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Início Bem-Estar

O que acontece com o seu corpo se você comer muita pizza?

Por Paulo Custodio
14/11/2025
Em Bem-Estar
O que acontece com o seu corpo se você comer muita pizza?

Efeitos no corpo decorrentes do consumo excessivo de pizza e alimentos similares - Créditos: depositphotos.com / RostyslavOleksin - Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

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A pizza congelada ou de fast-food, um dos alimentos ultraprocessados mais consumidos, é uma refeição prática. No entanto, o seu consumo diário representa uma carga inflamatória significativa para o corpo, contribuindo silenciosamente para o desenvolvimento de doenças crônicas através de seus ingredientes refinados e aditivos.

Por que a pizza ultraprocessada é tão inflamatória?

A base da pizza (massa) é feita de farinha branca refinada, que age como açúcar no corpo, causando picos de glicose e insulina. O molho industrializado frequentemente contém açúcares adicionados e óleos vegetais, aumentando a carga glicêmica.

Os queijos processados (análogos) e as carnes ultraprocessadas (pepperoni, calabresa) são ricos em gorduras saturadas, sódio excessivo e aditivos (como nitritos). Essa combinação aumenta o estresse oxidativo e a inflamação sistêmica.

No vídeo a seguir, a Nutricionista Dra. Graziele explica como a farinha branca refinada e o sódio afetam seu corpo:

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Uma publicação compartilhada por Dra Graziele | Nutricionista| Emagrecimento | Lipedema (@grasilvanutri)

Leia também: Estudos revelam os verdadeiros sintomas de câncer no fígado

O que o excesso de ômega-6 dos óleos vegetais causa?

Pizzas industrializadas (especialmente as congeladas) usam óleos vegetais refinados (soja, milho) na massa e nos recheios por serem baratos. Esses óleos são excessivamente ricos em ácidos graxos Ômega-6.

Um desequilíbrio (muito Ômega-6 e pouco Ômega-3) promove a produção de compostos pró-inflamatórios no corpo. Isso contribui para a inflamação crônica de baixo grau que afeta as artérias e articulações.

Efeitos no corpo decorrentes do consumo excessivo de pizza e alimentos similares – Créditos: depositphotos.com / IgorTishenko

Como essa dieta afeta a saúde intestinal?

Uma dieta ultraprocessada (rica em açúcar e gordura, pobre em fibras) alimenta bactérias “ruins” no intestino, causando disbiose (desequilíbrio da flora). Isso prejudica a barreira intestinal.

Uma barreira comprometida (“leaky gut”) permite que compostos inflamatórios (LPS) vazem para a corrente sanguínea, ativando o sistema imunológico (NIH) e aumentando a inflamação sistêmica.

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Leia também: Alimentos que ajudam a equilibrar o açúcar no sangue durante o dia

Quais são os riscos de longo prazo dessa inflamação?

A inflamação crônica de baixo grau não dói, mas danifica silenciosamente as artérias e células. É a raiz de doenças metabólicas, como diabetes tipo 2 e resistência à insulina (pelo pico glicêmico constante).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que dietas ricas em gordura saturada, sódio e açúcares livres (o “trio” da pizza) são o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão e infarto.

Como posso fazer escolhas menos inflamatórias?

Reduzir a inflamação não significa eliminar a pizza, mas sim trocar a versão ultraprocessada (congelada/fast-food) pela versão caseira, onde você controla os ingredientes.

O foco deve ser maximizar nutrientes e fibras, transformando a pizza de uma fonte inflamatória em uma refeição equilibrada. As trocas mais saudáveis incluem:

  • Massa: Trocar a farinha branca por farinha 100% integral ou massas alternativas (ex: couve-flor).
  • Molho: Fazer um molho de tomate caseiro (rico em licopeno) sem açúcar ou óleos refinados.
  • Queijo: Usar queijos frescos (mussarela de búfala) em vez de análogos processados.
  • Cobertura: Priorizar vegetais (brócolis, pimentão) e proteínas magras em vez de carnes processadas (calabresa, bacon).
Tags: pizzaSaúde
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