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Início Bem-Estar

Esse vegetal tem nutrientes únicos e pode mudar a sua digestão e função renal

Por Paulo Custodio
29/10/2025
Em Bem-Estar
Vegetal tem nutrientes únicos e pode mudar a sua digestão e função renal

Vegetal rico em nutrientes que influencia a digestão e auxilia na saúde dos rins, promovendo equilíbrio e bem-estar no corpo - Créditos: depositphotos.com / iMarzi - Créditos: depositphotos.com / Tharakorn

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O aspargo é um vegetal nutritivo, conhecido por seu perfil único de nutrientes que beneficiam a digestão e a função renal. Seus compostos, como a inulina e a asparagina, atuam como potentes prebióticos e diuréticos naturais.

Como o aspargo melhora a saúde da flora intestinal?

O benefício digestivo mais significativo do aspargo vem do seu alto teor de inulina, um tipo de fibra solúvel que funciona como um prebiótico. A inulina não é digerida no estômago, passando intacta até o intestino grosso.

No cólon, a inulina serve como alimento preferencial para as bactérias benéficas, como as Bifidobactérias e os Lactobacilos. Essa “alimentação” permite que as boas bactérias floresçam e dominem o ambiente intestinal.

Quando essas bactérias fermentam a inulina, elas produzem ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), como o butirato. Esses compostos são vitais para a saúde intestinal, pois:

  • Servem como energia para as células que revestem o cólon.
  • Ajudam a reduzir a inflamação na parede intestinal.
  • Fortalecem a barreira intestinal, prevenindo a “síndrome do intestino permeável”.
  • Melhoram a absorção de minerais essenciais, como cálcio e magnésio.
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Vegetal rico em nutrientes que influencia a digestão e auxilia na saúde dos rins, promovendo equilíbrio e bem-estar no corpo – Créditos: depositphotos.com / benschonewille

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Além da inulina, como o aspargo ajuda na digestão?

O aspargo também contém uma boa quantidade de fibra insolúvel. Este tipo de fibra não se dissolve em água e atua “varrendo” o trato digestivo, adicionando volume ao bolo fecal.

A fibra insolúvel ajuda a regular o trânsito intestinal, prevenindo a constipação (prisão de ventre). Ela estimula as contrações musculares naturais do intestino (peristaltismo), garantindo que os resíduos se movam de forma eficiente.

Além disso, o aspargo é composto por cerca de 94% de água. Esta alta concentração de água, combinada com a fibra solúvel e insolúvel, ajuda a amaciar as fezes e a manter o sistema digestivo hidratado e funcionando suavemente.

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O aspargo realmente funciona como um diurético natural?

Vegetal rico em nutrientes que influencia a digestão e auxilia na saúde dos rins, promovendo equilíbrio e bem-estar no corpo – Créditos: depositphotos.com / Paul_Cowan

Sim, o aspargo tem um conhecido efeito diurético leve. Isso se deve em grande parte ao aminoácido asparagina (que dá nome ao vegetal) e ao seu alto teor de potássio.

A asparagina e o potássio atuam sinalizando aos rins para aumentarem a excreção de sódio (sal) e água através da urina. Este processo de “lavagem” ajuda a reduzir a retenção de líquidos (inchaço) no corpo.

Esta ação diurética apoia a função renal, ajudando a limpar o sistema. Manter os rins saudáveis é crucial, como destaca Harvard Health, pois eles filtram o sangue e regulam a pressão arterial.

A tabela abaixo resume os principais compostos ativos do aspargo:

Composto AtivoFoco de AçãoBenefício Principal
Inulina (Prebiótico)Intestino (Digestão)Alimenta a flora benéfica
Fibra InsolúvelIntestino (Digestão)Regularidade (Anti-constipação)
Asparagina / PotássioRins (Diurético)Eliminação de sódio e líquidos

Quais são os riscos do aspargo para pessoas com problemas renais

O aspargo é nutritivo, mas seu consumo exige cuidado em casos de condições renais específicas devido à presença de certas substâncias.

Substâncias de atenção

O aspargo contém:

  • Oxalatos: podem se ligar ao cálcio e formar cristais, aumentando o risco de pedras nos rins
  • Purinas: exigem atenção em quem tem problemas renais ou histórico de gota

Orientação para consumo

Pessoas com histórico de cálculos renais devem consumir aspargos com moderação para evitar a formação de novos cristais.

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Quais outros benefícios o aspargo oferece?

O aspargo é uma potência nutricional que apoia a saúde geral além da digestão e dos rins. Ele é uma das fontes mais ricas de glutationa, muitas vezes chamada de “antioxidante mestre”, que combate o estresse oxidativo no corpo.

Ele também é rico em Vitamina K, essencial para a coagulação sanguínea e para direcionar o cálcio para os ossos (em vez de para as artérias). A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma dieta rica em vegetais como o aspargo para a prevenção de doenças crônicas.

O aspargo é uma excelente fonte de:

  • Folato (Vitamina B9): Crucial para a reparação do DNA e a formação de novas células.
  • Vitamina K1: Vital para a coagulação do sangue e saúde óssea.
  • Vitamina A (Betacaroteno): Importante para a visão e sistema imunológico.
  • Antioxidantes (Quercetina, Rutina): Combatem a inflamação e protegem as células.

Por que o aspargo muda o cheiro da urina (e por que nem todo mundo percebe)?

Se você já comeu aspargos, talvez tenha notado um odor forte e característico na urina pouco tempo depois (às vezes em apenas 15 minutos!). Isso não é imaginação sua, é um efeito colateral químico fascinante e completamente inofensivo.

O culpado é o ácido asparagúsico, um composto que só existe no aspargo. Quando o nosso sistema digestivo quebra esse ácido, ele libera vários subprodutos que contêm enxofre (a mesma classe de substâncias que dá o cheiro ao repolho cozido ou aos ovos).

Como o artigo explicou, o aspargo atua como um diurético natural (graças à asparagina e ao potássio). Isso acelera o processo: os rins filtram rapidamente esses compostos de enxofre e os expelem pela urina, causando o cheiro forte.

O mistério de quem não sente o cheiro

Aqui está a parte mais curiosa: nem todo mundo percebe esse cheiro. Por décadas, os cientistas debateram o motivo, e hoje eles acreditam em duas possibilidades genéticas:

  1. A maioria não “cheira”: A teoria mais aceita é que a maioria das pessoas produz a urina com o cheiro, mas uma grande parte da população (alguns estudos estimam 40%) tem uma mutação genética que os torna fisicamente incapazes de sentir o cheiro desses compostos de enxofre.
  2. Alguns não “produzem”: Uma teoria mais antiga (e menos provável) sugere que algumas pessoas simplesmente não metabolizam o ácido dessa forma, e portanto não produzem o odor.

Portanto, se você come aspargos e não sente cheiro nenhum depois, é provável que você seja um dos “sortudos” que geneticamente não consegue detectar essa substância!

Tags: AlimentoaspargosSaúde
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