SETOR ELÉTRICO

Frederico Candian é o novo presidente da CEB Distribuição

Neoenergia assume as operações da empresa e promete investimentos no serviço

» Renato Souza
postado em 04/03/2021 18:06 / atualizado em 04/03/2021 22:40
 (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)
(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

A Companhia Energética de Brasília (CEB) Distribuição tem um novo presidente. O executivo Frederico Candian assume o cargo para levar adiante o novo modelo de gestão da empresa. O desafio é elevar a qualidade do serviço para 1,1 milhão de clientes no Distrito Federal - esse é o número de residências, comércios e demais unidades consumidoras que envolvem os 3 milhões de habitantes da capital federal. Aumento na conta de luz não está descartado.

O executivo atua há mais de 20 anos no grupo Neoenergia, que comprou a CEB Distribuição. Ele iniciou a carreira como trainee do grupo Elektro, em 2000. Na distribuidora, atuou como engenheiro, supervisor e gerente. A instituição atende consumidores de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ficou na empresa até se tornar superintendente de Corporativo de Redes do Grupo de Neoenergia.

"Ao longo de toda a minha jornada no grupo Neoenergia vivenciei experiências profissionais em diversas áreas que foram fundamentais para a minha trilha de carreira. Nessa trajetória de oportunidades, sempre estive cercado de profissionais dedicados e competentes que foram fundamentais no meu crescimento e da organização", diz Frederico.

O CEO da Neoenergia, Mario Ruiz-Tagle, afirmou que a empresa tem um plano de aportes na CEB para este ano. "Temos um plano de investimentos em 2021 que prevê o triplo do valor arrecadado historicamente no ano. O Distrito Federal é uma região estratégica e institucionalmente importante do país com alta capacidade de atração de novos investimentos dos segmentos comerciais e industriais", destaca Mario.

Durante assinatura do contrato, na terça-feira, no Palácio do Buriti, Mario afirmou que a "energia pode subir ou descer", ou seja, não descarta aumentos na tarifa para o consumidor e que "não há planos de demissões".

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