FUTEBOL

Jogadores do Alianza Lima negam abuso sexual contra jovem argentina

Eles foram denunciados no último domingo por uma mulher argentina de 22 anos, que alegou ter sido agredida em um hotel na capital uruguaia, onde o Alianza Lima realizava sua pré-temporada

Os jogadores peruanos Carlos Zambrano e Miguel Trauco, suspensos pelo clube Alianza Lima, negaram nesta sexta-feira (23/1) terem cometido abuso sexual contra uma jovem argentina em um hotel em Montevidéu.

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Zambrano, Trauco e Sergio Peña, todos ex-jogadores da seleção peruana, estão envolvidos no escândalo de agressão sexual que veio à tona na quinta-feira e, como resultado, foram afastados da equipe que enfrentará o Inter Miami de Lionel Messi neste sábado em um amistoso em Lima. 

Os jogadores foram denunciados no último domingo por uma mulher argentina de 22 anos, que alegou ter sido agredida em um hotel na capital uruguaia, onde o Alianza Lima realizava sua pré-temporada.

"Nego categoricamente qualquer acusação criminal que possa ser feita contra mim e confio que o processo será conduzido com a devida diligência", disse Zambrano em um comunicado nas redes sociais.

O ex-zagueiro do Boca Juniors se colocou "à disposição das autoridades" para esclarecer os fatos.

Por sua vez, Trauco, que jogou no Flamengo, negou "quaisquer acusações criminais que possam ser feitas contra ele". 

Assim como Zambrano, Trauco anunciou sua disposição em "cooperar em tudo o que for necessário", em uma mensagem separada. 

No dia anterior, Peña também havia negado as alegações.

A Polícia da cidade de Buenos Aires informou que os três jogadores peruanos foram acusados de "agressão sexual em 18 de janeiro de 2026". 

A jovem afirmou ter sido agredida no hotel Hyatt Centric, em Montevidéu. 

Segundo o canal argentino A24, a suposta vítima declarou que conhecia Zambrano, de 36 anos, e que jantou com ele antes de ir para o hotel onde a equipe estava hospedada. Trauco (de 33 anos) e Peña (de 30) teriam entrado no quarto depois. 

A polícia acrescentou que a denunciante retornou à Argentina para registrar a ocorrência.

https://www.correiobraziliense.com.br/webstories/2025/04/7121170-canal-do-correio-braziliense-no-whatsapp.html 

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