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O detalhe pouco conhecido que diferencia enxaqueca de dor comum

Por guilherme_saude
16/02/2026
Em Uncategorized
O que o corpo tenta avisar com dor e náusea - Créditos: depositphotos.com / Milkos

O que o corpo tenta avisar com dor e náusea - Créditos: depositphotos.com / Milkos

A Enxaqueca é mais do que uma dor de cabeça intensa: trata-se de uma condição neurológica complexa, que envolve alterações na atividade cerebral e nos vasos sanguíneos, podendo durar horas ou até dias, prejudicar atividades diárias e exigir tratamento específico.

Quais são os principais sintomas da enxaqueca?

Os sintomas da enxaqueca são variados e afetam o corpo em diversas dimensões. A dor costuma ser pulsátil, frequentemente em um lado da cabeça, e piora com movimentos ou esforço físico simples, como subir escadas ou caminhar rápido.

Muitos pacientes apresentam grande sensibilidade à luz, ao som e até a cheiros específicos, além de náuseas, vômitos e sensação de “nevoeiro mental”. Em alguns casos ocorre aura visual, com pontos brilhantes, linhas em zigue-zague, tonturas e vertigens, o que pode dificultar ainda mais a realização de tarefas cotidianas.

Para compreender melhor os sintomas da enxaqueca, assista ao vídeo a seguir, no qual o Canal da Saúde explica o assunto de forma clara e didática.

Quem tem maior risco de desenvolver enxaquecas?

Alguns grupos têm risco aumentrado de desenvolver enxaqueca, especialmente pessoas com histórico familiar da doença. A genética exerce papel importante, tornando mais provável que indivíduos com parentes de primeiro grau com enxaqueca também apresentem crises ao longo da vida.

Mulheres em idade reprodutiva são particularmente vulneráveis, em razão das variações hormonais, sobretudo nos níveis de estrogênio. Fatores como privação de sono, jejum prolongado e estresse emocional não causam a doença, mas agravam e desencadeiam crises em quem já é predisposto.

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O hábito diário que pode reduzir crises de enxaqueca – Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

Como se manifestam os diferentes estágios da enxaqueca?

A crise de enxaqueca costuma seguir um ciclo, que pode começar bem antes da dor aparecer. Na fase de pródromo, até 48 horas antes da dor, podem surgir bocejos frequentes, desejo por doces, fadiga e rigidez no pescoço, sinais que ajudam a reconhecer e agir precocemente.

Entender o ciclo completo — pródromo, aura, dor e pós-dromo — facilita a comunicação com o médico e apoia um plano terapêutico mais preciso. No pós-dromo, mesmo após a dor cessar, é comum o paciente sentir cansaço intenso, dificuldade de concentração e sensibilidade residual a estímulos.

Como reduzir a frequência das crises de enxaqueca?

Reduzir a frequência das crises envolve identificar e evitar gatilhos pessoais, que variam de pessoa para pessoa. Um “diário da dor”, registrando alimentação, sono, estresse e atividades, ajuda a reconhecer padrões e conversar de forma mais objetiva com o neurologista.

Algumas medidas de estilo de vida têm papel importante na prevenção das crises e costumam ser recomendadas em conjunto com o tratamento medicamentoso:

  • Manter horários regulares de sono, evitando privação e grandes variações entre dias úteis e finais de semana.
  • Fazer refeições em intervalos regulares, evitando jejum prolongado e consumo excessivo de cafeína, queijos curados e embutidos.
  • Praticar atividade física moderada de forma contínua, respeitando limites e orientação profissional.
  • Hidratar-se adequadamente ao longo do dia e investir em técnicas de manejo do estresse, como respiração profunda ou meditação.
Entre em contato: Foto da Dra. Anna Luísa Dra. Anna Luísa Barbosa Fernandes CRM-GO 33.271 Instagram @dra.annaluisabf
Tags: Bem-Estarqualidade de vidaSaúde
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