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Plano de saúde do GDF deve contemplar 600 mil servidores, afirma Ney Ferraz

Em entrevista ao programa CB Poder desta terça (10/11) o presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF pontuou questões sobre o plano de saúde e a reforma previdenciária

Cibele Moreira
postado em 10/11/2020 15:10
Ney Ferraz Júnior, presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF e do Iprev-DF participa do CB Poder desta terça-feira -  (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
Ney Ferraz Júnior, presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF e do Iprev-DF participa do CB Poder desta terça-feira - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

Neste mês de novembro, os servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal poderão aderir ao plano de saúde do Executivo local. Em entrevista concedida ao programa CB.Poder, parceria do Correio com a TV Brasília, nesta terça-feira (10/11), o presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF, Ney Ferraz Júnior, afirmou que, ao todo, cerca de 600 mil trabalhadores públicos serão contemplados com o benefício.

“Mais de 70% do Distrito Federal não tinham nenhum plano de saúde. É um número que chama a atenção”, ressaltou Ney Ferraz. “Esse período de pandemia veio apenas aumentar a necessidade antiga dos servidores”, pontuou. De acordo com ele, o GDF Saúde vai permitir desafogar o Sistema Único de Saúde (SUS), além de proporcionar um valor acessível aos serviços hospitalares.

“O principal objetivo é tratar melhor o servidor. O servidor público bem assistido, presta melhor o seus serviços para a sociedade. E indiretamente, ao trazer esses servidores para a iniciativa privada, o SUS vai começar a poder atender melhor a quem de fato não pode ter um plano de saúde”, destacou.

O cronograma de adesão iniciou com os servidores da Saúde, e em dezembro passa para a Secretaria de Educação e janeiro de 2021, todos os demais trabalhadores públicos.

Ney Ferraz Júnior, também é presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev). Durante a entrevista ao CB.Poder, ele comentou sobre a reforma da previdência no Governo do Distrito Federal. “A reforma da previdência só alterou as alíquotas, conforme a necessidade da obrigatoriedade da Constituição Federal. Nós alteramos de 11% para 14%. O principal objetivo é aumentar a arrecadação e garantir o pagamento em dia das aposentadorias”, pontuou.

Assista na íntegra a entrevista:

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