postado em 02/06/2025 09:51 / atualizado em 02/06/2025 09:55
Centro de Ensino Médio Asa Branca (CEMAB), em Taguatinga, funciona com 90% de adesão à greve
Foto: Davi Cruz
Centro de Ensino Médio Asa Branca (CEMAB), em Taguatinga, funciona com 90% de adesão a greve nesta segunda-feira (2/6)
Foto: Davi Cruz
Mesmo com 90% de adesão à greve, o Centro de Ensino Médio Asa Branca permaneceu aberto e recebeu os alunos que compareceram
Foto: Davi Cruz
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No Centro de Ensino Médio Elegante Branco, na Asa Sul, poucos alunos chegaram para assistir aula
Foto: Ed.Alves CB/DAPress
André relatou que o filho, André Guimarães Paiva, de 17 anos, já enfrentou uma greve no primeiro ano e, agora, novamente precisa lidar com a interrupção das aulas
Foto: Ed.Alves CB/DAPress
O Colégio Cívico-Militar (CED 7), em Ceilândia, amanheceu com as portas abertas nesta segunda-feira (2/5). Alguns professores aderiram à paralisação, mas parte do corpo docente manteve o cronograma escolar
Foto: Davi Cruz/CB/D.A Press
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O vigilante Daniel de Sousa, de 51 anos, levou pessoalmente a filha Mariana Aparecida, de 17, até a escola para verificar se haveria aulas
Foto: Davi Cruz/CB/D.A Press
A greve dos professores foi declarada na terça-feira (27/5), durante assembleia da categoria
Foto: Ed Alves CB/DA Press
Os profissionais entraram em greve em nome da campanha salarial e reivindicação de 19,8% de reajuste, além da reestruturação do plano de carreira, com diminuição do tempo para chegar ao topo da tabela salarial
Foto: Ed Alves CB/DA Press
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Os professores também reivindicam o dobro do percentual de titulação atualmente aplicado para professores com especialização, mestrado e doutorado. Hoje, os percentuais são, respectivamente, de 5%, 10% e 15% sobre o vencimento básico
Foto: Ed Alves CB/DA Press
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