MILÃO-CORTINA 2026

Com 14 atletas, Brasil terá delegação recorde nos Jogos Olímpicos de Inverno

País teve aumento de 40% nas vagas em comparação com a participação na edição de Pequim-2022 e sonha com o primeiro pódio no megaevento

Norueguês filho de brasileira, Lucas Pinheiro Braathen defenderá país da mãe em Milão-Cortina e é grande esperança de pódio       -  (crédito: Fabrice Coffrini/AFP)
Norueguês filho de brasileira, Lucas Pinheiro Braathen defenderá país da mãe em Milão-Cortina e é grande esperança de pódio - (crédito: Fabrice Coffrini/AFP)

A 18 dias da abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina, o Brasil celebra o recorde no número de participantes na versão gelada do megaevento. Em busca da primeira medalha nas disputas na neve e no gelo, o país levará 14 atletas (além de um reserva) para a festa no norte da Itália, de 6 a 22 de fevereiro. 

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A delegação brasileira teve 40% de aumento no número de vagas. Na edição anterior dos Jogos de Inverno, em Pequim-2022, foram 10 credenciados às disputas. Serão 14 atletas divididos em cinco modalidades. A maior participação será do esqui alpino, com Lucas Pinheiro Braathen, Christian Oliveira, Giovanni Ongaro e Alice Padilha. 

No esqui cross-country, Eduarda Ribera, Bruna Moura e Manex Silva são as esperanças. Nicole Silveira é candidata no skeleton. Pat Burgener e Augustinho Teixeira carregam o orgulho brasileiro no snowboard halfpipe. No bobsled, disputa com quatro atletas, o único nome confirmado é o do piloto Edson Bindilatti. 

"Uma delegação recorde representa um marco importante para os esportes de inverno no Brasil. É reflexo direto de mais estrutura, melhor organização e planejamento de longo prazo. Os esportes de inverno são uma parte fundamental do Movimento Olímpico, e o Brasil já se consolida como a terceira força das Américas e a principal da América do Sul nesse cenário", analisa Emílio Strapasson, Chefe de Missão do Time Brasil.

O Time Brasil estará nas disputas em Bormio, Livigno, Tesero e Cortina d’Ampezzo, locais que ficam em montanhas diferentes e distantes entre si. "É uma logística sensível, mas já temos tudo mapeado. Estamos confiantes que o nosso país poderá ter bons resultados na competição", destaca o consultor de esportes do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Jorge Bichara. 

*Com informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB)

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postado em 19/01/2026 17:53
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