado costumam usar esse mecanismo de defesa emocional

Pessoas que não conseguem manter contato visual prolongado costumam usar esse mecanismo de defesa emocional

19/04/2026
  • Sample Page
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados