RECLAMAÇÃO DE USUÁRIOS

Pix volta a funcionar após período de instabilidade

Falhas no sistema de pagamentos instantâneos neste sábado (7/2) impediram transferências, leitura de QR Codes e acesso a aplicativos bancários

Medidas de segurança no Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, são essenciais para evitar golpes e fraudes. -  (crédito: depositphotos.com / rafapress)
Medidas de segurança no Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, são essenciais para evitar golpes e fraudes. - (crédito: depositphotos.com / rafapress)

A manhã deste sábado (7/2) foi marcada por instabilidade no Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, e trouxe transtornos para usuários que tentavam realizar operações financeiras. Desde as primeiras horas do dia, relatos apontaram dificuldades para concluir transferências, acessar aplicativos e até visualizar comprovantes, em um problema que aparentou ter alcance nacional. O serviço, entretanto, voltou a funcionar sem intercorrências nesta tarde. 

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As queixas começaram por volta das 10h, segundo registros em plataformas de monitoramento de serviços digitais. Dados do Downdetector, site que acompanha falhas em serviços on-line, indicam que as reclamações sobre o Pix começaram a subir de forma mais acentuada a partir das 11h.

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O pico geral foi registrado às 12h03, quando quase 2,6 mil notificações foram feitas simultaneamente por usuários enfrentando problemas para realizar pagamentos.

A instabilidade não se restringiu à execução de novas transferências. De acordo com os relatos, houve falhas na visualização de comprovantes, no processamento de ordens de pagamento e na leitura de QR Codes, além de mensagens de erro recorrentes nos aplicativos. Em alguns casos, usuários afirmaram que os sistemas ficaram indisponíveis logo após o recebimento de depósitos, o que ampliou a sensação de insegurança.

Bancos e fintechs também foram afetados pela instabilidade nos serviços, segundo os dados do Downdetector. No Nubank, o pico de reclamações ocorreu às 12h05, com cerca de 6,8 mil queixas. No Itaú, foram aproximadamente 2,3 mil registros às 12h21, enquanto o Santander concentrou 2,5 mil notificações às 12h20. Já o Inter contabilizou cerca de 1,3 mil reclamações, com pico às 11h53. Também houve registros envolvendo clientes da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, C6 Bank e PicPay.

Efeito nas redes

A repercussão se espalhou rapidamente pelas redes sociais, onde usuários relataram frustração e dificuldades para realizar pagamentos. O impacto também foi sentido nos mecanismos de busca. Termos como “pix instabilidade hoje” e “pix fora do ar” apresentaram crescimento repentino no Google Trends. Em testes práticos relatados nas redes, aplicativos exibiam mensagens de erro e não conseguiam concluir as operações.

Até o momento, não houve manifestação oficial do Banco Central sobre as causas da falha nem sobre um prazo para a completa estabilização do sistema. 

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postado em 07/02/2026 19:00
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