Pandemia

Fim dos hospitais de campanha: questão de consciência e economia, diz secretário

Secretário de Saúde do Distrito Federal, general Manoel Pafiadache, afirmou, nesta quinta-feira (18/11), que a decisão de fechar dois dos três hospitais de campanha passou por análise técnica

O secretário de Saúde do Distrito Federal, general Manoel Pafiadache, afirmou que a desativação de dois dos três hospitais de campanha que atendiam pacientes com covid-19 foi uma questão de "consciência, análise e economia". Durante coletiva, realizada nesta quinta-feira (18/11), o secretário explicou que, apesar da renovação emergencial dos contratos, não havia mais demanda para manter os 300 leitos de unidade com suporte ventilatório. 

"Mudou o quadro. E eu antecipei que isso poderia acontecer. Fizemos um reavaliação", comentou Pafiadache. Dos três hospitais de campanha, apenas o de Ceilândia continuará operando, com 100 leitos. O do Gama e o do Autódromo já iniciaram o processo de transferência dos pacientes para outras unidades de saúde. 

Durante a coletiva, o secretário aproveitou para anunciar que a pasta trabalha para firmar um contrato regular com o hospital de Ceilândia. "Como estávamos com um contrato de emergência, nós estamos desencadeando uma licitação para fazer um contrato regular", explicou. Ele afirmou que a pasta quer aumentar a capacidade de leitos na rede e em hospitais conveniados. "É uma situação tranquila e bem pensada", garantiu.