De acordo com professora associada do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, durante a pandemia, gestantes foram reconhecidas como grupo de maior risco para Covid-19, apresentando maior morbimortalidade, especialmente na presença de comorbidades como obesidade, hipertensão crônica e diabetes. A dificuldade de acesso a serviços de saúde, particularmente em países de baixa e média renda, também contribuiu para desfechos piores. "A circulação de variantes mais virulentas aumentou a gravidade clínica, mas a vacinação e a circulação de variantes menos agressivas reduziram significativamente casos graves e mortes maternas, embora a cobertura vacinal ainda seja desigual", afirma.
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