Você já esqueceu onde colocou as chaves ou entrou em um cômodo e não lembrou o motivo? Esses pequenos lapsos fazem muita gente buscar alternativas para cuidar melhor da memória e da circulação no cérebro, e é aí que o uso de Ginkgo biloba para circulação cerebral entra em cena. Esse extrato, obtido das folhas da árvore Ginkgo biloba, é usado há séculos na medicina oriental e, mais recentemente, começou a ser estudado em clínicas e pesquisas no ocidente, principalmente por sua possível relação com atenção, foco e raciocínio ao longo do envelhecimento.
Como o Ginkgo biloba atua na circulação cerebral
O extrato padronizado de Ginkgo biloba contém substâncias como ginkgoflavonoides e lactonas terpênicas, que parecem influenciar os vasos sanguíneos e as plaquetas. Estudos sugerem que esses compostos podem promover uma leve vasodilatação, ajudando o sangue a circular melhor em regiões periféricas e cerebrais.
Também se discute bastante seu possível efeito antioxidante, que poderia contribuir para a proteção das células nervosas contra o estresse oxidativo. Há ainda a modulação da agregação das plaquetas, o que deixaria o sangue um pouco menos propenso a formar pequenos coágulos, ao mesmo tempo em que aumenta a necessidade de atenção a possíveis sangramentos.

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Quais benefícios gerais se buscam ao usar Ginkgo biloba
Quando alguém pergunta sobre Ginkgo biloba, geralmente está em busca de mais clareza mental para o dia a dia, menos sensação de “mente cansada” ou algum alívio em sintomas que possam estar ligados à circulação. Nesses contextos, o extrato é estudado como um possível reforço à rotina, e não como solução milagrosa, devendo ser associado a sono adequado, alimentação equilibrada e estímulos cognitivos.
De forma geral, o uso do extrato de Ginkgo biloba costuma estar associado a objetivos como maior funcionalidade no cotidiano e manutenção da autonomia em adultos e idosos. Abaixo estão alguns dos benefícios mais procurados pelas pessoas que recorrem a esse fitoterápico:
- Apoiar a circulação cerebral em casos de queixas de atenção e foco;
- Auxiliar em zumbido, tonturas e sensação de desequilíbrio ligados à circulação;
- Atuar como recurso complementar para declínio cognitivo leve, sob supervisão médica;
- Contribuir para bem-estar mental em adultos e idosos, quando bem indicado.
Quais cuidados são importantes ao usar Ginkgo biloba para o cérebro
Mesmo sendo vendido como suplemento ou fitoterápico, o Ginkgo biloba não é inofensivo nem deve ser iniciado “por conta”. Bulas e diretrizes reforçam cuidados básicos para reduzir riscos e tornar o uso mais seguro, principalmente em quem já toma outros remédios ou possui doenças crônicas que afetam a coagulação ou o fígado.
- Informar ao médico sobre uso de anticoagulantes, antiagregantes plaquetários ou anti-inflamatórios;
- Respeitar a dose diária recomendada no rótulo ou na prescrição;
- Suspender o uso alguns dias antes de cirurgias eletivas, quando orientado;
- Observar surgimento de sinais como sangramentos incomuns, hematomas fáceis, desconfortos gastrointestinais ou reações de pele;
- Evitar a associação com outros produtos que prometem “afinar o sangue” sem avaliação profissional.
Se você gosta de ouvir especialista, separamos esse vídeo do Dr. Christian Aguiar – Contra a Corrente falando sobre o uso do ginkgo biloba para turbinar o cérebro:
Quais são os principais pontos sobre o Ginkgo biloba em resumo
A escolha da marca, o tipo de extrato e o tempo de uso influenciam bastante na experiência com o Ginkgo biloba. Extratos padronizados, com teores definidos de substâncias ativas, são os mais usados em estudos clínicos, o que oferece uma referência melhor de dose, eficácia potencial e segurança ao longo das semanas ou meses de uso.
Para facilitar a visualização das principais informações relacionadas ao Ginkgo biloba para circulação cerebral, a tabela abaixo resume pontos frequentemente mencionados em materiais técnicos e informativos. Essas informações não substituem uma avaliação individualizada, mas ajudam a orientar perguntas e decisões junto ao profissional de saúde.
O interesse pelo Ginkgo biloba acompanha o desejo de envelhecer com mais autonomia, presença e memória em dia. Cuidar da circulação cerebral é uma peça desse quebra-cabeça, que também inclui sono, alimentação, atividade física e controle de doenças crônicas. Quando bem indicado, o fitoterápico pode ser um aliado complementar, desde que a decisão seja tomada em conjunto com profissionais de saúde e com acesso a informações claras e atualizadas.










