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Início Curiosidades

Estudo aponta explicação para pessoas que dormem pouco

Por Larissa Carvalho
09/05/2025
Em Curiosidades
Estudo aponta explicação para pessoas que dormem pouco

pessoa dormindo. Créditos: depositphotos.com / nesharm

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Nem todos precisam de oito horas de sono para funcionar adequadamente. Algumas pessoas conseguem se sentir descansadas e sem efeitos negativos da privação de sono, mesmo após apenas quatro horas de descanso. Este fenômeno pode ser explicado por uma mutação genética específica.

Um estudo recente identificou uma mutação no gene quinase induzida por sal 3 (hSIK3-N783Y), que é crucial para regular a duração e a profundidade do sono. Esta descoberta foi publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, destacando a importância dessa mutação para aqueles que são conhecidos como dormidores curtos naturais (NSS).

Qual é o papel do sono no corpo humano?

Embora o corpo pareça inativo durante o sono, ele está longe de estar ocioso. Durante esse período, o organismo entra em modo de manutenção, reparando células, repondo hormônios essenciais e facilitando a reorganização neural. A privação de sono pode prejudicar significativamente o funcionamento físico e cognitivo, aumentando o risco de doenças graves como problemas cardíacos, diabetes e depressão.

Por essa razão, recomenda-se dormir entre 7 a 9 horas por noite para manter a saúde física e mental. No entanto, os dormidores curtos naturais conseguem evitar esses efeitos negativos com apenas 4 a 6 horas de sono, e dormir mais do que isso pode até fazê-los sentir-se pior.

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Estudo aponta explicação para pessoas que dormem pouco
pessoa dormindo. Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

Como a mutação SIK3-N783Y afeta o sono?

Pesquisas anteriores já haviam identificado mutações em genes como DEC2, ADRB1, NPSR1 e GRM1, associadas ao traço de sono curto natural. A mutação SIK3-N783Y foi descoberta através do estudo de uma voluntária de 70 anos, que relatou dormir apenas 3 horas por noite, embora registros de actigrafia mostrassem uma média de 6,3 horas de sono.

Para confirmar a influência dessa mutação, cientistas replicaram a mutação em um modelo de camundongo. Os camundongos mutantes dormiram 30 minutos a menos que os outros, indicando que a mutação afeta a duração do sono ao alterar a estrutura da proteína SIK3, comprometendo sua capacidade de transferir moléculas de fosfato para outras proteínas.

Quais são as implicações dessa descoberta para a saúde?

Compreender a genética dos comportamentos de sono pode ajudar a desenvolver estratégias de tratamento para melhorar a qualidade do sono e mitigar os efeitos da privação de sono na população em geral. A pesquisa destaca a conservação evolutiva do gene SIK3 como um gene do sono e seu potencial como alvo terapêutico para distúrbios do sono.

Essas descobertas abrem caminho para novas abordagens no tratamento de problemas de sono, oferecendo esperança para aqueles que sofrem de insônia ou outros distúrbios relacionados ao sono.

Tags: qualidade do sonosaudeSonos
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