Os Expectorantes para Bebês são frequentemente recomendados para facilitar a eliminação do catarro e aliviar a tosse, especialmente em crianças com mais de 2 anos. O uso desses medicamentos deve ser bem avaliado pelo pediatra, considerando os riscos e benefícios associados, já que a tosse expectorante é um mecanismo natural do corpo para expulsar o muco do sistema respiratório.
Qual é a função dos Expectorantes para Bebês?
A principal função dos expectorantes é fluidificar as secreções mucosas, tornando-as menos espessas e facilitando sua eliminação através da tosse. Dessa forma, eles ajudam a aliviar a congestão respiratória e melhorar a respiração do bebê. No entanto, para bebês com menos de 2 anos, o uso de expectorantes não é geralmente recomendado, a menos que seja sob orientação médica estrita, devido ao risco de efeitos colaterais indesejados.
Quais são os principais expectorantes indicados para bebês acima de 2 anos?
Existem algumas opções de expectorantes disponíveis para bebês com mais de 2 anos de idade, sempre com a indicação e supervisão do pediatra:

- Acetilcisteína: Com ação mucolítica, facilita a eliminação das secreções e está disponível tanto como genérico quanto sob os nomes comerciais de Fluimucil ou Cisteil.
- Carbocisteína: Também mucolítico, é encontrado em forma genérica ou sob o nome Mucofan.
- Acebrofilina: Este xarope não só fluidifica o muco, mas também atua como broncodilatador, facilitando a respiração. Está disponível com nomes comerciais como Brondilat ou Filinar.
Quais cuidados devem ser tomados ao administrar expectorantes a bebês?
Os cuidados ao administrar expectorantes a bebês, especialmente aos que têm menos de 2 anos, incluem:
- Avaliação médica antes do uso, considerando os sintomas e condições de saúde do bebê.
- Supervisão para detectar e tratar possíveis efeitos colaterais, como náuseas, vômitos, e reações alérgicas.
- Uso apenas sob recomendação médica, após avaliação dos riscos e benefícios.
Existem alternativas caseiras para aliviar a tosse e congestão em bebês?
Sim, existem várias práticas caseiras que podem ajudar:
- Amamentação ou fórmula: Aumentar a oferta de leite materno ou fórmula para bebês até 6 meses ajuda a manter a hidratação e pode fluidificar as secreções.
- Água e sucos: Para bebês acima de 6 meses, oferecer água ou sucos naturais mantém a hidratação e pode ajudar na descongestão.
- Lavar o nariz com soro fisiológico: A aplicação de algumas gotas de soro fisiológico no nariz do bebê ajuda a limpar as vias nasais, reduzindo a irritação causada pelo gotejamento pós-nasal.
- Uso de seringa de bulbo: Para retirar excessos de secreções nasais, ajudando na respiração do bebê.
- Nebulização e umidificação do ambiente: Ambas as técnicas podem hidratar as vias aéreas, aliviar a irritação e facilitar a eliminação do catarro.
Quando é necessário consultar um médico?
O acompanhamento médico é essencial em casos como tosse persistente, principalmente em bebês menores de 6 meses, tosse seca constante, febre alta ou dificuldade para respirar. Nesses casos, uma avaliação médica imediata é crucial para descartar complicações mais sérias e garantir o tratamento mais adequado.
Entre em contato:
Dra. Anna Luísa Barbosa Fernandes
CRM-GO 33.271









