Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados
Correio Braziliense - Radar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
  • Automobilismo
  • Turismo
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
Início Bem-Estar

Provérbio persa para refletir: “Isto também passará — tanto a noite mais escura quanto o dia mais belo”. Ensinamentos sobre paciência, impermanência e por que nenhuma fase dura para sempre

Por João Victor
31/05/2026
Em Bem-Estar
Flor de roseira desabrochando ao amanhecer em um jardim persa com azulejos ornamentais ao fundo

A sabedoria persa ensina que tudo passa — e que a paciência é uma forma de força.

EnviarCompartilharCompartilharEnviar

Existe uma frase atravessada por séculos na tradição de sabedoria persa que, por sua simplicidade, nunca perdeu a força: “isto também passará”. Ela costuma vir acompanhada de uma imagem dupla — tanto a noite mais escura quanto o dia mais radiante são passageiros. É um ensinamento sobre paciência, impermanência e a estranha consolação de saber que nenhuma fase, boa ou ruim, dura para sempre.

A frase é frequentemente contada em uma antiga história: um rei pede a seus sábios uma sentença que sirva para todos os momentos da vida — que o console na tristeza e o equilibre na alegria. A resposta que recebe é justamente essa. E é exatamente essa dupla aplicação que torna o ensinamento tão poderoso.

Por que lembrar que “tudo passa” nos ajuda nos momentos difíceis?

Quando estamos no meio de uma dor — um luto, uma crise, uma fase de angústia —, a sensação mais comum é a de que aquilo não vai acabar nunca. O sofrimento tem essa característica cruel: ele se apresenta como permanente. E é aí que a sabedoria persa oferece um respiro.

Lembrar que “isto também passará” não elimina a dor, mas muda a relação com ela. Transforma um “isto é para sempre” em um “isto é uma fase”. E essa simples mudança de perspectiva costuma ser suficiente para dar à pessoa o fôlego necessário para atravessar o momento, em vez de se afundar nele. A paciência, nesse sentido, não é passividade — é a confiança de que o tempo trabalha a favor de quem sabe esperar.

Leia Também

Quanto mais forte se aperta a areia, mais ela escapa — uma das imagens centrais da sabedoria sobre desapego.

Provérbio indiano para refletir: “Quem aperta a areia com força perde os grãos; quem abre a mão os mantém”. Ensinamentos sobre desapego, controle e por que soltar é mais forte do que segurar

31/05/2026
As pessoas mais pacientes costumam nascer nestes 3 meses do ano

As pessoas mais pacientes costumam nascer nestes 3 meses do ano, segundo estudos de temperamento afetivo

30/05/2026
Citação do dia de Kafka: “Há esperança infinita, mas não para nós” e o pensamento perturbador do escritor que ainda traduz a angústia de viver no limite

Citação do dia de Kafka: “Há esperança infinita, mas não para nós” e o pensamento perturbador do escritor que ainda traduz a angústia de viver no limite

29/05/2026
Sabedoria oriental para refletir: “A árvore que cresce em silêncio costuma ser a que oferece a sombra mais firme”. Ensinamentos sobre discrição, maturidade e por que nem tudo que é valioso precisa ser exibido

Sabedoria oriental para refletir: “A árvore que cresce em silêncio costuma ser a que oferece a sombra mais firme”. Ensinamentos sobre discrição, maturidade e por que nem tudo que é valioso precisa ser exibido

28/05/2026
Na tradição persa, o tempo e a paciência são vistos como forças que transformam o que a pressa não alcança.
Na tradição persa, o tempo e a paciência são vistos como forças que transformam o que a pressa não alcança.

Quais atitudes essa sabedoria sugere no dia a dia?

O ensinamento persa não prega resignação, e sim equilíbrio diante das oscilações da vida. Algumas atitudes ajudam a colocá-lo em prática: encarar as fases difíceis como passageiras, lembrando que elas têm começo, meio e fim; evitar decisões impulsivas tomadas no auge de uma emoção intensa, que tende a se dissipar com o tempo; valorizar e aproveitar os bons momentos justamente por saber que também são passageiros; e cultivar a paciência como uma forma ativa de força, e não como mera espera passiva.

Por que a frase também serve para os bons momentos?

Aqui está a parte mais sutil e mais sábia do ensinamento. “Isto também passará” não é só um consolo para a dor — é também um convite a valorizar a alegria enquanto ela dura.

Quando entendemos que os bons momentos também são passageiros, paramos de tratá-los como garantidos. Passamos a prestar mais atenção, a saborear, a agradecer. A impermanência, que parece triste à primeira vista, vira na verdade um motivo para viver com mais presença. Saber que nada dura para sempre é o que dá valor ao que estamos vivendo agora.

O que muda quando aceitamos a impermanência?

Aceitar que tudo passa traz uma forma rara de serenidade. Boa parte da nossa ansiedade nasce de duas tentativas impossíveis: prolongar para sempre o que é bom e fazer cessar imediatamente o que é ruim. A sabedoria persa desarma as duas, lembrando que nem uma coisa nem outra está sob o nosso controle — mas ambas seguem o seu curso natural.

Quem internaliza isso vive com menos desespero nas quedas e menos apego nas alturas. Não por frieza, mas por uma compreensão profunda do ritmo da vida. As estações mudam, a noite vira dia, o inverno vira primavera — e conosco não é diferente.

A sabedoria persa valoriza a pausa e a calma diante das dificuldades passageiras
A sabedoria persa valoriza a pausa e a calma diante das dificuldades passageiras

A lição que atravessa o tempo

No fim, “isto também passará” permanece uma das frases mais sábias já formuladas porque cabe em qualquer momento de qualquer vida. Ela não promete que tudo ficará bem nem nega a realidade da dor. Apenas lembra, com a calma de quem já viu muitas noites virarem manhã, que nenhuma fase é o destino final — e que há uma forma de paz em simplesmente confiar na passagem do tempo.

Talvez seja essa a maior lição da paciência: não a de aguentar parado, mas a de seguir vivendo com a serenidade de quem sabe que tudo, mais cedo ou mais tarde, se transforma.

Tags: impermanênciapaciênciaprovérbio persareflexãosabedoria oriental
EnviarCompartilhar30Tweet19Compartilhar

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Segundo a psicologia, pessoas que dormem sempre com a televisão ligada geralmente apresentam estas características distintas

Segundo a psicologia, pessoas que dormem sempre com a televisão ligada geralmente apresentam estas características distintas

31/05/2026
A psicologia revela que evitar responder mensagens imediatamente é característico de pessoas com alta inteligência emocional

A psicologia revela que evitar responder mensagens imediatamente é característico de pessoas com alta inteligência emocional

31/05/2026
Retrato cinematográfico de uma mulher idosa com expressão pensativa em um trem atravessando o sertão

Frase do dia de Fernanda Montenegro: “Tenho medo que você me esqueça (…) bom mesmo foi a gente ter se conhecido”; fala da personagem Dora no filme Central do Brasil

31/05/2026
Os 6 esfoliantes faciais mais elogiados para conquistar uma pele lisa e iluminada

Os 6 esfoliantes faciais mais elogiados para conquistar uma pele lisa e iluminada

31/05/2026
O que o consumo regular de alho faz no fígado e na saúde cardiovascular do corpo

O que o consumo regular de alho faz no fígado e na saúde cardiovascular do corpo

31/05/2026
Retrato cinematográfico de um homem com expressão intensa e digna em ambiente urbano noturno dos anos 1930

Frase do dia de Lázaro Ramos: “Eu não nasci pra pedir licença pra existir; aprendi na marra que minha dignidade não depende da aprovação de ninguém”; fala do personagem João Francisco no filme Madame Satã

31/05/2026
  • Sample Page
  • Notícias
  • Economia
  • Entretenimento
  • Tecnologia
  • Bem-Estar
    • Beleza
  • Automobilismo
  • Turismo
    • Cidades
  • Curiosidades
  • Casa e Decoração
    • Jardinagem
Sem resultado
Veja todos os resultados