Tarja das olimpiadas
Ginástica artística

Com Rebeca Andrade, Brasil disputa final por equipes em Paris-2024

Após ausência na disputa em Tóquio-2020, medalhista olímpica, veterana e promessa surpreendente embalam a Seleção Brasileira em prova decisiva, nesta terça-feira (30/7), a partir das 13h15

2024.07.28 - Jogos Olímpicos Paris 2024 - Ginástica Artística Feminina. Na foto, (E-D) as ginastas Júlia Soares, Lorrane Oliveira, Rebeca Andrade, Flavia Saraiva e Jade Barbosa posam para foto durante a fase qualificatória. -  (crédito: Miriam Jeske/COB)
2024.07.28 - Jogos Olímpicos Paris 2024 - Ginástica Artística Feminina. Na foto, (E-D) as ginastas Júlia Soares, Lorrane Oliveira, Rebeca Andrade, Flavia Saraiva e Jade Barbosa posam para foto durante a fase qualificatória. - (crédito: Miriam Jeske/COB)

Longe da disputa final desde quando estava em casa, na Rio-2016, o Brasil vai à decisão por equipes femininas na ginástica artística. Liderada pela medalhista olímpica de ouro Rebeca Andrade, as cinco brasileiras estarão na arena às 13h15 (de Brasília), nesta terça-feira (30/7), contra times da Itália, Romênia, Reino Unido, Canadá, Japão, China e dos Estados Unidos, de Simone Biles.

A equipe de ginástica artística brasileira é a atual vice-campeã do mundial. Nos Jogos de Paris, classificou-se às finais em quarto lugar, mesma colocação na qual avançou à final do Mundial, com 166.499. Os Estados Unidos lideraram a tabela, com 172.296 de pontuação.

A disputa da ginástica por equipe feminina consiste em circuitos entre quatro aparelhos. Três atletas de cada país representam em um exercício. Pelo Brasil, Rebeca Andrade e Flávia Saraiva estão na disputa de todos. Júlia Soares está na trave e no solo. Lorrane Oliveira, nas barras paralelas; e Jade Barbosa, no salto sobre o cavalo.

Júlia Soares, de 18 anos, fez uma grande atuação na rotina da trave e garantiu também uma vaga na final individual do aparelho, além de ter conquistado os corações brasileiros com a apresentação no solo, ao som de Raça Negra e samba.

Nos quesitos experiência e juventude, o Brasil não deixa a desejar. Um espectro de 15 anos de diferença caracterizam a Seleção, com os 33 anos de Jade Barbosa e a recém maioridade de Júlia. A veterana retorna para a provável "última dança", após a ausência em Tóquio-2020.

A mais nova ginasta da equipe verde-amarela supriu o lugar de Daniele Hypólito, única mudança desde a última final por equipes disputada, na Rio-2016. Na edição seguinte, no Japão, o Brasil nem chegou perto da decisão. Os holofotes nas acrobacias brasileiras ficaram todos voltados para a ginasta de Guarulhos de, então, 21 anos. Rebeca repete a caminhada rumo ao ouro e espera superar novamente a fenomenal Simone Biles.

*Estagiária sob a supervisão de Fernando Brito

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postado em 29/07/2024 20:19
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