Chacina

Chacina: penas somadas dos outros três réus chegam a 555 anos de cadeia

Trio teve participação em diferentes etapas do crime, da execução ao cativeiro e ocultação dos corpos

Além de Gideon Batista e Horácio Carlos, outros três réus foram condenados por envolvimento direto na maior chacina da história do Distrito Federal. As sentenças foram lidas na noite deste sábado (18/4), no Fórum de Planaltina, após cinco dias de julgamento.

Carloman da Silva vai cumprir 351 anos de prisão; Fabrício dos Santos, 202 anos e Carlos, 2 anos. Juntos, os cinco réus foram sentenciados a 1.252 anos de cadeia em regime inicial fechado, por uma série de crimes, entre eles homicídios qualificados, sequestro e cárcere privado, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver e associação criminosa.

De acordo com as investigações, os três tiveram participação ativa em diferentes etapas da execução do plano criminoso, atuando desde a rendição das vítimas até a vigilância do cativeiro e a ocultação dos corpos.

Carloman é apontado como um dos executores diretos dos assassinatos, tendo participado das abordagens e da contenção das vítimas. Marcos Antônio também teria atuado na logística do crime e no apoio às ações do grupo. Já Fabrício integrou o esquema posteriormente, assumindo a vigilância do cativeiro, mas deixou a empreitada antes da conclusão dos crimes.

As condenações reforçam o entendimento da Justiça de que o grupo agiu de forma coordenada e premeditada ao longo de semanas, resultando na morte de 10 pessoas de uma mesma família.


 

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