Comércio ilegal

Três são presos por receptação durante busca da polícia no Gama

Agentes da 20ª Delegacia de Polícia (Gama) cumpriram 10 mandados de busca e apreensão em estabelecimentos da cidade que vendiam produtos de origem ilícita

Correio Braziliense
postado em 18/09/2020 13:27
Os mandados foram cumpridos em bancas da Feira Azul, rodoviária e em loja do Setor Leste, no Gama -  (crédito: PCDF/Divulgação)
Os mandados foram cumpridos em bancas da Feira Azul, rodoviária e em loja do Setor Leste, no Gama - (crédito: PCDF/Divulgação)

A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu 10 mandados de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais do Gama. Durante a operação, realizada na tarde de quinta-feira (17/9), três pessoas foram presas em flagrante e autuadas pelo crime de receptação qualificada.

Os mandados foram cumpridos em bancas da Feira Azul, rodoviária e em loja do Setor Leste, no Gama. A operação deflagrada pela 20ª Delegacia de Polícia (Gama) é o desfecho de meses de investigações visando a repressão dos crimes patrimoniais, com foco nos estabelecimentos comerciais que compram, vendem e consertam aparelhos telefônicos e eletrônicos com origem ilícita.

Durante as buscas foram localizados vários aparelhos sem procedência ou nota fiscal, bem como dois carregadores de pistola e celulares com registro de furto e roubo.

“Buscamos identificar estabelecimentos comerciais que estava revendendo produtos de roubo e furto praticados na cidade. Foram feitos levantamento que apontaram que na Feira Azul havia um comércio ilícito. Dessa forma, a autoridade policial representou ao poder Judiciário e foi deferido determinando as buscas nesses estabelecimentos”, disse o delegado da 20ª Delegacia de Polícia (Gama), Renato Martins.

Ele contou que foram feitas pesquisas para saber a procedência desses produtos e foi constatado que alguns celulares tinham restrições de roubos e furtos. As três pessoas presas responderão por receptação qualificada.

“Esse operação faz parte das novas diretrizes da Polícia Civil de enfrentamento aos crimes patrimoniais. A repressão tanto do autor, de quem pratica o crime, do roubo, furto, estelionato, quanto o que recebe os bens”, destacou o delegado.

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