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DF registra quase 4,6 mil mortes por covid-19 e passa de 279 mil casos

Dados desta quinta (4/2) apontam que houve redução de 6,1% na média móvel de casos da covid-19 na capital federal em relação a 14 dias atrás. O cálculo para o número de mortes, no entanto, cresceu quase 30% em relação ao valor das duas semanas anteriores

Ana Isabel Mansur
postado em 04/02/2021 21:19 / atualizado em 04/02/2021 21:38
Média móvel de mortes no DF está em 10,29 — aumento de 28,6% em relação ao índice registrado há 14 dias. Já a média móvel de casos alcançou 685 nesta quinta (4/2), 6,1% a menos do que a taxa percebida em 21 de janeiro -  (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)
Média móvel de mortes no DF está em 10,29 — aumento de 28,6% em relação ao índice registrado há 14 dias. Já a média móvel de casos alcançou 685 nesta quinta (4/2), 6,1% a menos do que a taxa percebida em 21 de janeiro - (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

A capital federal fechou mais um dia com aumento na média móvel de mortes pela covid-19. Nesta quinta-feira (4/2), o Distrito Federal registrou mais nove mortes pela doença e 430 novos infectados. No total, são 279.402 casos de covid-19 e 4.591 vítimas. Os pacientes recuperados somam 269.760 (96,6%).

A média móvel de mortes no DF está em 10,29 — aumento de 28,6% em relação ao índice registrado há 14 dias. Já a média móvel de casos alcançou 685 nesta quinta (4/2), 6,1% a menos do que a taxa percebida em 21 de janeiro.

A chamada média móvel — realizada a partir do cálculo, refeito todos os dias, da média simples entre o valor do dia e dos seis anteriores — é calculada para facilitar a visualização da tendência de crescimento da doença e das mortes.

Das nove mortes contabilizadas, duas ocorreram nesta quinta (4/2), três datam desta quarta (3/2) e duas são de terça (2/2). Os outros dois óbitos ocorreram entre 28 e 30 de janeiro. Três vítimas faleceram em hospitais da rede particular.

Todas as vítimas moravam no DF e apenas duas não apresentavam nenhuma comorbidade. Sete pacientes sofriam de doença cardiovascular e quatro, de distúrbios metabólicos. Duas pessoas eram obesas e uma apresentava nefropatia.

Três pacientes tinham 80 anos ou mais, e dois estavam na faixa etária entre 70 e 79 anos. Duas pessoas tinham entre 60 e 69 anos e outras duas, entre 30 e 49. Seis vítimas eram homens.

Nesta quinta (4/2), a taxa de transmissão da covid-19, no DF, é de 0,83, o que indica uma desaceleração da circulação do vírus. O valor é o mesmo registrado nesta quarta (3/2).

Números por região

Ceilândia segue como o local com maior número de casos, com 30.984. Em seguida, está o Plano Piloto, que tem 25.969 registros da doença e Taguatinga, com 22.592 infectados.

Em relação à quantidade de óbitos, Ceilândia também encabeça a lista, com 806 mortes, sem novos registros nas últimas 24 horas. Em seguida, está Taguatinga, com 460 óbitos, um a mais do que nesta quarta (3/2). Samambaia aparece em terceiro lugar, com 352 vítimas, sem novos registros nas últimas 24 horas.

  •  Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto,  Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá
    Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto, Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá Foto: Pedro Marra/CB/DA Press
  •  Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto,  Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá
    Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto, Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá Foto: Pedro Marra/CB/DA Press
  •  Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto,  Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá
    Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto, Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá Foto: Pedro Marra/CB/DA Press
  •  Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto,  Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá
    Louis José de Jesus, 93 anos, foi levado pelo neto, Leandro Costa, 38 anos, tomar a vacina no Paranoá Foto: Pedro Marra/CB/DA Press
  • Arnaldo Júlio Barbosa, 102 anos, recebe a vacina contra a covid-19  na Praça dos Direitos, em Ceilândia
    Arnaldo Júlio Barbosa, 102 anos, recebe a vacina contra a covid-19 na Praça dos Direitos, em Ceilândia Foto: Ed Alves/CB/D.A Press
  • Arnaldo Júlio Barbosa, 102 anos, recebe a vacina contra a covid-19  na Praça dos Direitos, em Ceilândia
    Arnaldo Júlio Barbosa, 102 anos, recebe a vacina contra a covid-19 na Praça dos Direitos, em Ceilândia Foto: Ed Alves/CB/D.A Press
  • Vacinação de idosos
    Vacinação de idosos Foto: Ed Alves/CB/DA Press
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    Vacinação de idosos Foto: Ed Alves/CB/DA Press
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