Executivo

Conplan aprova, por unanimidade, a revitalização do SIG

Projeto prevê intervenções na área de mobilidade, como construção de ciclovia até o Parque da Cidade

Washington Luiz
postado em 12/11/2020 13:40 / atualizado em 12/11/2020 14:53
Obras de revitalização do SIG serão executadas pela Terracap  -  (crédito: Breno Fortes/CB/D.A Press)
Obras de revitalização do SIG serão executadas pela Terracap - (crédito: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Por unanimidade, integrantes do Conselho de Planejamento Urbano do Distrito Federal (Conplan) aprovaram, nesta quinta-feira (12/11), o projeto de revitalização do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). De autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh), a proposta complementa a lei que ampliou o uso e ocupação da região, e prevê obras de acessibilidade, ajuste do sistema viário, reorganização de estacionamento e reformas em espaços públicos. 

Entre as principais intervenções previstas no projeto, destacam-se as alterações na área de mobilidade. Além da reforma de calçadas, devem ser construídas pistas de caminhada e uma ciclovia ligando o SIG ao Parque da Cidade.

"A nossa intenção é que haja muitos projetos como esse. A secretaria está trabalhando fortemente na renovação das áreas urbanas. Já estamos executando a revitalização do Setor de Rádio e TV Sul e queremos estender esses benefícios para todas as áreas públicas", afirma Giselle Moll, secretária executiva da pasta.  

Com o aval do Conplan, a secretaria publicará uma portaria e encaminhará o projeto para a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que poderá iniciar a execução das obras.

A proposta já recebeu parecer favorável do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF).

Lei 

Essa não será a primeira mudança promovida pelo atual governo no SIG. Em fevereiro, os distritais aprovaram um projeto de autoria do Executivo que alterou as normas de uso e ocupação da região. A proposta contou com apoio de 20 deputados e teve apenas um voto contra.

A nova lei libera atividades industriais, comerciais, de serviços e institucionais, com a construção de prédios de até 15 metros no setor. 

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