Paciente anestesiado para cirurgia nasal recebe intervenção extra no queixo, feita pelo médico “como cortesia” estética. Ao acordar, o paciente reprova a mudança e processa o cirurgião. O tribunal condena o profissional a pagar alta indenização por danos morais, ressaltando que alterações corporais sem risco de morte exigem consentimento prévio e expresso.
O representante comercial Marcos entrou no centro cirúrgico apenas para corrigir um desvio no nariz. Ao ...
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