
O segundo episódio do UrachPodTudo, série de 12 episódios sobre saúde íntima apresentada por Andressa Urach, foi ao ar nesta quinta-feira abordando temas relacionados à fertilização in vitro e planejamento reprodutivo. Durante a conversa, a influenciadora revelou que pretende ter um terceiro filho e aproveitou o tema para esclarecer dúvidas sobre as possibilidades de gravidez após os 38 anos.
A convidada do episódio foi a médica Dra. Larissa Pires, que explicou como funciona a preservação da fertilidade e respondeu dúvidas sobre reprodução assistida. Durante a entrevista, a especialista destacou que o congelamento de óvulos é uma das estratégias mais utilizadas por mulheres que desejam adiar a maternidade.
“A melhor estratégia, pensando em preservar o próprio material genético para o futuro, é o congelamento de óvulos. Dessa forma, a mulher consegue planejar uma gestação mais adiante utilizando óvulos coletados em uma fase da vida em que a qualidade costuma ser melhor”, explicou.
Foi durante esse momento da conversa que Andressa trouxe uma questão pessoal para o debate. A influenciadora contou que pretende aumentar a família e revelou que não menstrua mais, motivo que a levou a buscar informações sobre alternativas reprodutivas disponíveis atualmente.
“Já tenho dois filhos e agora estou planejando o terceiro. Como eu não menstruo mais, quis entender quais possibilidades existem hoje para mulheres que ainda desejam engravidar”, afirmou.
Em resposta, Dra. Larissa explicou que a idade em que os óvulos são congelados costuma ter impacto direto na qualidade do material preservado.
“Na minha opinião, o ideal é realizar esse congelamento entre os 30 e os 32 anos. Você faz a coleta em uma fase em que os óvulos normalmente apresentam melhor qualidade e pode utilizá-los mais tarde, caso deseje engravidar aos 40 anos, por exemplo”, afirmou.
Após ouvir as orientações da especialista, Andressa reforçou que o desejo de aumentar a família continua fazendo parte dos seus planos. “Eu já tenho dois filhos e sou muito realizada como mãe. Mas o desejo de ter um terceiro continua existindo e por isso acho importante começar a pensar nesse planejamento desde agora. A medicina evoluiu muito e conhecer essas possibilidades me deixa mais tranquila para tomar decisões no futuro”, conclui.
