ESTADOS UNIDOS

Crescimento dos EUA no 1º trimestre é revisado para baixo, a 1,6% na comparação anual

O PIB dos Estados Unidos em 2025 totalizou US$ 30,76 trilhões, apresentando um crescimento real de 2,2%

Os custos de energia dispararam desde o início dos ataques conjuntos de EUA e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. -  (crédito: Reuters)
Os custos de energia dispararam desde o início dos ataques conjuntos de EUA e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro. - (crédito: Reuters)

A economia dos Estados Unidos cresceu menos do que o inicialmente estimado no primeiro trimestre de 2026, de acordo com dados do governo divulgados nesta quinta-feira (28), que revisaram para baixo os investimentos e o consumo. 

O Produto Interno Bruto (PIB) da maior economia do mundo cresceu 1,6% em relação ao ano anterior no primeiro trimestre, segundo o Departamento do Comércio, um número inferior à estimativa de 2% anunciada no mês passado. 

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Os analistas esperavam que a estimativa de crescimento do PIB de 2% permanecesse inalterada, segundo o consenso do MarketWatch. 

O crescimento econômico foi impulsionado principalmente por investimentos em equipamentos e propriedade intelectual, gastos ligados ao desenvolvimento de inteligência artificial (IA). 

Em contrapartida, o investimento no setor imobiliário caiu acentuadamente. 

Os analistas alertaram sobre a dependência da economia dos EUA em relação ao aumento dos investimentos em IA para impulsionar seu crescimento, enquanto o consumo sofre com o impacto da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia. 

"O PIB real foi revisado para baixo em 0,4 ponto percentual em relação à estimativa preliminar, o que reflete principalmente as revisões para baixo nos investimentos e no consumo", afirmou o Departamento do Comércio. 

Mesmo assim, o crescimento acelerou, passando de uma taxa de 0,5% no quarto trimestre de 2025.

O aumento entre os últimos meses de 2025 e o início de 2026 foi atribuído à "recuperação dos gastos públicos e das exportações, assim como à aceleração dos investimentos", enquanto o gasto dos consumidores desacelerou. 

Os custos de energia dispararam desde o início dos ataques conjuntos de EUA e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro.

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Por AFP
postado em 28/05/2026 10:57
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