
O Brasil se despediu de um dos maiores nomes do esporte, Oscar Schmidt, conhecido eternamente como “Mão Santa”, foi cremado na noite desta sexta-feira vestindo a camisa da seleção brasileira de basquete, em um gesto simbólico que resume com precisão a grandeza da sua trajetória, a informação foi confirmada pela TV Globo e rapidamente comoveu fãs e admiradores
A despedida aconteceu de forma discreta, longe dos holofotes que marcaram sua carreira, o velório foi realizado no mesmo dia de sua morte, aos 68 anos, reunindo apenas familiares e amigos próximos, em clima de respeito e profunda emoção, a família optou por preservar a intimidade do momento e divulgou uma nota agradecendo o carinho do público, ao mesmo tempo em que pediu privacidade
Segundo informações, a camisa da seleção foi levada até o Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, onde Oscar deu entrada após passar mal em casa, ele chegou à unidade já em parada cardiorrespiratória, e apesar dos esforços, não resistiu, encerrando ali um capítulo marcante da história do esporte brasileiro
Ícone absoluto do basquete, Oscar deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Sthephanie, além de um legado que atravessa gerações, dentro e fora das quadras, sua partida, marcada por simplicidade na despedida e grandeza no simbolismo, reforça aquilo que sempre foi evidente, Oscar Schmidt nunca foi apenas um atleta, foi um orgulho nacional que vestiu, até o último momento, a camisa do Brasil
