Fiscalização de trânsito

Menos da metade da frota de veículos do DF está licenciada para circular

Apenas 46% dos mais de 1,8 milhão de veículos que trafegam no DF estão com os documentos em dia. Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) é obrigatório para circulação

Correio Braziliense
postado em 27/11/2020 09:00
Fiscalização de placas com fim 6, 7 e 8 começa na terça-feira (1º/12) -  (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Fiscalização de placas com fim 6, 7 e 8 começa na terça-feira (1º/12) - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Menos da metade da frota de veículos do Distrito Federal está com a documentação em dia. Levantamento do Departamento de Trânsito (Detran-DF) indica que, até quarta-feira (25/11), 866.647 automóveis estavam licenciados. A quantidade corresponde a 46% das mais de 1,8 milhão de placas do DF.

A pena para quem conduz sem os documentos necessários é de multa de R$ 293,47, sete pontos a menos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e recolhimento do veículo.

A partir de terça-feira (1º/12), os fiscais de trânsito vão exigir a documentação de motoristas cujos carros tenham placas terminadas em 6, 7, e 8. Nas últimas semanas, eles cobraram o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) de 2020 para automóveis com placas terminadas em 1, 2, 3, 4, e 5. A exigência em relação a placas com fim 9 ou 0 começa em 1º de janeiro.

Atualização

Para obter o licenciamento de 2020, o proprietário deve pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o seguro obrigatório (DPVAT), a taxa de licenciamento e eventuais multas pendentes. Para emitir os boletos, é necessário acessar o portal do Detran ou o aplicativo da autarquia.

Nesses canais, também é possível obter o CRLV eletrônico. O documento pode, ainda, ser acessado pelo aplicativo Carteira Digital, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Para circular em outras partes do território nacional, o condutor deve portar o CRLV-e tanto na forma impressa quanto digital. A impressão deve ser feita em papel comum, porém de maneira legível, para possibilitar aos agentes de trânsito a leitura do QR Code. Para transitar em outro país da América do Sul, apenas a versão impressa é válida.

*Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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