Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Bem-Estar

“Um pesadelo”: o único filme que Morgan Freeman gostaria de apagar da carreira reuniu Tom Hanks e Bruce Willis — e virou um dos maiores fiascos de Hollywood

Por João Victor
07/06/2026
Em Bem-Estar
Apesar do elenco estelar, "A Fogueira das Vaidades" entrou para a história como um dos maiores fiascos de Hollywood.

Apesar do elenco estelar, "A Fogueira das Vaidades" entrou para a história como um dos maiores fiascos de Hollywood. Imagem gerada por IA.

Tinha o livro certo, o diretor de Scarface e um elenco de estrelas. Mesmo assim, naufragou. E até hoje o vencedor do Oscar não esconde a frustração.

Com mais de meio século de cinema, Morgan Freeman acumulou tantos clássicos que escolher um favorito é tarefa difícil — de Conduzindo Miss Daisy e Um Sonho de Liberdade a Seven: Os Sete Crimes Capitais. Mas o caminho inverso é fácil: existe um único filme que o ator, vencedor do Oscar por Menina de Ouro, descreve sem rodeios como um pesadelo. E o mais curioso é que ele tinha tudo para ser o oposto disso.

O filme é A Fogueira das Vaidades, rodado há 36 anos.

No papel, era impossível dar errado

Olhe os ingredientes. A história saiu de um best-seller afiadíssimo de Tom Wolfe — uma sátira social que começou publicada em capítulos na revista Rolling Stone antes de virar fenômeno editorial. Na direção, Brian De Palma, o mesmo de Scarface. E no elenco, uma constelação: Tom Hanks no papel principal, ao lado de Bruce Willis, Melanie Griffith e o próprio Morgan Freeman.

Era a receita perfeita de um candidato a prestígio. Só que o resultado foi na direção contrária.

O fiasco em números

Lançado em 1990 (e exibido no Brasil em 1991), o filme arrecadou cerca de US$ 15,6 milhões em bilheteria — diante de um orçamento estimado em US$ 47 milhões. Ou seja: não devolveu nem um terço do que custou.

Leia Também

A profunda reflexão de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’ que continua a inspirar: “Mostre-me um coração livre de sonhos tolos, e eu lhe mostrarei um homem feliz.”

A profunda reflexão de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’ que continua a inspirar: “Mostre-me um coração livre de sonhos tolos, e eu lhe mostrarei um homem feliz.”

23/07/2026
A frase mais inspiradora de Denzel Washington: “Se você reza para que chova, também terá que lidar com a lama.”

A frase mais inspiradora de Denzel Washington: “Se você reza para que chova, também terá que lidar com a lama.”

11/07/2026
carreira de Tom Hanks

50 anos de carreira e 2 Oscars. Um dos maiores atores de todos os tempos completou 70 anos

11/07/2026
Clint Eastwood

Clint Eastwood: “Digo isso com todo o respeito, mas sei do que estou falando quando afirmo que nunca se deve confiar em ninguém em um filme italiano.”

11/07/2026

A crítica foi igualmente impiedosa com a sátira ácida, em que Tom Hanks tentava romper sua imagem de “bom moço” vivendo um banqueiro inescrupuloso de Wall Street. No agregador Rotten Tomatoes, o longa colhe apenas 15% de avaliações positivas.

O próprio elenco passou a tratar a experiência como um capítulo a esquecer. Tom Hanks, em conversa com Oprah Winfrey, chegou a colocá-lo entre os piores filmes que já fez.

Por que dói mais em Freeman do que nos outros

A frustração de Morgan Freeman tem um motivo particular: ele amava o livro. Numa entrevista de 2014 ao The Daily Beast, ao ser perguntado sobre a obra que gostaria de apagar da própria filmografia, o ator não hesitou e cravou a palavra — pesadelo.

Em seguida, resumiu o sentimento que carrega até hoje sobre a adaptação: “Era um dos meus livros favoritos”. E completou com um misto de lamento e desafio: deveriam recomeçar do zero e fazer do jeito certo.

A refilmagem que nunca veio

O remake sonhado por Freeman jamais saiu do papel. Mas, três décadas e meia depois, a história de A Fogueira das Vaidades segue fascinando justamente pela distância entre o que prometia e o que entregou — um lembrete de que nem o elenco mais estrelado garante um bom filme.

Quem sabe, passados 36 anos, alguém finalmente aceite o desafio que o próprio Morgan Freeman lançou: começar de novo e, dessa vez, fazer direito.

Tags: A Fogueira das VaidadescinemaHollywoodMorgan FreemanTom Hanks
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar
    • Notícias
    • Economia
    • Entretenimento
    • Tecnologia
    • Bem-Estar
      • Beleza
    • Automobilismo
    • Turismo
      • Cidades
    • Curiosidades
    • Casa e Decoração
      • Jardinagem
    Sem resultado
    Veja todos os resultados