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Início Curiosidades

O risco silencioso na saúde de quem costuma ter muitos pesadelos à noite

Por Larissa Carvalho
10/01/2026
Em Curiosidades
O risco silencioso na saúde de quem costuma ter muitos pesadelos à noite

Pesadelos são sonhos marcados por medo intenso e forte carga emocional

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Sonhos ocupam uma parte significativa da rotina noturna e, ao mesmo tempo, continuam cercados de dúvidas. Entre os diferentes tipos de sonhos, os pesadelos chamam atenção por estarem ligados a experiências intensas de medo ou angústia, e pesquisas recentes investigam se esses episódios noturnos podem ter relação direta com a saúde do cérebro, especialmente em relação ao risco de demência e declínio cognitivo ao longo dos anos, como abordou a pesquisa “Distressing dreams, cognitive decline, and risk of dementia: A prospective study of three population-based cohorts”.

Pesadelos frequentes aumentam o risco de demência

A palavra-chave principal neste debate é pesadelos e demência, uma associação que vem ganhando espaço em pesquisas internacionais. Estudos de longo prazo com adultos de meia-idade e idosos indicam que quem relata pesadelos recorrentes apresenta maior probabilidade de desenvolver declínio cognitivo acelerado ou algum tipo de demência anos depois.

Essa ligação não significa que todo pesadelo leve inevitavelmente à doença, mas sugere que sonhos muito perturbadores e constantes podem funcionar como um alerta clínico precoce. Em alguns estudos, os pesadelos aparecem antes de outros sintomas, indicando possível comprometimento inicial de áreas cerebrais ligadas à memória e às emoções.

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Para aprofundarmos no tema, trouxemos o vídeo da Ana Beatriz Barbosa, que aborda a importância de tomar cuidado com os pesadelos:

@draanabeatriz11 Seus pesadelos podem ser um pedido de socorro do seu cérebro. 😨 Pesadelos frequentes não são apenas sonhos ruins. Eles podem ser um sinal de apneia do sono, um distúrbio que interrompe a respiração durante a noite e faz o cérebro criar sonhos aterrorizantes para te acordar e garantir oxigenação. Dormir de barriga para cima, estar com sobrepeso ou consumir álcool antes de dormir aumenta os riscos de ronco noturno, sufocamento e falta de ar ao dormir. Se você acorda assustado no meio da noite, pode estar enfrentando um distúrbio do sono que merece atenção. Você já passou por isso? Me conta aqui nos comentários! 👇 #ApneiaDoSono #PesadelosFrequentes #SaudeDoSono ♬ som original – Ana Beatriz Barbosa

Homens e mulheres são afetados de maneiras diferentes

Uma característica observada em parte dessas pesquisas é a diferença entre homens e mulheres. Em alguns grupos avaliados, homens com pesadelos semanais mostraram risco mais elevado de demência em comparação com mulheres com o mesmo padrão de sono, levantando a hipótese de maior sensibilidade do cérebro masculino a alterações do sono REM.

Além disso, mulheres tendem a relatar mais sonhos vívidos e alterações de sono associadas a ansiedade e depressão, o que pode mascarar ou confundir a avaliação do risco. Esses achados reforçam a importância de considerar sexo, hormônios e contexto emocional ao interpretar a presença de pesadelos como possível marcador neurológico.

Como os pesadelos se relacionam com o cérebro

A relação entre pesadelos frequentes e demência ainda não está totalmente esclarecida, mas há algumas hipóteses principais. Uma delas considera que os pesadelos seriam um dos primeiros sinais de que áreas cerebrais ligadas à memória, às emoções e ao processamento de informações estão começando a sofrer alterações sutis.

Outra possibilidade é que o sono fragmentado e de baixa qualidade, provocado por despertares constantes, contribua ao longo do tempo para o acúmulo de proteínas anormais associadas a doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer. Nessa perspectiva, o cérebro teria menos oportunidade de realizar sua “limpeza” noturna de resíduos metabólicos.

  • Fase REM: período do sono em que os sonhos são mais intensos e emocionais.
  • Fragmentação do sono: despertares frequentes que reduzem a continuidade do descanso.
  • Estresse crônico: pode aumentar a frequência de sonhos ruins e, ao mesmo tempo, afetar o cérebro.

Pesadelos recorrentes podem ser um sinal de alerta para demência

A presença de pesadelos recorrentes pode ser interpretada como um possível sinal de que algo merece atenção, principalmente em pessoas de meia-idade e idosos. Não se trata de um diagnóstico de demência, mas de um indicativo que, somado a outros fatores, pode orientar profissionais de saúde a investigar com mais cuidado a função cognitiva e a qualidade do sono.

Para avaliar melhor esse risco, é fundamental observar o contexto geral da pessoa, como histórico familiar de doenças neurodegenerativas, presença de depressão, ansiedade, doenças cardiovasculares e uso de medicações que interferem no sono. Quando esses elementos se somam a pesadelos semanais ou muito intensos, o quadro ganha maior relevância clínica.

  1. Identificar se os pesadelos são esporádicos ou frequentes.
  2. Observar mudanças recentes de memória, atenção ou linguagem.
  3. Relatar ao profissional de saúde qualquer alteração no padrão de sono.
  4. Realizar avaliações cognitivas quando indicado.
O risco silencioso na saúde de quem costuma ter muitos pesadelos à noite
Uma hipótese é que os pesadelos reflitam alterações precoces em áreas cerebrais ligadas à regulação emocional, memória e sono, que seriam as mesmas afetadas nas demências.

Tratar pesadelos pode proteger o cérebro

Um ponto relevante é que pesadelos repetidos são tratáveis. Existem abordagens psicológicas, como terapias focadas em reestruturação de imagens mentais e técnicas de ensaio de sonhos, além de tratamentos farmacológicos em casos selecionados. Ao reduzir a frequência de sonhos angustiantes e melhorar a qualidade do sono, pode haver impacto positivo em funções cognitivas.

Pesquisas recentes apontam que determinadas medicações usadas para tratar pesadelos podem diminuir o acúmulo de proteínas relacionadas à doença de Alzheimer em modelos experimentais. Também há relatos de melhora na memória, na atenção e no humor após o controle dos sonhos perturbadores, sugerindo um potencial papel preventivo, embora os resultados ainda sejam preliminares.

  • Cuidados com higiene do sono: rotina regular, ambiente adequado, redução de estimulantes.
  • Acompanhamento psicológico em casos de traumas, ansiedade ou estresse intenso.
  • Avaliação médica para investigação de distúrbios do sono, como apneia.
  • Tratamentos específicos para pesadelos, conforme indicação profissional.

Perspectivas futuras sobre sonhos, pesadelos e demência

O interesse científico por sonhos, pesadelos e demência tende a crescer nos próximos anos. Linhas de pesquisa investigam se características como intensidade das imagens oníricas, capacidade de lembrar dos sonhos e presença de temas repetitivos podem servir como marcadores adicionais de risco para problemas neurológicos.

Há também um movimento para acompanhar pessoas mais jovens com pesadelos persistentes, a fim de entender se esses episódios representam apenas uma resposta ao estresse ou se já indicam vulnerabilidade futura para doenças neurodegenerativas. Com o avanço das técnicas de neuroimagem e do monitoramento detalhado do sono, esperam-se diagnósticos mais precoces e intervenções mais direcionadas.

Tags: corpo humanoCuriosidadesdormirsaudeSono
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