
O Grêmio segue com problemas extracampo para resolver em um futuro breve. O clube sofreu umas dois transfer bans da Fifa, um deles por uma dívida com o volante Cuéllar, que fica em vigência até o pagamento da pendência. O Tricolor já havia recebido uma punição por um débito pela contratação de Monsalve, hoje emprestado ao Estudiantes.
Cuéllar chegou ao Imortal em 2025, mas ficou pouco tempo e rescindiu o seu vínculo em fevereiro deste ano. As partes chegaram a um acordo para a saída do colombiano, que atualmente defende o Deportivo Cali. De acordo com o "ge", ficou acertado que seria quitado cerca de R$ 15 milhões ao atleta, de 34 anos. O contrato tinha validade até dezembro de 2026.
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Com relação a Monsalve, o Tricolor fica proibido de inscrever novos jogadores por três janelas. A punição começou a valer no dia 9 de outubro, segundo o site da Fifa. O transfer ban fica valendo por este período ou até o pagamento da dívida.
Grêmio sofre bloqueio preventivo da Anresf
Antes das penalidades da Fifa, o Grêmio já havia sofrido um bloqueio preventivo da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf), órgão independente criado pela CBF para aplicar as regras do fair play financeiro implementado no futebol brasileiro, em agosto.
No entanto, o bloqueio da Anresf não proibia o Tricolor de registrar novos atletas. Assim, novas contratações dos gaúchos dependem de uma autorização prévia do órgão.
A ação ocorreu pois o Grêmio apresentou recentemente um plano de pagamento coletivo de credores para a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). A ideia é pagar uma dívida total de cerca de R$ 16 milhões em 23 processos dentro de 60 meses.