Tragédia

Marília Mendonça: motores do avião seguirão para a Aeronáutica, em GO

Segundo Aeronáutica, motores vão para o Centro de Serviços Aeronáuticos, em Goiânia, que possui a estrutura necessárias para as análises técnicas do SERIPA III

Tim Filho - Especial para o EM
postado em 10/11/2021 10:50
O CENIPA tem recebido apoio dos militares da Base Regional de Aviação do Estado, da Polícia Militar de Minas Gerais, durante as investigaçõess -  (crédito: Polícia Militar de Minas Gerais/Divulgação)
O CENIPA tem recebido apoio dos militares da Base Regional de Aviação do Estado, da Polícia Militar de Minas Gerais, durante as investigaçõess - (crédito: Polícia Militar de Minas Gerais/Divulgação)

O comando da Aeronáutica informou que os motores do avião bimotor “King Air”, matrícula PT-ONJ, que caiu em Piedade de Caratinga no dia 5 de novembro, no acidente aéreo que matou a cantora Marília Mendonça e mais quatro pessoas, serão levados para o Centro de Serviços Aeronáuticos (CSA), em Goiânia, capital de Goiás.

De acordo com a assessoria de comunicação da Aeronáutica, o transporte será feito sob coordenação do operador da aeronave para o CSA, em Goiânia, GO, que possui a estrutura e disponibilidade necessárias para que os técnicos do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) realizem a análise dos equipamentos.

O transporte do material de Caratinga para Goiânia, de acordo com a Aeronáutica, ocorre a partir desta quarta-feira (10/11). Na terça-feira, (9/11), os oficiais investigadores do SERIPA III (Serviço do CENIPA) continuaram os trabalhos de investigação do acidente envolvendo a aeronave.

“Os demais destroços foram encaminhados para a sede do SERIPA III, no Rio de Janeiro, onde as análises continuam. Esse serviço também será realizado em coordenação com o operador da aeronave”, informou a Aeronáutica.

A Aeronáutica esclareceu que o objetivo das investigações realizadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão da Força Aérea Brasileira que engloba sete Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA), é prevenir que novos acidentes com características semelhantes ocorram.

“A conclusão das investigações terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os fatores contribuintes”, informou.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

CONTINUE LENDO SOBRE